quarta-feira, 7 de outubro de 2015

Stedile na UERJ


É preciso ouvir a esquerda se pronunciando para ter certeza de quantos idiotas eles estão formando nas universidades que, sem raciocínio, acreditam sem contestar em tudo que ouvem.

Foi esta a conclusão que cheguei ao ouvir os “lideres” do MTST e do MST, Vitor Guimarães e João Pedro Stedile.


Vitor Guimarães iniciou o “seminário”
Vangloria-se das invasões de terrenos que servem ao interesse imobiliário, omitindo que este  vai gerar trabalho, renda e poder aquisitivo. Usa a Constituição para justificar seus atos e que o terreno vazio deve servir à sua causa. Mas precisava ser em Pendotiba, Niterói? Com tantos terrenos públicos abandonados que servem ao seu interesse por moradia invadiu justamente um que atinge diretamente o capital gerador de renda, seu declarado inimigo. Será que vão arcar com os impostos daquele local caro de Niterói? Não geralmente os repassam após conseguir seu intento.
Vitor teve a ousadia de jogar na cara que a cada R$ 1,00 destinado a campanha de Dilma, as empreiteiras receberam de volta R$ 8,00 nos “artifícios” dos contratos conseguidos.

Num momento em que se gabava de haver construído os “barracos” na área nobre invadida, foi interpelado por uma presente, que chamou de mais uma favela o que ele conseguiu, que já estamos cheios de favelas por toda parte. De imediato os esquerdistas levantaram a voz: “RACISTA”! Porra! Que denotação de racismo eles viram?

Declara não aprovar o governo Dilma, e que o capital é o culpado pela crise que o Brasil passa. Chegou inclusive a nominar de “cagadas” de Dilma, sob os olhares de desaprovação da esquerda presente.


Após veio João Pedro Stedile, que divagando entre Max e Lenin, ataca o capital como responsável pela crise. Não justifica suas invasões em áreas produtivas, aliás, nem toca no assunto. Seu direcionamento é pela divisão de classes, principalmente disseminando o ódio pela classe média.
Mas num ponto tenho de concordar com ele, que nossos eleitos não nos representam, não estão direcionados ao interesse social e sim ao de si próprio. Razão de considerar golpe um impeachment, é trocar Dilma por seus cumplices.

Disse também que enquanto 140.000.000 de brasileiros estiverem com as bundas no sofá, eles continuariam avançando.

Em outro momento ataca Fernando Henrique Cardoso, que este deveria estar preso por lesar a Pátria. Rsrsrs Que os que roubaram a Petrobras devem estar atrás das grades. Será que no seu intimo inclui todos mesmo?
Por fim, veio as perguntas, que foram limitados a três pessoas selecionadas dentre eles. Claro que os de direita presentes não foram escolhidos, tiveram que falar no grito.

Um dos escolhidos, funcionário da Odebrecht, ao contrário de todo discurso esquerdista, enalteceu a construtora e outras mais. Que difundiam o nome do Brasil no exterior, gerando milhares de empregos.
Este funcionário disse que o impeachment de Dilma não vai acontecer, porque a Odebrecht não vai deixar. PQP! Tive de rir e ir mijar.

A outra escolhida, trajava vermelho sobreposto ainda por um xale vermelho, se orgulhava de cada palavra do "companheiro", como se referia aos outros esquerdistas, seus pares, doutora, professora da UERJ.

E por ultimo uma que relatou "lutar pela causa". Que causa?

Sai de lá com a certesa de que estou do lado certo e que os "universitários" não tem sequer condições de raciocinar.

Neste "jogo do milhão" não adianta pedir "ajuda aos universitários", você vai errar.

Posso adiantar que, embora num local dominado pela esquerda, não houve maiores incidentes até minha saída. Mas o "ranger de dentes" em nossa direção foi evidente.


2 comentários:

  1. A mobilização para desmobilização em possíveis protesto no evento foi grande, e a mando adivinha de que cidadão carioca.....

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  2. Gostaria de saber Vilma, por favor! Soube que houveram tumultos praticados por pessoas "da direita", cujo resultado culminou com a escolta dos palestrantes, foi verdade? Grato

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