quinta-feira, 30 de abril de 2015

Fortes chuvas deixam três mortos e 10.000 desabrigados em Cuba


As fortes chuvas que caíram na quarta-feira deixaram três mortos, mais de 10.000 desabrigados e três imóveis destruídos em Havana, segundo a imprensa local.
"Uma linha de tempestades severas que rapidamente se formaram no Estreito da Flórida antes de uma frente fria avançou sobre a capital nas primeiras horas de quarta-feira à tarde, causando chuvas localmente intensas ​​(...) e vento fortes que atingiram velocidades de até 98 quilômetros por hora", disse o oficial oficial Granma.
O Estado-Maior da Defesa Civil informou que "duas pessoas morreram por afogamento e eletrocussão em Havana Velha. Julio Andino Arzonales e Marta Damiana Acanda Ledesma, de 23 e 77 anos, respectivamente".
Segundo o jornal Granma, Acanda "morreu de asfixia por afogamento por causa da enchente", enquanto Andino "morreu eletrocutado por causa da queda linhas de energia".
O telejornal local relatou mais tarde que Aníbal Fernández Cabrera, 43, também morreu afogado.
Os desabamentos ocorrem com certa frequência na capital cubana, principalmente na parte antiga da cidade, onde os imóveis são muito antigos e superlotados.
A Defesa Civil informou que "até agora foram quantificados 10.089 pessoas afetadas", que foram transferidas para casas de amigos, familiares e vizinhos, e para três albergues de emergência na capital.
Segundo dados oficiais, 60% das casas na ilha estão em estado de conservação ruim ou regular.

GOVERNO NOMEIA FANTASMA PARA ADIDO NA RÚSSIA

DILMA NOMEOU ADIDO AGRÍCOLA UM DESCONHECIDO ATÉ PARA O MINISTÉRIO DA AGRICULTURA.
A MINISTRA KÁTIA ABREU (AGRICULTURA) FOI COBRADA POR DILMA SOBRE O FANTASMA. FOTO: HI-SOKOLNIKI.RU

A presidente Dilma nomeou adido agrícola junto à embaixada do Brasil em Moscou, capital russa, um desconhecido até mesmo no órgão onde ele está lotado. Antonio Alberto Rocha Oliveira é lotado na Superintendência Federal da Agricultura na Bahia desde julho de 2014, mas nem mesmo em seu local de trabalho ele é conhecido: o setor de recursos humanos afirmou a esta coluna que ignora sua existência.
A ministra Kátia Abreu (Agricultura) foi cobrada por Dilma sobre o fantasma, nesta segunda, no único compromisso oficial da presidente.

O Ministério da Agricultura garante que o futuro adido em Moscou existe, mas sua área de recursos humanos da Bahia “nunca” o viu.

A nomeação do adido na Rússia foi publicada em 24 de março de 2015 no Diário Oficial da União. A previsão é que ele assuma em até 60 dias.

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Itamaraty lamenta execução de brasileiro na Indonésia

                               A execução de Rodrigo Gularte ocorreu na prisão de Nusakambangan


"É um fato grave na relação entre os dois países", diz governo em nota.


O governo brasileiro informou nesta terça-feira (28) que a execução do brasileiro Rodrigo Muxfeldt Gularte esta tarde na Indonésia é um fato grave na relação entre os dois países. A notícia do fuzilamento de Gularte foi recebida pelas autoridades brasileiras com “profunda consternação”. O governo manifestou pesar e prestou solidariedade à família do brasileiro. 
Para o governo, o fato aumenta a disposição do Brasil em defender a abolição da pena de morte nos organismos internacionais.
O corpo de Rodrigo Gularte, 42 anos, será enterrado no Brasil. Ele foi preso em 2004, em Jacarta, capital da Indonésia, por transportar 6 quilos de cocaína em pranchas de surfe e condenado à pena de morte em 2005.
Segundo nota lida pelo embaixador Sérgio Danese, secretário-geral das Relações Exteriores, a presidente Dilma Rousseff enviou carta ao presidente indonésio, clamando para que a pena capital fosse comutada, por causa do quadro psiquiátrico do brasileiro.
Dilma tomou conhecimento da morte do brasileiro no avião presidencial, quando se deslocava para Brasília, após participar de um evento em Goiana, interior de Pernambuco.
De acordo com a nota enviado ao governo da Indonésia, o estado de saúde de Rodrigo Gularte foi “agravado pelo sofrimento que sua situação lhe provocava nos últimos anos. Lamentavelmente, as autoridades indonésias não foram sensíveis a esse apelo de caráter essencialmente humanitário”.
“A execução de um segundo cidadão brasileiro na Indonésia, após o fuzilamento de Marco Archer Cardoso Moreira, em 18 de janeiro deste ano, constitui fato grave no âmbito das relações entre os dois países e fortalece a disposição brasileira de levar adiante, nos organismos internacionais de direitos humanos, os esforços pela abolição da pena capital”, conclui a nota.
Ignorando as redes sociais, onde os brasileiros expressam suas opiniões contrárias, o governo segue sempre remando contra a maré, contra o povo brasileiro. No evento abaixo isso fica claro, embora recentemente lançado, mais de 182 mil demostram apoio à Joko Widodo, tornando-o cada vez mais popular no Brasil, onde o crime e as drogas matam milhares.

