Na “crise”
montada na saúde do Rio de Janeiro está o prosseguimento do que há anos
acontece camufladamente na rede federal, eliminação dos que mais necessitam de
atendimento. Idosos, doentes, deficientes e pessoas de baixa renda são os que
mais sentem a suposta crise. Todos “oneram” o sistema.
Claro, além da “eliminação de custos”, motivação para mais verbas através da CPMF. Lembram que Dilma pediu apoio dos governadores para que seja aprovada?
Link: Novo Perfil
OS foram criadas para administrar a saúde do Rio de Janeiro, mas o pinga pinga de verbas, o superfaturamento e desvios não foram interrompidos, só foram maquiados servindo para as mesmas finalidades que antes; enriquecer políticos.
Adriana Ancelmo Cabral, esposa do governador descendo do helicóptero do Estado, com as babás e as crianças como podem ver nas fotos abaixo:
Como os
federais, os deputados do Rio de Janeiro assistiram a tudo calados nos últimos oito
anos, período em que o Estado foi governado por Sergio Cabral (PMDB), um
partido com os mesmos interesses PTistas.
A situação que
já não era boa se agravou. Não por falta de verbas, mas por ingerência e
roubalheira.
Pezão vem
descaradamente a público declarar estado de emergência na saúde, abreviando o
caminho para mais verbas para os cofres do Estado e, aparentemente nada mudou.
A presidente Dilma colocou o seu também falido sistema de saúde à disposição da
população do Rio de Janeiro, um chamado a morte.
Uma pessoa
procurou o hospital Getúlio Vargas na Penha, teve atendimento recusado sob
alegação de só atender os com risco de morte, pronto, o senhor morreu ainda na
porta do hospital com um infarto fulminante.
Outra imagem
difundida nas redes sociais mostra uma mãe tendo seu filho na calçada da rua
após liberada pelo hospital. A criança nasceu mas esta com infecção por ter
sido exposta ao ambiente insalubre (calçada), onde animais fazem suas
necessidades, inclusive animais humanos.
Tal qual nos
filmes sobre o holocausto, pacientes se amontoam nos corredores esperando a
morte. Nas enfermarias convivem com o calor e falta de alimentos, itens que
parentes tem de providenciar.
O mosquito
Aedes Aegypti se fortalece, doenças consideradas eliminadas voltam com nova
força.
A incidência de coqueluche
aumentou dez vezes em apenas três anos, casos de caxumba têm se tornado mais
frequentes em Estados como São Paulo e Rio e um surto de sarampo acaba de
atingir o Nordeste - o Brasil estava havia 12 anos livre da transmissão interna
do vírus.
Link: noticias
Me dirão: “é
a crise” Não, não é! É eliminação de custos, custos com os que mais precisam de
saúde que não resistirão ao ataque da pior das pragas; PT, PMDB e demais
correlatos (todos) chamados de partidos políticos.
Ministério
Público atenção! Não é Estado de Emergência, é CRIME de homicídio contra o Povo
do Brasil inteiro. Aliás, é LATROCINIO! A morte é em decorrência do roubo de
verbas públicas.
Afinal,
obras para as Olimpíadas não param, assim como as da Copa seguiram apesar de
todas as denuncias na época.





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