domingo, 25 de outubro de 2015

Afinal, você é “de direita” ou não?

JULGAMENTO de líderes de esquerda que causaram 2 milhões de mortes / Afinal, você é “de direita” ou não? // Por que a imprensa brasileira reduz a importância de um dos maiores julgamentos da história?


Acreditamos que não ha interesse por parte da mídia brasileira em acompanhar o caso que mostraria a todos que a tentativa de impor o socialismo invariavelmente termina em destruição e morte. A ideologia de esquerda aplicada no Cambodja exterminou 1/4 da população do país em apenas 4 anos. 

“Estupros coletivos antes das execuções, a religião tradicional foi proibida, as roupas tradicionais foram proibidas…”

Durante alguns anos a direita, o conservadorismo e até o liberalismo, têm sido associados à defesa de ditaduras, a defesa de um golpe militar. Isso foi um estigma eficazmente implantado pela esquerda. Contudo, está exaustivamente comprovado que a esquerda é que na verdade implantou e ainda deseja implantar ditaduras comunistas em vários locais do planeta. Cuba, Coreia, China e Camboja são gigantescas evidências disso. Quem assistiu o filme “Os gritos do silencio”, que originalmente se chama “Os campos da morte” certamente teve uma boa visão do processo destrutivo que ocorre durante a implantação de uma ditadura comunista. Quem não assistiu o filme, assista, se tiver coragem. Esses crânios mostrados na fotografia acima são de pessoas inocentes assassinadas por aqueles que estavam “lutando pela democracia” no Cambodja. 
 Os esquerdistas do Brasil são da mesma linha daqueles que, liderados pelo cambojano maoista Pol Pot, fundaram o Partido Comunista Khmer. O Khmer assassinou mais de 2 milhões de pessoas em sua empreitada louca. Os comunistas cambojanos iniciaram sua “limpeza” exterminando todos que, no seu ponto de vista, possuíam potencial para formar opinião. Médicos, professores, engenheiros, militares e outras categorias foram cassadas e exterminadas. Felizmente, lá não houve anistia, e os membros remanescentes do Khmer vermelho hoje enfrentam um julgamento extremamente detalhado que busca apurar detalhes dos crimes e circunstâncias em que foram cometidos.
O julgamento tem como principais réus os líderes esquerdistas Kaing Guek Eav (Camarada Duch), Nuon Chea (“Irmão Número Dois”), Ieng Sary, eng Thirith (Irmã Phea) e Khieu Samphan.
Nuon Chea, considerado a “mente” do movimento de esquerda no Cambodja, foi condenado no ano passado a prisão perpétua.
   Quem desejar acompanhar de perto o caso ha um site construído exclusivamente para isso. Pode ser visto AQUI. Recentemente um promotor ajuizou novas questões, mostrando que o Khmer obrigava dezenas de pessoas a se casar a força e que estupros eram cometidos pouco antes das vítimas serem executadas. Essas “novas” questões, ainda que tornem o julgamento mais abrangente, acabam por alongá-lo muito. A imprensa brasileira quase não cita o caso que ocorre no Oriente pelo simples facto dele expor a verdade e atrocidades cometidas pelos seguidores dessa “filosofia” maldita chamada socialismo.
No Cambodja, como em quase todas as instituições comunistas, o primeiro escalão do partido de esquerda era composto por pessoas “intelectualizadas”, as demais categorias eram quase que totalmente compostas de ‘idiotas úteis” facilmente enganados e levados a cometer atrocidades em nome de uma ideologia que lhes é apresentada como se fosse um sonho maravilhoso. 

Os esquerdistas brasileiros provaram, quando pegaram em armas, que estavam dispostos a fazer no Brasil a mesma coisa que Pol Pot fez no Cambodja. É inexplicável como podem ser vistos hoje como heróis da democracia, não só por estudantes universitários, mas por uma enormidade de pseudo-intelectuais de todo o país. Observando suas ações do presente, suas ações do passado, a ideologia que seguiam e que seguem até hoje, há somente duas hipóteses para explicar a existência de tantos seguidores e admiradores compondo o “exército” de Lula e Dilma.
   Primeira hipótese, mais difícil. Estes seguidores estudaram a história, são cônscios e realmente inteirados sobre o que ocorreu e sobre o que seus “heróis” pretendiam e pretendem. Portanto, são da mesma espécie que seus ídolos e querem apenas obter poder e vantagens pessoais.
   Segunda hipótese. A imensa maioria dos seguidores não passa de uma manada de inocentes úteis, carregados de um lado para o outro por seus líderes. Nunca meditaram de forma independente sobre as questões colocadas acima, e muito menos sobre a ideologia pseudo-científica que dizem seguir. Apenas foram atraídos pelo carisma de seus líderes e pela própria multidão, muitas vezes insuflada por agitadores assalariados pelos partidos, ONGs e sindicatos.
   Felizmente nos últimos meses tem crescido muito a quantidade de brasileiros que chega a conclusão que é preciso tornar publico a sua opção pela direita. A organização e ação política da direita a cada dia surpreende a esquerda, que já está acuada.
   Precisamos agora aparar algumas arestas, nos entender e estabelecer os primeiros objetivos. Como em qualquer guerra, na política não podemos atacar todos os alvos de uma só vez. Temos que estabelecer as prioridades. 
  Quais são as prioridades? Uma delas poderia ser desconstruir a áurea de lisura e bem comum que paira ainda sobre Lula. Afinal, destruindo o líder o exército se desagrega; outra prioridade poderia ser mostrar a todos que a esquerda se sustenta sobre pilares de corrupção, acabando o dinheiro os soldados têm de procurar onde se sustentar; poderia-se também investir em mídia e mostrar a sociedade como será nosso país daqui a trinta anos se a esquerda continuar no controle. São só exemplos. Se estamos em uma guerra é preciso estabelecer os objetivos. 

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