Mas também morremos sem cometer nenhum crime, por simples descaso do governo nas suas obrigações com que custeia tudo neste País, até a corrupção.
Claudemir Alves era muito respeitado e querido pelas atividades religiosas que exercia, em especial por ser músico amador e tocar durante as celebrações religiosas.

Claudemir Alves morreu com suspeita de dengue hemorrágica após passar por atendimento em uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento) da cidade em duas diferentes oportunidades apresentando sintomas da doença, mas nenhum exame foi solicitado. Quando piorou, ele foi encaminhado ao Hospital Geral Pirajussara onde, segundo a família, também houve negligência. Os familiares vão solicitar às instituições o registro dos procedimentos realizados nos atendimentos e irão pedir que a Polícia Civil investigue o caso.

Perceberam? Cada vez mais o governo cai em descrédito ao defender nossos traficantes internacionais e criticar leis que em nada podemos interferir. Ganha credibilidade o governo da Indonésia e perde o que resta o nosso governo.




terça-feira, 28 de abril de 2015

GRÁFICA FANTASMA

Por favor, observem esta fotografia:

A denúncia da Lava Jato contra a Gráfica Atitude, usada por João Vaccari Neto para lavar dinheiro do Petrolão, deixou O Antagonista meio encafifado.

Fomos checar as despesas com gráficas da campanha eleitoral de Dilma Rousseff.

Uma delas, em particular, chamou nossa atenção: a VTPB Ltda.

Por que a gráfica VTPB chamou nossa atenção?

Porque nenhuma de nossas fontes no mercado publicitário ouviu falar nela.

E porque recebeu entre agosto e novembro de 2014, segundo os dados apresentados ao TSE pelo PT, a quantia exorbitante de 16.677.616 reais.

O dinheiro foi repassado diretamente pelo tesoureiro de Dilma Rousseff, Edinho Silva, como se pode ver neste recibo de 1.401.187 reais:
"Transação efetuada com sucesso por Edson Antonio Edinho Silva"

A gráfica VTPB, que recebeu 16.677.616 reais do tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff, Edinho Silva, está registrada na rua Atílio Piffer, 29, Casa Verde, São Paulo, com se pode ler numa das notas fiscais apresentadas pelo PT ao TSE:
No alto, à esquerda, o endereço da gráfica VTPB

Antagonista teve a curiosidade de visitar a gráfica VTPB, que recebeu 16.677.616 reais da campanha de Dilma Rousseff.

E o que encontrou no endereço em que ela está registrada - rua Atílio Piffer, 29 - foi apenas um pequeno galpão deserto. A fotografia de sua fachada foi tirada nesta segunda-feira, às 13:06.

O antagonista Mario preparou o seguinte relatório sobre sua visita à gráfica fantasma da campanha de Dilma Rousseff:

"O número 29 da rua Atílio Piffer, no bairro da Casa Verde, em São Paulo, é uma portinha num prédio de dois andares. Nunca houve uma gráfica ali, segundo o vizinho, Cícero. A portinha está cerrada há anos.

Em frente, no número 30,, existe uma gráfica artesanal, chamada Daksil. O seu proprietário disse que imprimiu uns folhetos para "o Rogério”, candidato a deputado nas últimas eleições, mas ele não sabe por qual partido. O Rogério, advogado que mora na própria Atílio Piffer, numa casa amarela, não foi eleito.

A Daksil jamais recebeu uma encomenda de 16 milhões de reais".


Como disse a Economist, Dilma é uma fantasma (na fotografia, com o outro fantasma, Edinho Silva)

27 de abril de 2015
o antagonista


segunda-feira, 27 de abril de 2015

E agora? Nem a Justiça pode lhe ajudar.

STF decide que Justiça não pode rever critérios usados em concurso público.



O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que critérios usados por banca examinadora que elabora concursos públicos não podem ser revistos pela Justiça. Por maioria, os ministros entenderam que o Judiciário não deve analisar o mérito das questões de concursos.
"Em matéria de concurso público, a intervenção do Poder Judiciário deve ser mínima", disse Teori Zavascki, que seguiu o entendimento do ministro Gilmar Mendes, relator da ação. O caso tem repercussão geral e a decisão resolve ao menos 200 processos sobre o mesmo assunto parados na Justiça. Zavascki afirmou que a intervenção do Judiciário nos concursos públicos modificaria o critério usado pela banca examinadora.
A decisão foi tomada durante análise de um recurso apresentado pelo Estado do Ceará, que questionava decisão da Justiça do Estado, mantida pelo Tribunal estadual. A Justiça local entendeu que determinado concurso público da área de saúde não era razoável, vez que a prova objetiva continha questões com mais de uma alternativa correta.
O Estado do Ceará alegou que o Tribunal de Justiça "adentrou nos critérios de correção e de avaliação da banca examinadora", acabando "por funcionar como verdadeira instância revisora de provas de concurso público, extrapolando, pois, a sua competência constitucionalmente traçada".
"Se no caso concreto a intervenção do judiciário modifica o critério da banca, isso tem repercussão negativa enorme no conjunto dos demais candidatos", disse Teori Zavascki durante o julgamento.
A tese fixada pelos ministros é de que "os critérios utilizados por examinadores não podem ser revistos pelo Judiciário". Ao comentar a situação dos concursos, a ministra Cármen Lúcia afirmou que, por conta do número alto de candidatos, no Brasil, "concursos são feitos para eliminar uma vasta gama", quando deveriam ser feitos para "selecionar os melhores".

