terça-feira, 22 de setembro de 2015

Não é fazer "justiça", é Legitima Defesa!


Nos defender dos políticos, dos juizes e dos que promovem esta anarquia.



"Justiceiros" da praia se armam e Beltrame teme linchamento de jovens no Rio



Secretário estadual de Segurança do Rio de Janeiro, Beltrame afirmou que vai fazer ações para evitar os linchamentos

Diante dos assaltos e arrastões que todos os anos anunciam de forma violenta a chegada do verão, desta vez grupos convocados pelas redes sociais decidiram não esperar pelo entendimento entre a polícia e a Justiça. Sem acordo sobre a abordagem de menores em ônibus com destino às praias da Zona Sul, o bando tem incitado uma reação organizada pela Internet. E ameaça levar para as ruas, no próximo fim de semana, uma versão carioca do faroeste.
Depois de dois dias marcados por conflitos nas areias e no asfalto, moradores de Botafogo, Copacabana, Leblon e Ipanema planejam se armar com tacos de beisebol, socos ingleses, armas de choque e porretes. Esperam contar até com a ajuda de síndicos para evitar que as imagens de possíveis agressões contra suspeitos sejam enviadas à polícia. “Desliguem suas câmeras e nos deixem agir”, postou um policial civil afastado, incentivando os confrontos.
Chefe de operações do Estado-Maior da PM, coronel Cláudio Lima Freire:
A PM não é a única responsável pelo direito de ir e vir e do lazer público”, criticou o oficial. Beltrame reforçou a cobrança: “Vou pedir ao prefeito que me indique nomes. Eles são sempre convidados, mas nunca vão”, disse. O secretário negou que a ação policial seja racista. Ele disse que é uma questão de vulnerabilidade. “ O menor vem de longe, só de sunga, sem dinheiro, para comer, para beber. É uma situação de vulnerabilidade. A gente precisa que o próprio Estado, além da polícia, esteja presente”, alegou.


Ex-capitão do Bope, o antropólogo e consultor em Segurança Pública, Paulo Storani, defende Beltrame com relação à vulnerabilidade de menores em espaços públicos.
“As ações preventivas da PM deveriam ser acompanhadas por conselheiros tutelares e representantes da Vara da Infância e Juventude. A Defensoria Pública ignora isso”, opinou. Já o presidente do Movimento Rio pela Paz, Rommel Cardozo, questionou as autoridades. “Essas crianças (da Zona Norte, abordadas em ônibus)vão ser adultos. Estamos plantando o quê para os próximos 20 anos? O que nós estamos vivendo hoje é colheita de políticas mal feitas, de famílias falidas”, constatou Cardozo.
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O que lhes falta segundo Beltrame, eles roubam.

Foram mais de 30 jovens. Eles entraram aqui, renderam a caixa, roubaram dinheiro, biscoito e refrigerante. Meu prejuízo foi de uns R$ 3.500 mil.

Dono da padaria não conseguiu dormir e está preocupada com o clima de medo.

2 comentários:

  1. A população tem que reagir sim. E se esses moleques não tem dinheiro para ir a praia, que não vá. O que não é certo, é entrarem nos ônibus de graça, arrebentarem todo o ônibus e sair assaltando na praia. PAU NESSES VERMES. Quem estiver com pena, que os levem para sua casa. O que não é justo é o trabalhador não ter direito de se divertir com a sua família. PAREM DE PASSAR A MÃO NA CABEÇA DESSES DELINQUENTES. Meus pais não tinham condições de pagar a entrada de cinema para os filhos, ninguém ia. E ninguém saia por ai roubando. Mas hoje os pais não querem ter responsabilidade com os filhos. Culpo este governo!!!DESCE O CACETE NESSA CAMBADA.

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  2. Ele vai fazer de tudo para evitar linchamentos mas nao faz nada para evitar os arrastoes, certo? Quanto ele recebe desses ladroes para deixa-los agir a vontade??

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