terça-feira, 17 de novembro de 2015

O "MARINAICO" SENSO "DE FRANCE"


Amigos sou cartesiano, sou pragmático. Também pudera. Após lograr qualificações em dezesseis tipos de aeronaves diferentes, entre planadores, helicópteros e aeronaves de asa fixa, claro que aerodinâmica tinha que ser meu forte. Para ser bom em aerodinâmica também me apaixonei por física, matemática e estatística.

A estatística ajudou-me, sobremaneira, ao longo da carreira, pois, aliada a cálculo vetorial, geometria descritiva deram-me noção de espaço, proporções e, sobretudo, coerência. Assim, ser cartesiano também me significa que cada ponto no espaço é regido, no mínimo, por três eixos, um xis, um ipslon e um zeta.


Então valho-me da apaixonante estatística para me dar senso de pertinência mas, sobretudo, de coerência. De sorte que dela me valho para traçar algumas breves considerações ante a um arroubo de perplexidade de alguns contatos para com minha posição diametralmente contrária -diametralmente mesmo- a foto de perfil com a bandeira francesa em marca d´água. Muito chique e oportuno, contudo...

Reza a coerência da ciência da estatística a fundamental questão da verdade revelada, assim, 52% dos eleitores que acudiram às urnas reconduziram uma ex-guerrilheira a continuar lascando com nossa vida. Ora!! (dirão alguns) Mas foi uma eleição fraudada -ainda que dificilmente comprovada-. Valho-me de outra reflexão real, fática: 70% dos deputados e senadores eleitos por cochilantes (apesar de jurarem de pés juntos serem eleitores conscientes e ligadaços) eleitores. Assim, goste-se ou não, a estatística como ciência exata reza que 70% dos eleitores outorgaram o apoio oficial aos projetos petistas. Não há para onde correr.


Eis, então, um pequeno introito do absurdo, do irrefragável estultice: O min da Justiça, também Secretário-Geral do Foro de São Paulo ("...do prepúcio ao cremastério...") vem tentando aprovar um projeto de Lei que isenta de vistos de imigração nos passaportes (já aí ajuda muito o fato de serem passaportes falsos) de cidadãos oriundos de países de maioria muçulmana e, dentre eles, terroristas tais quais os que impetraram terror aos franceses cuja bandeira, em mote explícito de solidariedade, também 70% destes acabou por eleger quem irá ajudar a ter o mesmo terror no Brasil.


Cabe salientar que para aprovação a Dilma vem mobilizando sua base aliada -aquela mesma que representa, estatisticamente e de fato, a vontade democrática de 70% do eleitorado brasileiro- aquela sempre ávida, positiva e operante, para apoiar a presidente atrás de cargos em conselhos de administração, em estatais, em funções de segundo e terceiros escalões da administração pública, enfim, tudo que lhes dê recursos financeiros ao qual, de pronto e sem pestanejar, viram as costas para as reais necessidades do cidadão que lhe elegeu (e o(a) mané ainda acha que não votar em branco consolida a democracia...fala sério!!)


Por que, enfim, a preocupação com terrorismo. Antes de mais nada relembremos do jovem terrorista na escola pública em Bangú, bairro da zona oeste carioca.


Enfim, os principais articuladores e fundadores do PT, o atual presidente do PT, Rui Falcão, José Dirceu, José Genoíno, Tarso Genro, Olívio Dutra, etc etc etc foram terroristas. Não nos esqueçamos de uma cáustica eminência parda, o Franklin Martins, hoje dono da grana que cala a boca dos jornais e veículos de imprensa. Atente-se para o fato de nossa atual presidente TAMBÉM ter sido terrorista.


Os sequestradores de Abílio Diniz, Whashington Olivetto, o irmão paraplégico de Zezé di Camargo e Luciano, o mesmo que teve parte da orelha decepada pelos sequestradores foram defendidos pelo também, ex-guerrilheiro, ex-Min da Justiça ex-defensor de Carlinhos Cachoeira (bicheiro doleiro) Márcio Thomás Bastos junto à excrescente figura social o ex-deputado Luis Eduardo Greenhalgh a quem Lula, pessoalmente, se esforçou para que fosse presidente da Câmara dos Deputados. (Vai só manjando a SÚCIA que o dinheiro fácil no bolso colocou no poder).


Ambos acima também defenderam o terrorista assassino Cesare Batisti.


Jamais nos esqueçamos que Lula defendeu ostensivamente as FARC, saiu abraçado em fotografia na VEJA com o recrutador para América Latina do Al Qaeda.


A propósito das FARC o, então governador em exercício, também ex-terrorista, Olívio Dutra, recebeu, com honras de Estado (banda marcial, tapete vermelho, etc), no Palácio Piratini, os segundo e terceiros das FARC e a mídia, para variar, nada falou.


A cúpula do PT estava em muitos documentos recuperados de um laptop do segundo em comando, o mesmo do Palácio Piratini, morto em ação da Força Aérea Colombiana, escondido na selva equatoriana (Equador país, não equatorial, linha imaginária) -by the way, a imprensa brasileira também ignorou este singelo fato-.

                               Guerrilheiro Alfonso Cano 

Tarso Genro, também ex-terrorista, de sua poltrona no Min da Justiça, mandou liberar o primeiro em comando da Al Qeda na América do Sul preso no aeroporto de Guarulhos pela Polícia Federal, a ele subordinada, sob o pretexto do crime no qual ele foi pego não estar, ainda, regulamentado no arcabouço jurídico brasileiro -crime cibernético.


Bem, espero que estes breves, ou melhor, irrisório elenco (comparado a fartura de outros assombrosos fatos) tenha, ao menos, despertado alguma curiosidade.

Pois bem, se a estatística é uma ciência exata, o que acredito piamente, a derivação dos 70% dos "intelectualmente impúberes" que transmutaram sua foto de perfil com a bandeira francesa, em ato de eventual solidariedade, a rigor, na prática, "noves fora", elegeu e outorgou, via voto democrático o terrorismo com ações futuras em solo pátrio por intermédio do apoio parlamentar conduzido por um acólito do terrorismo, o atual Min da Justiça, para a isenção de vistos de imigração para cidadãos oriundos de países de origem muçulmana, fonte de todos os que, no dia 13 próximo passado, perpetraram atos que eles, supostamente, se solidarizam ao colocar a bandeira entremeado com seu perfil.


Ou seja, “fica bem na foto” mas no fundo, no fundo, se não fizer parte dos 30% “livres do pecado original” arrestaram o bom senso.
Daí minhas colocações, daí a perplexidade de alguns.

Conforme sempre digo, o Brasil é um país complexo demais para querer ser entendido APENAS nos intervalos das novelas e dos jogos de futebol.

Jefferson Santos (EPCAr 75)
Ad Astra
Cenários & Estratégias

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