segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Não é só pelo 13º, é pela eliminação de toda classe política atual.

Na “crise” montada na saúde do Rio de Janeiro está o prosseguimento do que há anos acontece camufladamente na rede federal, eliminação dos que mais necessitam de atendimento. Idosos, doentes, deficientes e pessoas de baixa renda são os que mais sentem a suposta crise. Todos “oneram” o sistema.


Claro, além da “eliminação de custos”, motivação para mais verbas através da CPMF. Lembram que Dilma pediu apoio dos governadores para que seja aprovada?
Link: Novo Perfil

OS foram criadas para administrar a saúde do Rio de Janeiro, mas o pinga pinga de verbas, o superfaturamento e desvios não foram interrompidos, só foram maquiados servindo para as mesmas finalidades que antes; enriquecer políticos.

Adriana Ancelmo Cabral, esposa do governador descendo do helicóptero do Estado, com as babás e as crianças como podem ver nas fotos abaixo:
Imagens de 2011



Cabral em Paris com Cavendish e quadrilha. "Paris é uma festa"




Como os federais, os deputados do Rio de Janeiro assistiram a tudo calados nos últimos oito anos, período em que o Estado foi governado por Sergio Cabral (PMDB), um partido com os mesmos interesses PTistas.
A situação que já não era boa se agravou. Não por falta de verbas, mas por ingerência e roubalheira.


Pezão vem descaradamente a público declarar estado de emergência na saúde, abreviando o caminho para mais verbas para os cofres do Estado e, aparentemente nada mudou. A presidente Dilma colocou o seu também falido sistema de saúde à disposição da população do Rio de Janeiro, um chamado a morte.

Uma pessoa procurou o hospital Getúlio Vargas na Penha, teve atendimento recusado sob alegação de só atender os com risco de morte, pronto, o senhor morreu ainda na porta do hospital com um infarto fulminante.

Outra imagem difundida nas redes sociais mostra uma mãe tendo seu filho na calçada da rua após liberada pelo hospital. A criança nasceu mas esta com infecção por ter sido exposta ao ambiente insalubre (calçada), onde animais fazem suas necessidades, inclusive animais humanos.


Tal qual nos filmes sobre o holocausto, pacientes se amontoam nos corredores esperando a morte. Nas enfermarias convivem com o calor e falta de alimentos, itens que parentes tem de providenciar.


O mosquito Aedes Aegypti se fortalece, doenças consideradas eliminadas voltam com nova força.

A incidência de coqueluche aumentou dez vezes em apenas três anos, casos de caxumba têm se tornado mais frequentes em Estados como São Paulo e Rio e um surto de sarampo acaba de atingir o Nordeste - o Brasil estava havia 12 anos livre da transmissão interna do vírus.
Link: noticias

Me dirão: “é a crise” Não, não é! É eliminação de custos, custos com os que mais precisam de saúde que não resistirão ao ataque da pior das pragas; PT, PMDB e demais correlatos (todos) chamados de partidos políticos.

Ministério Público atenção! Não é Estado de Emergência, é CRIME de homicídio contra o Povo do Brasil inteiro. Aliás, é LATROCINIO! A morte é em decorrência do roubo de verbas públicas.

Afinal, obras para as Olimpíadas não param, assim como as da Copa seguiram apesar de todas as denuncias na época.

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