domingo, 26 de abril de 2015

Mujica diz que corrupção é doença no Brasil

Mujica diz que corrupção é doença no Brasil e pede 'quem gosta de dinheiro' longe da política.



O ex-presidente uruguaio José Mujica está preocupado com a corrupção no Brasil. Em entrevista à BBC o político falou que esse é um problema que afeta todos os países da América Latina. mas frisou que se parece mesmo com uma doença no Brasil.

“Algo doentio acontece na política brasileira. O Brasil é um país gigantesco e cada Estado tem sua realidade, partidos locais fortes. Conseguir maioria parlamentar é um macramé [técnica de tecelagem manual] onde pedem uma coisa aqui, outra ali. O que digo é que isso [corrupção] é uma doença que existe há muito tempo na política do Brasil”, afirmou Mujica ao comentar a cisão do governo Dilma com o Congresso.

Ainda falando sobre corrupção Mujica afirmou que sempre se apresentava contra a prática ao se apresentar para empresários, visando que eles sequer cogitassem lhe oferecer propina. Para ele, a corrupção só vai acabar quando as pessoas que gostam de dinheiro deixarem a política.

“Se misturamos a vontade de ter dinheiro com a política estamos fritos. Quem gosta muito de dinheiro tem de ser tirado da política. É preciso castigar essa pessoa porque ela gosta de dinheiro? Não. Ela tem que ir para o comércio, para a indústria, onde é normal multiplicar a riqueza”, concluiu o uruguaio.

As respostas que eu não tenho



Vou tentar responder uma pergunta que mais de uma pessoa já me fez.

Tive que buscar na memória. Eu servia na Base de Brasília ainda na época de piloto do Collor, depois veio o Itamar, FHC.

Ainda no gov Collor chamava-me a atenção mobilização discreta mas constante de militantes do PT.

Eu os encontrava nos shoppings da cidade. Nos teatros de quadras durante apresentações vespertinas e dominicais. Nos bares por grupos de teatro mambembe. Nas peças, nas músicas. Eles distribuíam panfletos com poesias, com pensamentos, etc. Eles ainda não tinham acesso a tanto dinheiro como tiveram nos governos recentes. Soube, depois, de alguns colegas de faculdade que acabaram por aderir, de tanto convencimento, e forte, que eles contribuíam, do próprio bolso, para a proliferação das mensagens petistas.

Ação! Eles tinham ação, pró-ação.
Ouvia pronunciamentos positivos sobre o Pt e um futuro governo Lula de professores, colegas, pessoas que não conhecia em aniversários infantis, de jovens, em casamentos, nas peladas de futebol no fim de semana, nos churrascos. Nos clubes, da Aeronáutica, no Exército, do Congresso, da Unb, da CEF, do Sin dos Jornalistas, no CEASA.

Quando viajava, com o passar dos anos, já com FHC no poder, eu via cantores em bares fazendo, em suas músicas, apologia ao "caos" que a sociedade enfrentava no governo FHC. Eram músicos, eram garçons, estudantes. Ouvi críticas a economia de FHC de engenheiros, dentistas, médicos, contadores, advogados, religiosos, pastores.

Quando viajava ao Rio para visitar meus país eles procuravam falar alto nos ônibus, no trem, no  metro.

Pouco a pouco lia nos jornais os sindicatos aderindo a centrais que estavam se articulando em torno de uma futura candidatura de Lula.

Vim para o Recife para comandar uma unidade aérea e passei a ver dentro dos quarteis mais modernos saindo do armário e falando mal do governo FHC. Em Boa Viagem e nos shoppings eu via pessoas em carros chiques cruzando com outras e esticando o polegar e o indicador perfazendo um L de Lula.

Eles chegaram ao poder saindo do armário, descendo dos muros e arrumando uma forma de reverberar o que viam, como viam, seus posicionamentos políticos, errados ou certos, mas eles não deixavam de falar.

Até entre minhas famílias e reuniões de amigos falava-se na esperança de Lula corrigir "tudo o que está errado aí".

Com tanta pressão surpreendeu-me o PSDB indicar o antipático Serra para competir com Lula. Após esta indicação comentei com meus subordinados: Preparem-se, o PT ganhará e teremos tempos muito difícies no médio prazo. Eu não tinha bola de cristal, apenas sabia ler as notícias e acompanhar os eventos, não errei da mesma forma que tenho certeza do que virá em poucos meses.

