quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Mais do mesmo


A melhor definição do modus operandi dos governos nacionais foi dada por um caro amigo: “-Qualquer um que assuma fica falando mal do outro. E quando promove a limpeza anunciada, utiliza a sobra do esgoto encontrado para ‘esfregar’ a área que pretende usar. Daí, cada qual acresce o volume com o seu próprio esgoto e os detritos ficam eternamente se acumulando”.

Foi isso, por exemplo, o que o governo petista fez com a gestão anterior, comandada por FHC, nosso queridíssimo “Boca de Tuba”. Lula da Silva, o Lularápio, que além do alcoolismo desvairado sempre teve vocação para a mentira e o roubo, ampliou os gastos do cartão corporativo (criado por FHC), embarcou na canoa da reeleição que dizia abominar (implantada por FHC), ampliou as bolsas sociais (cria de FHC) e multiplicou a roubalheira na Petrobras, além de outras “providências”.

A maioria dos homens públicos no nosso país se encontra no palco apenas para confundir e faturar. São prestidigitadores, palavra que o Aurélio define como “Artista que, pela ligeireza do movimento das mãos, faz deslocar ou desaparecer objetos, iludindo a vigilância do espectador de maneira que parece inexplicável”. Pois é isso o que a maioria de nossos “administradores” faz. Eles cumprem a tarefa com louvor.

Os cartões corporativos, nos primeiros sete meses deste ano, levaram mais de 34 milhões de reais. Esta é uma forma de abuso difícil de ser levantada e responsabilizada, pois, com relação à Presidência da República, mais de 11 milhões desses gastos foram colocados sob sigilo, impedindo qualquer esclarecimento das despesas efetuadas. O distinto público paga e gente como a incompetente Dilma gasta.

O maior assaltante dos cofres públicos, já flagrado no nosso país, o Lularápio, que manda e desmanda nessa administração federal desmoralizada e repleta de ladrões, praticamente acabou com o BNDES, financiando portos, metrô, hidrelétrica, rodovias e outras “bondades” em países que nada têm a ver com o Brasil. Em qualquer país sério, o ex-presidente já estaria na cadeia. Mas os seus cúmplices querem mais impostos.

Vejam só: sua ex-excelência mandou, para o Uruguai, quase três bilhões de dólares. A Venezuela abocanhou US$ 1,5 bi, para um metrô. O Porto de Mariel, em Cuba, sangrou US$ 2,5 bi dos impostos pagos pelos idiotas brasileiros. Já a hidrelétrica na Nicarágua engoliu US$ 2,3 bilhões. Uma rodovia para o escoamento de cocaína, na Bolívia, abarcou US$ 353 mi! Por que o nosso dinheiro vai para o exterior?

Sem falar na compra fraudulenta da refinaria de Pasadena, somente para encher os bolsos de Lularápio e de sua quadrilha, contabilizando quase um bilhão e 200 milhões de dólares, além da doação de US$ 2, 3 bi a países africanos (sabe-se lá quanto rendeu de comissão). O roubo é grande! Mas a nossa presidAnta quer aumentar impostos, colocando Joaquim Levy com cara de cretino para nos convencer.

Pior de tudo é esquecer todos os males passados, quando a nova gestão assume. O PSDB, por exemplo, quer pegar carona na atual insatisfação popular, apresentando-se como salvador da pátria. Poucos são os que lembram FHC (vaidoso dos vaidosos, o mais sábio de todos os sábios, acima de todos os seres normais), referindo-se aos aposentados como “vagabundos!” e tripudiando sobre mortais comuns.

Quando senador, FHC transformou seu gabinete numa espécie de motel, sendo conhecido como o reprodutor da Casa, o senador pavão, a descomunal vaidade. O ego inflado que obstaculiza inclusive a fala, cheia de ar por todos os lados É o ser mais flatulento que se conhece!

O Brasil é isso, dependente dessa canalha imunda, caminhando para convulsão social sem limites. Retira-se um lixo, coloca-se outro. O esgoto apenas se acumula.

Márcio Accyoli, jornalista


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