terça-feira, 22 de setembro de 2015

‘Ninguém durma’


A Polícia Federal disse que o nome da nova etapa da Operação Lava Jato, ‘Ninguém durma’, serve de alerta para aqueles que imaginam que as investigações perderam a força. “Fica a dica para quem achava que a Lava Jato diminuiu suas ações e um alerta para quem está envolvido em crime de corrupção no País”, declarou o delegado Igor Romário de Paula, diretor da unidade de combate ao crime organizado da PF em Curitiba, base da missão Lava Jato.

A PF deflagrou na manhã desta segunda-feira, 21, a Operação
‘Ninguém durma’ para cumprir onze mandados judiciais, entre os quais um de prisão preventiva do executivo José Antunes Sobrinho, sócio da empreiteira Engevix, e outro de prisão temporária de João Augusto Henriques, apontado como lobista do PMDB na Diretoria de Internacional da Petrobrás, gestão de Jorge Luiz Zelada. Henriques teria operado o repasse de US$ 10,8 milhões em propinas para o PMDB, segundo o Ministério Público Federal.

A PF diz que a nova etapa da Lava Jato é ‘rescaldo’ de três outras fases da investigação, entre elas a Pixuleco 2, deflagrada em meados de agosto com a prisão de Alexandre Romano, o Chambinho, ex-vereador do PT em Americana (SP). Essa investigação cita a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) como suposta benefíciária de propinas em negócio relativo a empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento. Por isso, o juiz federal Sérgio Moro enviou ao Supremo os dados da Pixuleco 2. O STF, até agora, não decidiu pelo desmembramento da investigação, travando as apurações sobre empresários e lobistas que não têm foro privilegiado.

O procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa do Ministério Público Federal, disse que os dados relativos à Operação Pixuleco 2 estão sob apreciação do Supremo Tribunal Federal (STF), por isso a Lava Jato não pode dar continuidade imediatamente a essa investigação específica.

“Queremos deixar bem claro que a Lava Jato vem trabalhando incessantemente”, declarou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. “O material relativo à Pixuleco 2 encontra-se numa situação de competência do Supremo Tribunal Federal e, por isso, não podemos dar continuidade nas investigações na Pixuleco 2. Talvez isso tenha criado uma dificuldade grande e deu a impressão de que a Lava Jato estava perdendo força.” (AE)

A Polícia Federal disse que o nome da nova etapa da Operação Lava Jato, ‘Ninguém durma’, serve de alerta para aqueles que imaginam que as investigações perderam a força. “Fica a dica para quem achava que a Lava Jato diminuiu suas ações e um alerta para quem está envolvido em crime de corrupção no País”, declarou o delegado Igor Romário de Paula, diretor da unidade de combate ao crime organizado da PF em Curitiba, base da missão Lava Jato.

A PF deflagrou na manhã desta segunda-feira, 21, a Operação ‘Ninguém durma’ para cumprir onze mandados judiciais, entre os quais um de prisão preventiva do executivo José Antunes Sobrinho, sócio da empreiteira Engevix, e outro de prisão temporária de João Augusto Henriques, apontado como lobista do PMDB na Diretoria de Internacional da Petrobrás, gestão de Jorge Luiz Zelada. Henriques teria operado o repasse de US$ 10,8 milhões em propinas para o PMDB, segundo o Ministério Público Federal.

A PF diz que a nova etapa da Lava Jato é ‘rescaldo’ de três outras fases da investigação, entre elas a Pixuleco 2, deflagrada em meados de agosto com a prisão de Alexandre Romano, o Chambinho, ex-vereador do PT em Americana (SP). Essa investigação cita a senadora Gleisi Hoffmann (PT/PR) como suposta benefíciária de propinas em negócio relativo a empréstimos consignados no âmbito do Ministério do Planejamento. Por isso, o juiz federal Sérgio Moro enviou ao Supremo os dados da Pixuleco 2. O STF, até agora, não decidiu pelo desmembramento da investigação, travando as apurações sobre empresários e lobistas que não têm foro privilegiado.

O procurador regional da República Carlos Fernando dos Santos Lima, da força-tarefa do Ministério Público Federal, disse que os dados relativos à Operação Pixuleco 2 estão sob apreciação do Supremo Tribunal Federal (STF), por isso a Lava Jato não pode dar continuidade imediatamente a essa investigação específica.

“Queremos deixar bem claro que a Lava Jato vem trabalhando incessantemente”, declarou o procurador Carlos Fernando dos Santos Lima. 
“O material relativo à Pixuleco 2 encontra-se numa situação de competência do Supremo Tribunal Federal e, por isso, não podemos dar continuidade nas investigações na Pixuleco 2. Talvez isso tenha criado uma dificuldade grande e deu a impressão de que a Lava Jato estava perdendo força.” 



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