Em fim, dos anos Collor até a retumbante vitória de Lula, seus acólitos e simpatizantes TRABALHARAM DURO!! Saíram do armário, desceram do muro, convenceram várias pessoas que conheci, eventualmente ou de perto, mas convenceram. 

E agora? Muitos dos que vi com o L invertido hoje estão calados, quietos.
O curioso é que não só não vejo parentes ou conhecidos em festas ou churrascos sem mais falar em política como evitam falar em política. Pior, não querem conversar sobre os assuntos que mais os afligem: segurança, crise de energia, falta de água, desemprego, baixo rendimento de empregados, alta de juros etc etc...não querem falar. Simplesmente não querem falar. O pior para mim é pessoas dizerem que tem fé que Deus ou Jesus irão ajudar o país, que a fé neles irá nos tirar do caos. Francamente, francamente...Por que eu não houvia isto dos simpatizantes petistas e seus acólitos?



O que houve?
Amigos eu não sei. O que mais me surpreende é não tínhamos na época nem um décimo da quantidade de linhas de celular que temos hoje. Para se ter uma idéia, uma linha de telefone residencial em Brasília tínhamos que buscar "escritórios autorizados" pela telefônica oficial. Em três "escritórios" que fui atrás de linhas (eu era piloto e instrutor do helicóptero do Collor e não havia telefones celulares na época e a Prefeitura não disponibilizava telefones nas residências de capitães...tirando os pêxe, é claro, assim tinha que me virar para alugar uma linha telefônica. E nos "escritórios" havia simpatizantes do PT nos convencendo ou "acidentalemente" conversando alto para que outros ouvissem.

Assim, havia pouquíssimo acesso à informação e os petistas e seus simpatizantes não paravam de proliferar as benesses de um futuro governo petistas. O que houve?
Hoje temos mais de 240 milhões de linhas de celular, apenas linhas de celular, sem falar em fixos. O acesso à internet é da ordem de mais de 72% dos usuários. Para quem não tem celular, há notícias em SMS  a vinte centavos...ou seja, acesso a notícia sem precisar de internet baratíssimo. O que houve?

Então, à época, eles catequizavam pessoas acerca de um caos que não se via e convenciam. Hoje as pessoas real e positivamente sentem-se acuadas em ônibus, em engarrafamentos, nas saídas de seus prédios. As filas de reclamações em empresas de água, abastecimento, de energia elétrica etc não param de crescer. O caos está visível, incomodando e quase não se conversa.

Não havia Facebook à disposição dos simpatizantes e catequizadores do PT. Imaginem se houvesse acesso àquela mídia. A vitória de Lula seria esmagadora em primeiro turno e se bobeasse, ele seria indicado para secretário geral da ONU de tanto voto pelo ladrão que a catequeze iria conquistar.

Hoje temos internet, temos o Facebook e que que vemos em profusão: Mensagens de pensamento positivo espiritual, animais, crianças, animais, crianças, platitudes, bobagens, bobagens, animais, crianças, Jesus, pieguismo, coitadismo, louvores a Deus, louvores alhures...e a ação que me faz invejar os petistas?

Eu pertencia a um egroup do Administradores.com.br... Acredito que alguns dentre os meus amigos também. Ali eu via médicos criticando a saúde pública, via psicólogos criticando a pressão no local de trabalho, o estresse causado pela falta e investimentos em melhoria da qualidade de vida, via veterinários, contadores e economistas falando de índices. Quando Armínio Fraga veio do escritório de Nova Iorque do investidor Warren Buffet, houve uma comoção na lista de emails. Até de madrugada alguém postava. SEMPRE alguém trazia algo que lhe era de contato imediato e postava tentando converter os demais. Ressalto, não havia nem de longe, o caos que nos aflige e nos acua hoje...MAS ELES SE MANIFESTAVAM.

Então, amigos, eu não tenho respostas para tudo. Temo, até, estar falando muita bobagem em searas que apenas tenho conhecimento por leitura na internet. Onde estariam os economistas, os advogados, os psicólogos, os professores, os educadores, os pilotos, os empresários, enfim, todos que hoje há na lista que, todos, sem exceção, pediram para aderir? O que houve de diferente? O que fazia os simpatizantes petistas saírem do armário e exporem suas opiniões, sem muitos recursos da máquina pública que eles ainda não tinham acesso? Hoje eles tem o acesso e o poder da propaganda, sobretudo em uma sociedade que não gosta de ler e por isso é facilmente manipulada. Eles são praticamente imbatíveis, sobretudo frente a anomia dos bons, dos que reclamam mas preferem não se manifestar. 

Bem, este tipo de resposta eu não tenho. Muito menos rezar e ocupar Deus e Jesus Cristo para resolver uma crítica situação que é de nossa responsabilidade, somente nossa.

