terça-feira, 30 de junho de 2015

Brasil, Covil de ladrões


A Operação Lava jato por a mostra a roubalheira na Petrobrás e outras estatais. E a medida que o tempo passa, com novos depoimentos de empresários envolvidos, o escândalo confirma que o País é governado por uma quadrilha de ladrões.

Não há corrupto sem corruptor e isto é comprovado pelo que foi apurado até agora. As empreiteiras investigadas formavam um cartel que superfaturava as obras e distribuía propinas – e que propinas! – para saciar a voracidade dos partidos e dos políticos.
As denuncias envolvem deputados, senadores, ministros, o vice-presidente e a presidente, o PT, PMDB, PP e outros partidos.

Para deixar sem efeito a investigação, alguns tentam, dentro e fora do governo, desqualificar a Operação Lava Jato, a Polícia Federal, o Ministério Público e o Juiz Sergio Moro. Lula já criticou a presidente Dilma por ter deixado as coisas chegarem aonde chegaram.  O que ele quis dizer é que ela deveria ter impedido a investigação.  Assim a roubalheira continuaria a correr solta, como no tempo em que foi presidente.

O que a Sociedade quer é que se faça Justiça. Que sejam punidos corruptos e corruptores. Que seja posta fora de circulação essa quadrilha de bandidos.


NÃO HÁ JUSTIFICATIVA PARA ROUBAR!

O MILAGRE PARAGUAIO E SUA LIÇÃO PARA O BRASIL

Olá, amigos. Estive no Paraguai no mês passado e me surpreendi positivamente: mesmo nas cidades mais pobres, não vi mendigos. Na cidade de Pedro Juan Caballero me disseram que não existia linha de ônibus, pelo fato de TODA a população possuir transporte próprio. Fui pesquisar preços e descobri que isso procede: salário mínimo de R$1.180,00, sendo que uma moto usada é facilmente encontrada por cerca de R$500,00. Fiquei tão encantado que estive pesquisando sobre o “Milagre Paraguaio”: um país com fama de miserável e que vive de pirataria, na cabeça dos mais desinformados. Alguns dados que te farão mudar de idéia:

                                     FOTO:SHOPPING CHINA

1. A expectativa de vida do paraguaio é de 74,5 anos, contra 73,5 do brasil. (OMS)
2. A taxa de analfabetismo é a metade, um trabalhador paraguaio estuda em média 2 anos a mais que um brasileiro, e a taxa de finalização da quinta série é maior do que em nosso país. No último ranking UNESCO sobre educação, o Paraguai encontra-se 12 posições acima do Brasil.
3. A densidade de rodovias asfaltada por milhão de habitantes é de 826 km, contra 920 do Brasil. Apesar de a carga tributária ser 1/4 da nossa.
4. A pobreza, medida pelo Banco Mundial, em termos de USD 2,25 diários (por PPP), é 14% no Paraguai, contra 12,5% no Brasil.
5. A taxa de homicídios dolosos no Paraguai, de acordo com último relatório da OMS e da Mapa da Violência, é 12 para cada 100.000 habitantes, contra 21/100.000 no Brasil.
6. O Paraguai é o país de maior crescimento econômico da América Latina nos últimos 40 anos, cm média de 7,2% anual entre 1972-2011.
7. Menor carga tributaria das Américas desde 1970 – 8% do PIB-, legislação trabalhista favorável e flexível, onde 70% da população tem menos de 35 anos de idade.
8. Moeda mais estável do continente, o Guarani, com 70 anos de existência. Sem hiperinflação, com mercado totalmente aberto, cambio livre desde 1989, baixa divida externa – somente 8% do PIB – e baixo endividamento público – 6% do PIB-, com reservas internacionais suficientes para cobrirem 105% da divida externa total.

FOTO:CONDOMINIO BLUE LAGOON AMAMBAY – PEDRO JUAN CABALLERO

RESUMINDO
Ainda que com baixíssima pressão tributária, socialmente falando, o Paraguai tem em educação, saúde e segurança, melhores índices do que nós.
CONCLUSÃO
A medida preferida do PT, aumentar os impostos e taxar os mais ricos, é justamente o oposto do que o Paraguai tem feito, que é diminuir os impostos para incentivar o empreendedorismo. O grande economista Arthur Laffer demonstrou que é possível arrecadar mais com menos impostos. Isso foi comprovado no governo de Ronald Reagan, nos EUA, e também em Hong Kong, Singapura e na China de Deng Xiaoping, e hoje se aplica no Paraguai, que tem crescimento médio de 7,2% há 40 anos, enquanto o Brasil tem lutado para não ter crescimento negativo do PIB. É duro…

Não concordo com as injustiças contra o Lula, diz autor de habeas corpus

O autor do habeas corpus preventivo ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Mauricio Ramos Thomaz, 50, afirmou nesta quinta (25) que tomou a iniciativa para evitar a prisão política do líder do PT.


