segunda-feira, 28 de setembro de 2015

No que depender de um comandante empossado por quem nos destroi, estamos perdidos.


O gaúcho Eduardo Dias da Costa Villas Bôas, 63 anos, é o chefe de 217 mil militares. Comandante do Exército desde o último mês de fevereiro, ele enfrenta duas das missões mais difíceis de uma carreira iniciada em 1967: o corte orçamentário que atinge os projetos definidos como estratégicos pela Força e a ausência de reajustes da categoria. “Corremos o risco de retroceder 30, 40 anos na indústria de defesa”, disse Villas Bôas. Durante entrevista exclusiva na manhã da última sexta-feira, o general também lamentou a defasagem dos rendimentos da tropa, principalmente se comparados aos de outras carreiras.

Villas Bôas teme que todos os projetos estratégicos — que incluem defesa antiaérea e cibernética, proteção das fronteiras, renovação da frota de veículos — se percam por falta de dinheiro. Ao longo de 90 minutos, no gabinete principal do Quartel-General do Exército, Villas Bôas falou pela primeira vez com um veículo de imprensa. Ele disse não haver chance de os militares retomarem o poder no Brasil, elogiou o ministro da Defesa, Jaques Wagner, e disse que o país precisa de uma liderança efetiva no futuro. “Alguém com um discurso que não tenha um caráter messiânico — e é até um perigo nessas circunstâncias. Alguém que as pessoas identifiquem como uma referência.”

É curioso ver essas manifestações. Em São Paulo, em frente ao Quartel-General, tem um pessoal acampado permanentemente. Eles pedem “intervenção militar constitucional” (risos)

Devemos considerar a Instituição, não os homensestes podem estar dotados de vaidades e/ou interesses que podem desmerecê-los.


O ofício 8122/2014/PRDF, datado de 30 de outubro, assinado pela procuradora da República Eliana Pires Rocha, foi primeiro encaminhado ao procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para que este, como manda o protocolo, o encaminhe ao destinatário final – o general Enzo Peri.
A procuradora informa ter chegado ao órgão duas representações contra o comandante do Exército. As representações dizem respeito apenas à Medalha do Pacificador conferida ao ex-deputado mensaleiro José Genoino (PT-SP), corrupto transitado em julgado. Mas a procuradora encontrou outros casos.
Eliana Pires Rocha lembra em sua comunicação que a Medalha do Pacificador – considerada uma das principais honrarias do Exército Brasileiro – foi concedida a outros condenados por corrupção no processo do mensalão, sem que tenham sido cassadas até este momento, como os ex-deputados João Paulo Cunha (PT-SP) e Valdemar Costa Neto (PR-SP). Ela também menciona o fato de o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, José Dirceu, considerado o chefe da quadrilha do mensalão e condenado no Supremo Tribunal Federal, ter sido agraciado com a Ordem do Mérito Militar, no Grau de Grande Oficial. O ex-deputado Roberto Jefferson, outro condenado no mensalão em sentença transitada em julgado, é “comendador” da Ordem do Mérito Militar.
O decreto 4.207/2003 determina a exclusão imediata de agraciados com a Medalha do Pacificador de condenados pela Justiça do Brasil, em qualquer foro, em sentença transitada em julgado, “por crimes contra a integridade e a soberania nacionais ou atentado contra o erário, as instituições e a sociedade brasileira”. Pelo decreto, “a cassação será feita ‘ex officio’ em ato do comandante do Exército em exercício. Já o decreto 3.522/2000, salienta a procuradora Eliana Pires Rocha em seu ofício, determina a exclusão da Ordem do Mérito Militar de agraciados que tenham cometidos os crimes já mencionados.
 Link: montedo

Após uma ação ajuizada no ministério público federal ,por parte de militares de brio que receberam a medalha de pacificador com palma , que se sentiram desprestigiados por criminosos , usurpadores , condenados e sentenciados estarem portando a credencial nobre, e pelo fato de comandantes vendidos , comunistas que se quer tiveram a hombridade de cumprir o que o artigo determina ,que seja cassada a medalha em caso de condenação .
Vergonhosamente após a omissão, o ministério público determinou o que já era de fato responsabilidade da força concedente da medalha, a cassação da mesma!
A cassação só passa a ter efeito após a publicação em diário oficial da União!
Devemos prestigiar os nobres e bravos militares, que receberam a condecoração merecida, e repudiar a omissão de comandantes que não cumpriram com o dever!
Vergonhosamente o ministério público teve que deferir!
 Gilliard

Há anos estranhamos a não cassação das medalhas conferidas a marginais, hoje condenados em sentença transitada em julgado. O então Comandante do Exercito hesitou e não cumpriu seu Dever, prevaricando em sua obrigação de fazer, passou a bola ao seu sucessor que só cumpriu ao ser pressionado Procuradoria da República.
Caros Companheiros, um forte abraço. Como os amigos sabem em 10 de março deste ano, entrei com uma representação junto ao MPF pedindo providencias para que fosse  cassada da Medalha do Pacificador concedida ao mensaleiro Genoino. O MPF acolheu o meu pedido e abriu um Inquérito Civil, que após a análise do mérito e os procedimentos de praxe, enviou seu relatório à Procuradoria Geral da República que expediu ofício (em anexo)  endereçado ao Comandante do Exercito, dando-lhe prazo de quinze dias para responder quais providencias foram ou vem sendo tomadas frente aos referidos condenados a fim de dar atendimento às normas regulamentares. Como você pode ver  o ofício é datado de 30 de outubro, o que significa que o prazo está se esgotado e até a próxima Segunda Feira o Cmt do Ex terá que dar  uma resposta. Solicito que divulguem a notícia, pois é do interesse de todos.Um forte abraço. Moézia.
Link: Aqui


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