Estamos com mais de 110 na lista e eu agradeço aos menos de dez que tem contribuído. Não sei se este baixo percentual comparativo irá nos liderar para alguma mudança. Tenho a impressão que não.

Enfim...

Por Jefferson W. dos Santos (EPCAr 75)
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sábado, 25 de abril de 2015

BANÂNIA E BRASIL: DOIS PAÍSES COMPLETAMENTE DIFERENTES

Tem gente que fica confusa e me pergunta sobre o que vem a ser um país chamado Banânia e qual a diferença dele pro outro país chamado Brasil.
Existem pessoas que, quando querem explicar alguma coisa, perguntam assim: “Quer que faça o desenho?
Eu, como não sei desenhar, vou usar fotografias.
Vejam estas duas fotos a seguir, uma ao lado da outra.
Do lado esquerdo um flagrante predominantemente manchado pela cor vermelha, onde se vê manifestantes que vieram pras ruas em ônibus fretados e que, além do transporte e do lanche, receberam, também, pagamentos que variavam de 35 a 50 reais, tudo isto com dinheiro desviado de verbas públicas. Carregam bandeiras de partido político. Isto é Banânia.
Do lado direito, uma paisagem estonteante, repleta de manifestantes que vieram pras ruas às suas próprias custas, abastecendo com gasolina cara seus próprios carros, enfrentando ônibus cheios, superlotando linhas do metrô, sem receber qualquer pagamento e colorindo lindamente a avenida com as cores da nação em que nasceram, o verde e o amarelo. Carregam bandeiras do seu país. Isto é Brasil.



Na segunda tentativa pra explicar a diferença entre os dois países, eu vou usar quatro fotografias.

As duas primeiras fotos foram feitas num lugar chamado Avenida Paulista, cidade de São Paulo, no domingo passado, e mostram manifestantes confraternizando com policiais num evento de protesto, pacífico e ordeiro, cheio de vibração cidadã e de cívico entusiasmo. Isto é Brasil. Vejam:


Já as duas fotos seguintes foram feitas em fevereiro de 2014, num lugar chamado Praça dos 3 Poderes, cidade de Brasília, onde situa-se o palácio do gunverno, edifício no qual os bandidos que aparecem agredindo a polícia foram recebidos em audiência pela prisid-Anta naquele mesmo dia. Isto é Banânia.




Na terceira e última tentativa de explicar a diferença de um país para o outro, também vou utilizar duas imagens.
A foto da esquerda foi tirada a bordo de um iate de propriedade de um rico empreiteiro corruptor, singrando os verdes mares do Atlântico, e nela aparece um abastado membro das zelites praticando a pesca recreativa. Isto é Banânia.
Já na foto da direita, feita num mangue cinzento, aparece um pescador profissional, pobre, lascado, fudido, pegando caranguejo com as próprias mãos e tirando da lama a sua sobrevivência e a da sua família. Isto é Brasil.


Deu pra entender a diferença entre Banânia e Brasil?
Ou eu preciso ainda desenhar???!!! Hein???
Oswaldo Luiz Nepomuceno de Figueiredo 

Dona da Friboi contrata empresa para limpar sua imagem na web


“O filho do Lula é dono da Friboi”. A frase circula na internet em boa parte dos debates políticos nas redes sociais e já rendeu até processo de Fabio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contra quem a proferiu na esfera pública. 

E agora ela preocupa também o grupo JBS, maior empresa de processamento de carne bovina do mundo, que contratou uma agência digital para desmentir o boato.

A missão da agência 4Buzz não será nada simples: ela terá que fazer com que a corrente imensa de circulação do boato seja desmentida. O grande problema é que faz anos que a afirmação circula nas redes sociais, o que faz com que seu alcance seja enorme.

A questão de “limpar a imagem” chegou à JBS depois que Lulinha interpelou judicialmente o prefeito de São Carlos, no interior de São Paulo. Paulo Altomani (PSDB), por meio de seu Facebook, afirmou à época que “não é justo o Tesouro Nacional tirar dinheiro da nossa cidade para repassar ao BNDES para financiar por exemplo a empresa Friboi (sic), que pertence ao Lulinha”.

brnoticias

Brasil em Perigo - Teses do PT


Prezado Sr. Ten Cel DALMO WILLIAN GARCIA.

Teses do PT

Por José Gobbo Ferreira
Em 20 de abril de 2015

Para nossa alegria, o Partido dos Trabalhadores deu à luz sua versão dos Cadernos do Cárcere de Antonio Gramsci: são os “Cadernos de Teses para o 5º Congresso Nacional do PT”. É um calhamaço que poderia ter sido assinado por Hitler, Göbbels, Mussolini ou, naturalmente, Stalin. A primeira parte do documento, que discutiremos brevemente, tem o sugestivo título de “Um Partido para Tempos de Guerra”.