"Não concordo com injustiças e qualquer possibilidade do Lula ser preso hoje é por motivo político, não porque ele tem responsabilidade ou ligação com o esquema descoberto na operação Lava Jato. Quero evitar isso", disse.
Ramos Thomaz mora em Sumaré, município da região metropolitana de Campinas, e se intitula consultor de advogados. Solteiro e sem filhos, já foi autor de habeas corpus a Nestor Cerveró, ex-diretor da Petrobras preso na Lava Jato, e réus do mensalão.
Também diz ter encontrado Lula apenas uma vez na vida e de não pertencer a nenhum partido político. O habeas corpus foi enviado por e-mail e pelos Correios para o TRF (Tribunal Regional Federal) da 4ª Região, no Sul do país, no começo da semana.
A Folha apurou que a petição de Thomaz traz termos ofensivos e irônicos contra o juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato. Afirma, entre outros argumentos, que o magistrado "fraudou" uma sentença contra o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, "cria leis" a seu gosto e decide com base em suposições.
O texto do pedido de habeas corpus tem ainda críticas ao Judiciário do Paraná e ao governador tucano Beto Richa.
No livro "O Relógio de Pascal", o primeiro ombudsman da Folha, Caio Túlio Costa, dedica um capítulo à relação que mantinha com Thomaz.
Na obra, Costa relata que Thomaz enviava cartas com regularidade para criticar o conteúdo do jornal, e que "praticamente nada ficou sem ser discutido, radiografado e decupado na Folha e alhures naqueles dois anos [de Costa como ombudsman]. Maurício lia tudo. Do que podia cotejar com os livros emprestados da biblioteca de Muzambinho, ou com os noticiários da televisão, absolutamente nada lhe escapava".

"O jovem lógico de Muzambinho [cidade mineira em que Thomaz morava à época], o 'positivista empedernido', conforme o apelidei em momento de irritação, acabou sendo nesses dois anos do mandato um legítimo ombudsman do ombudsman." (profissional contratado por um órgão, instituição ou empresa com a função de receber críticas, sugestões e reclamações de usuários e consumidores)

ODEBRECHT
Ramos Thomaz afirmou que trabalha em um novo habeas corpus, dessa vez, favorável ao presidente da construtora Odebrecht, Marcelo Odebrecht, e que também já tem um pedido pronto ao ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, preso na Lava Jato.
"Tenho prazer em ganhar habeas corpus a todas as pessoas que acredito estarem presas injustamente. Também sou do Paraná, e tudo o que acontece lá [no Estado] é problemático, tem muita confusão e precisa de gente como eu", afirmou.
Mauricio Ramos Thomaz afirmou que considera do juiz federal Sergio Moro um "perigo" por, segundo ele, "não entender nada de Justiça e escrever tudo no futuro do pretérito". "Tenho analisado os despachos e são muito questionáveis", disse.

E não pertence a nehum partido, imagina se fosse PTista?


segunda-feira, 29 de junho de 2015

Não difamem nossas Forças Armadas, liderança em Intervenção são os Militares no Generalato.


 “Poder Nacional é a capacidade que tem o conjunto dos homens e meios que constituem a Nação, atuando em conformidade com a vontade nacional, para alcançar os Objetivos Nacionais”

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) publicou uma nota em apoio ao juiz Sérgio Moro
A Ajufe não vai admitir alegações genéricas e infundadas de que as prisões decretadas nessa 14ª fase da Operação Lava Jato violariam direitos e garantias dos cidadãos.
A Ajufe também não vai admitir ataques pessoais de qualquer tipo, principalmente declarações que possam colocar em dúvida a lisura, eficiência e independência dos magistrados federais brasileiros.


Diversos debatedores em “hangouts” falam sobre Intervenção. Que os militares só agirão com o povo nas ruas, que os militares estão coniventes, que precisamos pressionar os militares. Mas, por fim, pedem dinheiro. Contas para deposito são divulgadas com a intenção de angariar fundos para viagens dos “lideres” intervencionistas, os pseudo capitães, coronéis e generais.
Se gastos tiverem de ser "cotizados", que haja prestação de contas, não calote.

