terça-feira, 13 de outubro de 2015

Policiais de UPPs dizem sofrer “ódio” de moradores em favelas

Pesquisa da Universidade Candido Mendes detalha a situação dos PMs empregados nas Unidades de Polícia Pacificadora do Rio de Janeiro



A maioria dos policiais militares das Unidades de Polícia Pacificadora (UPPs), instaladas nas favelas do Rio de Janeiro, acha que os moradores sentem “ódio, desconfiança e medo” deles. Grande parte afirma que fica insegura e também insatisfeitadurante o trabalho de policiamento nos morros cariocas. Mas, como última esperança, eles ainda conservam uma opinião positiva sobre as unidades pacificadoras. Esses dados são da pesquisa UPPs: o que pensam os policiais, feita pelo Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (Cesec), da Universidade Candido Mendes, divulgada deste sábado (10). As pesquisadoras Silvia Ramos, Barbara Musumeci Mourão e Leonarda Musumeci entrevistaram 2002 policiais de 36 UPPs, entre 30 de julho e 19 de novembro de 2014. A amostra representa 21% do total de PMs nas unidades.


O Cesec perguntou se, nós últimos três meses, algum morador fez qualquer tipo de ofensa, pelo menos uma vez. Os números são surpreendentes: 65,8% relataram xingamentos, 63% reportaram desrespeito e 55,8% disseram terem sido alvos de arremesso de algum objeto. A Secretaria de Segurança Pública diz que essa última agressão vai da simples cusparada a um incrível caso do lançamento de um vaso sanitário sobre policiais militares, mas não deu detalhes sobre onde isso ocorreu.

Duas coisas importantes aconteceram entre as pesquisas de 2012 e 2014. As UPPs chegaram às áreas controladas pelos mais poderosos traficantes do Rio, como a Rocinha – na Zona Sul, a maior favela do Brasil com 69 mil habitantes – e o Complexo do Alemão, na Zona Norte, de onde partiam ordens para bandidos incendiarem carros e ônibus na cidade. Num segundo momento, os criminosos expulsos tentaram reocupar o território, usando táticas de guerrilha que causaram mortes de policiais militares. Em algumas favelas dos complexos do Alemão e da Vila Cruzeiro, percorridos por ÉPOCA, policiais militares visivelmente assustados patrulham becos estreitos sabendo que podem dar de cara com traficantes armados.
O pessoal das UPPs representa 20% do efetivo total da Polícia Militar, porém 8 dos 18 policiais militares mortos em serviço em 2014 pertenciam às unidades pacificadoras. Isso quer dizer que um soldado de UPP tem atualmente maiores chances de ser assassinado em relação aos que trabalham nos batalhões convencionais da PM.

Link: época

É isso que a polícia encontar nas "cumunidades", estes são os "dimenó" tão protegidos. Ora, "VÃO TOMATE CRÚ"!

Eles se vangloriam, dizem que a bala vai comer, que faz e acontece. Mas nunca vi nenhum deles sustentar um tiroteio sem fugir, só matam na covardia, de surpresa e na emboscada. Dê preferencia com a vitima imobilizada. Mas uma coisa tem em comum, se mijam todo quando são presos.


A grande maioria dos moradores de comunidades com UPP é de pessoas de bem, mas que não tem coragem de denunciar, mesmo anonimamente, os locais de guarda e homizio dos traficantes. A outra parte, é a que odeia os PMs, pois seus filhos, os "dimenó", criados sem instrução, no meio do tráfico, são sua fonte de renda que não pode acabar. É esta parte que obedece cegamente ao tráfico e parte em rpresália contra ações policiais queimando ônibus e fechando vias.

Os PMs tentam fazer sua parte social, já que o Estado os jogou lá dentro para morrer. Organizam aulas, esportes e outras atividades para crianças. 


Fazem as vezes de Papai Noel, distribuem presente no dia das crianças.




Mas de nada adianta, a criança beneficiada hoje, pode ser o assassino de um pai de familia, de um policial amanhã.

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