Os recentes sucessos dos Movimentos Sociais Liberais - MSL e da Operação Lava-Jato alertaram o partido que ele caminha para o abismo. Conforme nós dos MSL já acusamos (e o Deputado José Carlos Aleluia operacionalizou), a queda do PT arrastará consigo o foro de São Paulo - FSP e livrará nosso país da mais grave ameaça que pairava sobre nossas cabeças. Como o Brasil é a maior fonte de recursos desse grupo criminoso, sua destruição aqui se refletirá certamente por toda a América Latina.

Aquele bando de apátridas criou antolhos de realidade virtual que lhes permite achar progresso onde houve retrocesso, verdade onde existe a calúnia, conseguir defender ao mesmo tempo o FSP e a Soberania Nacional e ainda ver um Brasil que só existe no software por eles desenvolvido.
Em nenhum momento admitem que o caos econômico-social em que se debate o País foi obra deles mesmos. Malgrado exaustivos alertas e continuadas recomendações, o governo do PT conduziu sistematicamente o país à falência, por incompetência, por submissão ao FSP e pela paranoia da permanência no poder a qualquer custo, gastando para isso o suado dinheiro cuja guarda o povo brasileiro lhes tinha confiado. “Faremos o diabo para vencer essas eleições”. E fizeram. Mas o diabo não é um parceiro confiável.
Depois de divertir-se com o espetáculo deprimente do mês de outubro, ele tinha outras tarefas mais fáceis para cumprir e foi-se embora.
Agora, se esforçam para colocar em terceiros a conta dos descalabros, que lhes cabe integralmente. Os bodes expiatórios são os de sempre: as zelites, a direita, a burguesia, o grande capital transnacional financeiro, a crise (que só existe para o Brasil) etc.

As manifestações alegres, pacíficas, democráticas e abrangentes do 15/03 e do 12/04 são descritas como manifestações de ódio contra as classes trabalhadoras.

Nesse documento, elegeram seus inimigos materiais: os militares da ativa e da reserva, juntamente com os meios de comunicação e defendem tolerância zero com aquilo que chamam de “facção golpista da direita”: “As articulações golpistas, especialmente as vindas de militares da ativa ou da reserva e de meios de comunicação, devem ser tratadas como determina a Constituição e a legislação nacional". E deixam implícito que os vandalismos das chamadas organizações sociais, invadindo, saqueando, queimando, destruindo, bloqueando estradas e ruas e semeando a baderna e a insegurança devem ser considerados como manifestações justas, legais e democráticas, com o direito de receber um tratamento paternalista e cooperativo das autoridades.

O PT reconhece que está perdendo espaço na vida política nacional. Reconhece as derrotas ideológicas que os MSL vem lhe impondo e reage, deixando bem clara sua intenção de intervir cada vez mais sobre a formação de nossos estudantes, adequando as políticas de cultura e de educação com o objetivo de mudar o senso comum de nossa população transmitindo-lhe ideias socialistas como forma de transição rumo ao comunismo.

Prega a utilização com ênfase crescente do dinheiro público para pagar mecanismos de propaganda tais como os denunciados no relatório interno em que o então ministro da Comunicação Social Thomas Traumann recomendava a retomada do pagamento da rede suja do partido na internet (“Os robôs foram desligados”).
Deseja impor o controle da mídia e sua versão de reforma política, insistindo ainda na convocação de um plebiscito que possa decidir sobre a convocação de uma Assembleia Constituinte, recurso padrão de ditadores bolivarianos.
Convoca a uma autocrítica “...que recoloque o socialismo como objetivo estratégico. Que constate que o grande capital é nosso inimigo estratégico. Que não acredite nos partidos de centro-direita como aliados. Que seja baseada na articulação entre luta social, luta institucional, luta cultural e organização partidária. Que retome a necessidade do partido dirigente e da organização do campo democrático-popular". E que lute pela (já desgastada ideia) das “reformas de base”.

O desespero levou os petistas a abandonar a dissimulação característica da esquerda. Deixaram bem claro sua intenção de ir à guerra e identificaram muito bem seus alvos prioritários. Sun Tzu agradece. 

Os MSL devem perceber que a hora é grave e não comporta vaidades pessoais ou egos inflados. É imperioso que se unam, coesos em torno do objetivo principal que é a construção de um novo Brasil, onde partidos criminosos, submetidos a organizações que contam entre seus membros grupos terroristas e narcotraficantes, não tenham mais espaço, nem para difundir suas ideias alienígenas nem para roubar desbragadamente em todos os sítios onde houver algo a ser subtraído.

Os militares devem ouvir os tambores de guerra soando ao longe e devem se preparar para o combate. Mais do que nunca, a união entre o pessoal da Ativa e o da Reserva deve prevalecer sobre qualquer outro argumento. Insisto que cada um deles tem sua missão específica. A Ativa, presa a seus compromissos e deveres constitucionais, não pode se dar à futilidade de tomar posições públicas ou revelar as táticas que tem preparadas para a eventualidade do combate. A Reserva deve confiar em que os Chefes passaram toda uma existência se preparando para o exercício do Alto Comando, que estarão prontos para a atitude adequada no momento adequado e que devem oferecer-lhes todo o apoio e suporte que estiver ao alcance dela.