A Intervenção não é nem pode ser comprada, não depende de dinheiro nem de financiamento de viagens e hospedagens de lideres, o que não há. 
Liderança em Intervenção são os Militares no Generalato, possuidores de curso de estratégia política e, diga-se, de excelência, ministrado pelas Escolas de Comando de Estado Maior das Forças.




Lógico que cientistas políticos se esmeram neste aprendizado, conseguindo debater com certa confiança em suas palavras. Porém, com algumas restrições.

Antônio José Ribas Paiva, Advogado, é Presidente do grupo de estudos União Nacionalista Democrática.

Militar sem visão ampla até tem, mas aos que estão na atividade fim da caserna, o Generalato tem visão abrangente, tanto nacional como do mundo.

Mas só os militares estão diariamente visualizando, interpretando e avaliando o cenário político.
Só a eles cabem decisão acertada sobre nosso destino como Nação independente, como está acontecendo. Basta ouvir o silêncio.
Não esperem tanques nas ruas, pelo menos por enquanto.

Não difamem as Forças Armadas, não as desmereçam, não as acuse de leniência e conivência. Isso que a esquerda quer, fazem há décadas.


Façam a Intervenção acontecer, mostrem total apoio às nossas Forças Armadas, aos Juízes de Fato e de Direito que com mérito alçaram seus cargos. 

Nada de acusações de conivência, nada de pessimismo com palavras como “vai acabar em pizza”, “não vai dar em nada”. É isso que a esquerda quer. Contar com o descrédito como aliado, é só o que lhes resta.

Afinal uma noticia de superação, Brasil é lider em consumo e ditribuição. De cocaína!


O Brasil se transforma em um dos maiores mercados para a cocaína, com uma prevalência que supera a dos Estados Unidos e atinge mais de quatro vezes a média mundial. Os dados estão sendo publicados nesta sexta-feira, 26, pelo Escritório de Drogas e Crimes da Organização das Nações Unidas (UNODC, na sigla em inglês), que também revela que o Brasil passou a ser o maior centro de distribuição de cocaína no mundo da última década, citado em 56 países como o local de trânsito da droga.
Segundo a ONU, produção de coca no mundo parece ter atingido seu ponto mais baixo desde 1990. O informe também aponta para uma contração nos mercados dos Estados Unidos e da Europa.
Mas é o consumo na cocaína na América do Sul que mais preocupa e o Brasil segue uma tendência inversa. A taxa de prevalência da droga na região passou de 0,7% da população em 2010 - com 1,8 milhões de usuários - para 1,2% em 2012, um total de 3,3 milhões de pessoas. As taxas sul-americanos são hoje três vezes a média mundial e parte do aumento teria ocorrido por causa do aumento do mercado no Chile e na Costa Rica.
"Mas o aumento do uso de cocaína na região é liderada pelo aumento do uso no Brasil, que é o maior mercado de cocaína na América do Sul", alertou a ONU. "Apesar de não haver uma pesquisa recente no Brasil, extrapolando dados a partir de pesquisas com estudantes universitários, a UNODC estima que a prevalência do uso da cocaína seja de 1,75% da população adulta do País", indicou.
O dado se contrasta com a estimativa da ONU de que a cocaína seja consumida por 0,4% da população adulta mundial. Se ela continua elevada na América do Norte e na Europa, o informe revela também que existe uma "tendência geral de queda" nesses mercados.
Nos Estados Unidos, a estimativa é de que a prevalência da cocaína chegue a 1,6% da população a partir dos 12 anos de idade. No total, o mundo contaria com um total de 17 milhões a 20 milhões de usuários da droga.
Neste ano, o informe aponta para uma queda do cultivo da coca, chegando a seus menores níveis desde 1990. Na Colômbia, a capacidade de produção seria a menor desde 1996. Mesmo com um cultivo mundial equivalente a 170 mil campos de futebol, a destruição de áreas levou a uma redução da plantação em 10% entre 2012 e 2013.
Para a ONU, a queda do cultivo pode ter tido um impacto também na queda do consumo, com menor acesso ao produto nos Estados Unidos e no Canadá. Ações coordenadas entre vários países e uma guerra entre grupos criminosos também ajudaram na redução do consumo.
Trânsito
O Brasil ainda foi mencionado 1,7 mil vezes como país de trânsito entre 2005 e 2014. Em termos de citações, é superado pela Argentina, mencionada em cerca de 2,1 mil casos em dez anos. Mas o número de países que indicaram o Brasil é o maior do mundo, revelando que o território nacional seria a maior base de exportação da droga.
Quarenta e cinco países de destino da cocaína mencionaram a Argentina como ponto de trânsito, contra 31 para a Colomba. Incluindo todas as demais drogas, apenas o Paquistão supera o Brasil, com 178 países do mundo o citando local de trânsito da heroína.
"Por conta de sua posição geográfica, o Brasil tem um papel estratégico no tráfico de cocaína, e os confiscos dobraram no País em 2013 para mais de 40 toneladas", indicou a ONU.
"A cocaína entra no Brasil por avião, por terra (carros, caminhões e ônibus), por rio (barcos que cruzam o Amazonas), antes de ser enviada para o exterior, principalmente para a Europa, tanto de forma direta como via África", declarou a ONU - 30% da droga confiscada no Brasil tem o mercado externo como objetivo.
Somando todas as drogas ilícitas, a ONU estima que existam 246 milhões de usuários no mundo, pouco mais de 5% da população entre 15 e 64 anos de idade - 27 milhões de pessoas seriam dependentes, dos quais metade por drogas injetáveis.



