segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Vai de BRT? Reze, Ore, implore antes. E, cabeça fria

Sim, são vias de escoação do transporte de passageiros reduzindo o confuso emaranhado de linhas de ônibus da Cidade do Rio de Janeiro. Moderno? Sim! Eficiente? Nem tanto!


No Bilhete Único RJ você tem a facilidade de não usar dinheiro, é só inserir créditos e usá-lo nos diversos meios de transporte de passageiro da Cidade. Mas, existem acontecimentos que deveriam ser evitados, por exemplo:

No sábado me dirigi à estação BRT Penha I com intenção de ir para Taquara em Jacarepaguá, querendo evitar demora, fui direto à bilheteria colocar R$ 2,00 de credito, que junto aos R$ 1,70 que já havia no cartão, possibilitaria usar o BRT que é R$ 3,40.


Não foi possível, Na bilheteria o mínimo de credito é obrigatoriamente R$ 3,40. Embora o sistema já fosse detentor há semanas de R$ 1,70 meu mais os R$ 2,00 que eu possuía e a bilheteria não aceitava, fiquei a pé. Note-se que as maquinas automáticas de inserir créditos só aceitam notas de R$ 5,00 para cima, se for nas estações BRT. Nas estações do Metrô, se não tiver nora de R$ 10,00 nada feito, vai a pé.


Encontar uma merda dessas funcionando tá ficando cada vez mais dificil!

Bem, há sempre um banco por perto para se fazer um saque no caixa eletrônico, lá fui eu.

Pronto, 15 minutos depois eu já estava de volta à estação Penha I. A bilheteria é informatizada, coloca créditos nos cartões por meio digital, só não entendo a demora no atendimento. Com cinco pessoas na fila, esperei cinco minutos até que o sistema caiu. Só era possível colocar o credito na estação Penha II, distante 300 metro da I e as maquinas eletrônicas não dão troco.



Lá fui eu para Penha II. Após 10 minutos de espera na fila chegou a minha vez, só que a funcionária não tinha troco, pediu que eu aguardasse ela receber mais dinheiro. PQP! A paciência estava se esgotando.


Voltei a Penha I, onde o sistema havia voltado, esperei mais 10 minutos até conseguir inserir finalmente créditos no Bilhete Único e adentrar na estação.
Uma hora depois de optar por este transporte finalmente eu embarcava no ônibus BRT, que em 30 minutos me levou até a Taquara. Um corredor expresso de Ônibus, mas que é constantemente retido pelas dezenas de sinais pelo percurso. Lógico, com viadutos e subterrâneos a obra fica bem mais cara, tem os “aditivos” e “superfaturamentos” já tão conhecidos nas obras públicas.


O sistema embora novo já se nota a deterioração. Estações cm bancos quebrados, ônibus pixados, Via de rolamento se desmanchando, esgotos vazando e etc. Mas, ainda não é o pior do Rio de Janeiro, completei a viagem vivo.


Outros problemas não registrei em fotos, mas é notoria a falta de capacidade dos ônibus para fazer o escoamento de passageiros das estações. Estações pequenas, que exigem fluxo mais ágil dos coletivos estão sempre lotadas, causando tumulto quando há desembarque.

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