A mídia constitui os olhos e os ouvidos da Nação. É a fiadora dos direitos republicanos. A ela cabe estar alerta para denunciar toda infração às normas legais e morais que constituem o repositório das tradições e do senso comum de um povo. Atacar essas regras é premissa básica do Gramscismo a que o ideário do PT desgraçadamente nos submete. A luta dela nesse instante é a da defesa da liberdade e de sua própria sobrevivência.

Eles que venham, por aqui não passarão!


BRASILEIRO ACORDE - DIGA NÃO AO COMUNISMO - UNI-VOS!

Vai um abraço forte ai Jean Willys?

Condenado à morte por ser gay, vítima ganha abraço de executor do EI.


Não foi a primeira vez que o grupo jihadista Estado Islâmico comete a barbaridade de assassinar alguém baseado na orientação sexual da pessoa. Mas chamou a atenção a cena de um condenado ganhando um abraço apertador de seu executor.

A imagem é fruto de um vídeo divulgado pelo próprio Estado Islâmico em redes sociais. Não se sabe qual o objetivo do grupo ao divulgar o abraço, mas impressiona a calma do executado e também a presença de um grande público para assistir à cena.

Sobre a calma, um desertor do grupo contou em entrevista recente que as vítimas são enganadas e nunca sabem quando vão morrer. Por acharem que se trata apenas de uma simulação, elas apresentam sempre um semblante calmo antes das execuções começarem. Esse pode ser o motivo do polêmico abraço.

sexta-feira, 24 de abril de 2015

Temendo novo panelaço, Dilma pode se calar em 1º de maio

                                        A presidente brasileira Dilma Rousseff, no dia 6 de abril de 2015, em Brasília

O medo de um novo panelaço pode fazer a presidente Dilma Rousseff se calar. Parte forte da equipe da petista acredita que a melhor alternativa para ela, tendo em vista os protestos recentes, é abdicar de seu tradicional pronunciamento no dia 1º de maio, Dia do Trabalho.

Entre as pessoas que acreditam ser melhor Dilma não se pronunciar estão o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o marqueteiro João Santana e Edinho Silva, ministro da Secretaria de Comunicação. Apesar das opiniões, Dilma avalia a questão e ainda não tomou sua decisão final.

O pronunciamento em 1º de maio tem sido uma tradição do governo Dilma desde que ele começou, em 2011. No primeiro ano ela usou a data para anunciar o programa “Brasil Sem Miséria”; em 2012 atacou bancos e cobrou a redução dos juros; já em 2013, Dilma foi à televisão ressaltar seu comprometimento com o combate à inflação; por fim, no ano passado, a presidente usou o pronunciamento para anunciar ajuste de 10% no Bolsa Família.

Mesmo que a parte contrária ao pronunciamento seja ouvida, a data não passará em branco. Provavelmente um ministro iria à televisão para substituir Dilma. O temor de Lula e companhia é que a ida à público repita a situação do Dia Internacional das Mulheres, quando houve o primeiro panelaço. Segundo petistas, esse ato foi crucial para turbinar as manifestações que ocorreram na semana seguinte.

A máfia chinesa e as pastelarias


Tão apreciadas na minha adolescência, as pastelarias chinesas em nada se parecem com o que foi outrora, seus salgados não são mais confiáveis.


Junto com a máfia chinesa, que comercializa grande quantidade de produtos contrabandeados, cresceram também as pastelarias chinesas, agora com suspeitas de confeccionar seus salgados com recheio de carne de cachorro, sempre com bastante condimento e tempero para esconder o sabor.



Uma das maiores dificuldades das máfias sempre foi ter sua contabilidade “limpa”, com o dinheiro podendo circular sem levantar suspeitas. Ai entram as pastelarias, com imigrantes trazidos da China com o único propósito de fazer esta “lavagem”. É notória a proliferação destas casas, chegando a ter três, uma ao lado da outra em locais onde não há projeção nesta concorrência, sendo certo que o único propósito é declarar vendas muito acima do que realmente faturam para, fazer a limpeza do dinheiro sujo da máfia.


Já está comum as descobertas de trabalhos escravos, uso de carne canina e falta de higiene nestes estabelecimento, mostrando que o comércio saudável não é o seu forte.

quinta-feira, 23 de abril de 2015

TCU identifica aumentos bilionários nos custos de obras da Petrobras

Jornal Nacional teve acesso a relatórios do Tribunal de Contas da União
sobre obras da Petrobras investigadas na Operação Lava Jato.



O Jornal Nacional teve acesso a relatórios do Tribunal de Contas da União sobre obras da Petrobras investigadas na Operação Lava Jato. O tribunal identificou aumentos bilionários depois da assinatura dos contratos. O repórter Carlos de Lannoy explica o que são os chamados aditivos.
Amazonas: gasoduto Coari-Manaus. Orçamento inicial em 2006: R$ 2,4 bilhões. Valor final da obra, três anos depois: quase R$ 4,5 bilhões, praticamente o dobro.

