sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Candidato à presidência tenta conquistar MILITARES PORTUGUESES.


Os militares portugueses já há muito tempo têm se politizado. Mesmo na ativa frequentemente vão para as ruas (sem farda) se manifestar contra aquilo que consideram incorreto e por isso têm conseguido manter seu status perante a sociedade e classe política de Portugal. A sociedade militar portuguesa, assim como no Brasil, tem alto índice de popularidade e é uma grande formadora de opinião.

 Perante uma sala meia cheia, e sobretudo cheia de militares na reseva ou na reforma, o candidato presidencial Sampaio da Nóvoa manifestou-se contra as políticas de descapitalização da defesa e da segurança porque, assim, “não conseguiremos definir as respostas que os nossos concidadãos exigem, num quadro mundial de violência e de guerra”.
Sampaio da Nóvoa, estava acompanhado de um general (Eanes) e discursava numa conferência realizada nessa terça-feira sobre “Portugal e a defesa nacional” no Museu do Oriente. Na ocasião vários generais relataram um quadro dramático sobre a situação das três Forças Armadas.
“É necessário encontrar novos equilíbrios e, certamente, dar uma atenção maior aos temas da defesa e da segurança, com todas as consequências que daí resultam, desde as questões orçamentais às questões europeias, desde o controle das fronteiras ao controle público dos aeroportos e de sectores vitais como a energia, a água ou os transportes”, afirmou o candidato no seu discurso de encerramento da conferência.
Tiveram oportunidade de discursar o Professor Jorge Miranda, o Almirante Melo Gomes, o General Pinto Ramalho, o General Luís Araújo, o Major General Carlos Branco, o Vice-Almirante Pires Neves, o General Pezarat Correia, o Comendador José Arruda, o Major General Norberto Bernardes, o Coronel Pereira Carcel, o Sargento Mor Lima Coelho, o Cabo Luís Reis e o Professor Sampaio da Nóvoa, no encerramento.

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