quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Cadê o PM e seus familiares quando o assunto é a vida do policial?


Bem, já postei vários textos sobre a inanição dos PMs quanto ao extermínios de seus colegas e amigos. Num primeiro momento explodem em postagens de protestos nas redes sociais, marcam manifestação pela vida do policial onde poucos comparecem, depois tudo volta a rotina normal até o próximo cadáver de policial.

           Manifestação pela morte do Soldado Neandro em Nova Iguaçu

Se bem observado, uma minoria de policiais ativos, a maioria nem era PM ou parente.

Fui dar um “rolé” por São João de Meriti e adjacências, o soldado Ferreira estava próximo de sua casa e foi apontado como policial por uma vadia, os vagabundos retornaram e levaram Ferreira e seu amigo, sem antes dar um tiro no pé do soldado que, devido sua complexão física esboçava reação de não entrar no veículo alegando ser “cria” da área. Ferreira e seu amigo foram levados num Eco Sport, torturados e queimados, não se sabe se ainda vivos.

Pronto o vagabundinho covarde se estabeleceu dentro de sua facção como matador de policial, não importa se covardemente. Agora, estão a ameaçar todos os policiais que morem naquela localidade, inclusive com ordens de não dispensar nem amigo ou familia. Circulam de carro na espreita de sua próxima vitima.

Comentários circulam de que o pai de Ferreira também tem sido ameaçado, mas por enquanto só comentários, os quais devem merecer credito, pois, os bandidinhos “crias” da área, na ânsia de fazer nome, delataram quem é para ficar bem na fita.

A PM está por lá, fazendo seu papel, já um marginal morto e o comercio com ordem de fechar e os comerciantes obedecendo, é claro. Mas só isso? O fato merece resposta à altura! Lembram do Playboy? Facilmente abatido em seu reduto? Pois é, aquele serviço de inteligência é inteligente, deu pronta resposta. Inclusive com prisão de grupo rival.


Mas.................... E a inteligência PMERJ? Vai funcionar? Nós, sociedade, merecemos a pronta resposta que o episódio merece, não importa o numero de vagabundos mortos, tem de restaurar o respeito.


É certo que temos que nos manifestar por DIGNIDADE e RESPEITO, mas o respeito às vidas de jovens que estão se perdendo merece atenção maior. PQP! Na ALERJ, por reivindicação contra o parcelamento salarial foi muito diferente de uma manifestação pela vida do policial, falou em dinheiro eles se manifestam aos montes, De que adianta manifestar-se contra parcelamento salarial se amanhã pode não estar vivo pra receber?


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