Pernambuco: refinaria Abreu e Lima. Previsão em 2005: R$ 7,4 bilhões. Dinheiro gasto até o ano passado: R$ 35,7 bilhões, quase cinco vezes mais.

Além do orçamento estourado, estas duas obras da Petrobras têm outra semelhança: os aditivos aos contratos.

Aditivos são mudanças feitas depois da assinatura de um contrato, que permitem novos serviços, prazos mais longos e aumento de valores.

Um dos contratos do gasoduto Coari-Manaus teve aditivos de R$ 563 milhões: 84% acima do contratado.

Na refinaria Abreu e Lima, um aditivo aumentou o valor do contrato em R$ 150 milhões, 568% a mais.

Mas o decreto que regulamenta os negócios da Petrobras é claro. Os aditivos só podem custar 25% a mais do valor contratado
O especialista Joelson Zuchen diz que, em alguns casos, aditivos maiores são justificáveis: quando há questões ambientais ou ações do Ministério Público, por exemplo. Mas...
‘Isso não quer dizer que um projeto que está orçado em um vai custar três”, diz Joelson, presidente da Sociedade dos Engenheiros do Estado do Rio de Janeiro.

Como um vira três? Ou quatro? Ou cinco?

Ao falar sobre aditivos, um dos acusados na Operação Lava Jato, o ex-gerente da estatal Pedro Barusco respondeu assim na CPI da Petrobras: “Em grande parte deles, a exemplo dos contratos, também havia um percentual de propina”, disse Barusco.
Falta de planejamento é outro problema apontado por especialistas
Além da corrupção, os especialistas apontam outro problema: a falta de planejamento em obras grandes da Petrobras.
Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro: duas refinarias. Uma das maiores obras da história da Petrobras. Orçamento em 2008: US$ 8,4 bilhões. Na época, cerca de R$ 16,8 bilhões. Hoje, sete anos depois, o custo, mesmo em dólares, aumentou quase quatro vezes: 30,5 bilhões. E em reais, 95 bilhões.

Motivo para tamanho aumento? Segundo a Petrobras, mudanças no projeto, reajustes, variação cambial e aditivos. Mas a Operação Lava Jato revelou outra razão: uma parcela dos recursos foi desviada dos contratos.

Os investigadores seguiram o caminho do dinheiro e encontraram, também nos aditivos, uma porta aberta para a corrupção.

O Jornal Nacional teve acesso a um relatório do Tribunal de Contas da União. No ano passado, o tribunal identificou aditivos de altíssimo valor em obras do Comperj. Quatro unidades industriais receberam R$ 5,5 bilhões em contratos e mais R$ 2,2 bilhões só em aditivos.

“Tem a questão da corrupção e a questão da gestão. Tivesse melhor gestão, talvez estivesse melhor, não tendo corrupção, também estaria melhor”, afirmou Pedro Barusco à CPI da Petrobras.

O professor da Fundação Getúlio Vargas Flávio Amaral Garcia também aponta falhas de projeto entre as principais causas para assinatura de aditivos.

“Quanto melhor uma obra for planejada, com um projeto básico e executivo consistente, tecnicamente preparados e com orçamentos que decompõem os custos unitários da obra, menos espaços para aditivos você vai ter na fase de execução”, explica o professor da FGV.
O Tribunal de Contas diz que a Petrobras fechou contratos de R$ 7,6 bilhões sem concorrência. Justificativa da empresa: falta de tempo para licitações e possibilidade de atraso. 

Apesar dos aditivos e de toda a urgência, hoje as obras do Comperj estão praticamente paradas. Para o Tribunal de Contas da União, a Petrobras começou a construção do Complexo Petroquímico sem amadurecer os projetos e sem uma avaliação prévia dos riscos envolvidos.

Para combater a gestão ineficiente e a corrupção, o especialista Cláudio Abramo diz que o Brasil devia seguir o exemplo de países como a Inglaterra e o Japão, onde os partidos políticos não ocupam um espaço tão grande na administração de empresas públicas.

“As diretorias da Petrobras foram distribuídas entre os partidos políticos. Isso é uma praga que ameaça a eficiência e a honestidade dos negócios nas três esferas e nos três poderes. Isso é a maior causa de corrupção no Brasil e claramente é a maior causa de corrupção na Petrobras. O que um partido político quer com uma diretoria da Petrobras? O que diabos ele quer com aquilo? Quer isso aí que a gente está vendo”, diz Cláudio Abramo, da Transparência Brasil.
Em nota, a Petrobras declarou que presta os esclarecimentos necessários ao Tribunal de Contas da União sobre as obras em andamento. Segundo a Petrobras, os aditivos contratuais respeitam as exigências da lei e só são aprovados depois de uma avaliação técnica. A negociação de valores cabe a uma comissão interna.

Note que esta matéria é de 20 de abril de 2015, mas a imprensa internacional já havia publicado antes, em 15 de abril. A imprensa nacional sempre na retaguarda.
Publicação de matéria na imprensa internacional: rvchudo