segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Tá na hora de uma "DEVASSA" nessa zona!

Anos e décadas passam e a situação só piora. O sistema de saúde da PMERJ nunca foi uma maravilha, mas já teve dias melhores, dias em que a capacidade cabia na demanda e os ladrões não eram tão gananciosos.

Século XXI e ficou na merda, os gestores não medem a ânsia no dinheiro que deveriam gerir em beneficio de quem paga o serviço de saúde PMERJ. 

O dinheiro descontado dos policiais militares sob o nome de “Fundo de Saúde” passa a ser público depois que vai para a conta do Estado. Estado este que segundo a Legislação deveria fornecer uma contrapartida financeira equivalente ao que foi arrecadado, mas não o faz. Esse dinheiro, se pago, daria para aumentar a capacidade de atendimento que é a mesma de quatro décadas atrás.


Mas o gestor além de não cobrar essa contrapartida ainda desvia o pouco do policial militar. Policial militar como ele, o gestor. É um ladrão, um assassino disfarçado com a farda.

As investigações sobre a máfia da saúde na PM provocaram a queda de quatro coronéis da cúpula do setor na corporação. A transferência do grupo para a Diretoria Geral de Pessoal (DGP), a famosa geladeira, foi publicada no boletim interno 199 de ontem, como divulgou com exclusividade o blog ‘Justiça e Cidadania’, de O DIA.
O escândalo de mais de R$ 16 milhões é investigado pelos militares, pela Subsecretaria de Inteligência, da Secretaria de Segurança, e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.
No Hospital da PM em Niterói, foram comprados 13.720 lençóis, mas em auditoria foi constatado o desaparecimento de 9.620 deles.

Ao longo do inquérito foram identificadas irregularidades cometidas pela comissão gestora do Fundo de Saúde da PM (FUSPOM), quanto à compra, fiscalização e armazenamento de materiais hospitalares. Além de membros da comissão gestora do FUSPOM, ex-integrantes da diretoria, oficiais e um suboficial do hospital da PM em Niterói (HPM/Nit) foram indiciados.

Muito foi denunciado e muito foi parar na Justiça, mas eles estão soltos e dificilmente as quantias subtraídas voltarão ao seu destino.
Então, impunes, continuam sua saga devastadora. A PMERJ é um grande produtor de cadáveres, o que interessa as funerárias em seu necessário negocio.

Mas não contavam com os “gestores”, que como um urubu, vislumbram o que aproveitar dos mortos da PMERJ.

Como a Polícia Militar não acertou as contas, a funerária recusou-se a fazer o enterro do soldado Thiago 


As despesas com o enterro do policial, morto em Bangu na madrugada de segunda, acabaram sendo pagas por uma oficial do Centro de Educação Física e Desportos da PM, onde Sarmento era lotado. 

Link: EXTRA


Tá na hora de uma DEVASSA na PMERJ! Não a cerveja, uma auditoria, TCE e Ministério Público.




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