sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Não foi só visibilidade, foi marcante.


Um evento importante que chamamos de “operação visibilidade”, haja vista o grande apelo visual que utilizamos. A retenção do transito naquele local é normal após as 16 horas, mas acentuou-se com a visibilidade do material exposto, incontestável aos olhos de quem vê. E a visibilidade foi a razão de não precisarmos ofertar nosso material escrito, para quem via despertava a necessidade de saber mais. Então, ao nos verem com os impressos nas mãos, sem se importar com a chuva, abriam o vidro dos carros e sem cerimônia colocava, a mão para fora pedindo o panfleto.


Vê alguma forçação de barra na entrega? Claro que não, mesmo chovendo eles abriam os vidros e pediam.

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Lógico que teve manifestação de esquerdistas, mas posso dizer que diante da aprovação com sinais das mãos, buzinas, palavras e recepção, não representaram nem 0,01 %. São insignificantes.

Não precisou ofertar, eles pediam.

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Limitam-se a fazer um xingamento, mas não ousam parar para debater. Mas teve um trio que parou, vimos logo tratar-se de esquerdistas tentado registrar nosso material e, logo na primeira pergunta, quiseram saber se somos militares, tendo como resposta: “porque essa pergunta? Sermos militares nos retira o direito de expressão?” Eles se entregam sempre! Não satisfeita a FDP esquerdista registrou o banner Intervenção com seu dedo fazendo aquele sinal característico deles. Pobres coitados, incitados ao diálogo se despedem e saem rapidinho.


Contabilizando o saldo, foi um sucesso, mesmo sendo só três pessoas no evento, já que não conseguimos sensibilizar mais pessoas a se juntar a nós. Sem problema, estamos certos que a qualidade presencial sobrepõe a quantidade.


Vemos agora com preocupação a diminuição dos movimentos de rua, o engodo do impeachment veio para acalmar os ânimos, permitindo mais tempo para a quadrilha se reorganizar e destruir definitivamente o que ainda resta do Brasil e da sociedade. Não é o momento de parar! Quero ver agora a posição dos pseudo intervencionistas, se calarão ou continuarão?


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