LULA PÕE PT CONTRA LAVA JATO


Não demorou muito a reação do PT à prisão do dono da Odebrecht, bom amigo de Lula. Depois de Rui Falcão ter recebido instruções precisas do ex-presidente, a Executiva petista reuniu-se na quinta-feira em São Paulo e aprovou uma resolução. 
Nela, o Partido dos Trabalhadores faz a defesa das empreiteiras envolvidas no escândalo da Petrobrás, sob o falacioso argumento de que as prisões “sem fundamento” da Operação Lava Jato são “arbitrárias” e o “prejulgamento” das construtoras terá consequências negativas para a economia nacional, com a paralisia de obras de infraestrutura e consequente aumento do desemprego.

Para obedecer ao chefe, a direção do PT finge ignorar que as “consequências para a economia nacional” já são uma amarga realidade, principalmente no que diz respeito à taxa crescente de desemprego. E isso não por culpa da Lava Jato, e sim da incompetência e irresponsabilidade do governo petista. A grande maioria, 65% dos brasileiros, concorda com isso, como revelam as pesquisas.

À suspeita de que tem sido beneficiado pela generosidade de prósperos empreiteiros cuja amizade conquistou quando estava na Presidência – exemplo notório de Marcelo Odebrecht –, Lula e seus defensores respondem que hoje ele é apenas um cidadão comum, ex-presidente da República que tem importantes e bem-sucedidas experiências políticas e sociais a transmitir aos interessados e por isso aceita ser pago por quem se dispõe a patrocinar suas palestras mundo afora. 
É apenas trabalho que não tem nada a ver com o governo. Exatamente como acontece, por exemplo, com ex-presidentes americanos. São argumentos falaciosos, como demonstra essa última resolução do PT em defesa das empreiteiras. 
Lula não é um cidadão comum – logo quem! –, mas um político muito ativo que tem forte influência no governo e no partido que o sustenta. Tornou-se lobista. Afinal, seus bons amigos empreiteiros não são generosos mecenas interessados em disseminar ideias progressistas pelo mundo, mas negociantes que sabem muito bem onde vale a pena colocar seu dinheiro. 
É óbvio, portanto, que, ao alinhar o PT na defesa das empreiteiras envolvidas até o pescoço no propinoduto da Petrobrás, Lula está preocupado apenas em manter a fidelidade das relações mútuas com os bons amigos que tem no mundo dos negócios.

O combate à corrupção, sintomaticamente, nunca foi tema relevante no discurso do dono do PT, ao contrário do que acontece com Dilma Rousseff, que não perde oportunidade para proclamar sua “luta sem tréguas” contra os malfeitos na vida pública. 
E o PT, por sua vez, é useiro e vezeiro em gabar-se de que nunca antes tanta “gente importante” foi parar na cadeia. 
É propaganda enganosa. Observe-se que recentes manifestações de Lula, obviamente entre quatro paredes, contradizem o discurso de Dilma e do PT. O ex-presidente tem feito pesadas críticas ao ministro da Justiça a respeito das investigações da Lava Jato, reclamando de que José Eduardo Cardozo “perdeu o controle” sobre a Polícia Federal (PF), a ele subordinada. Seria o caso de inferir dessas declarações que, se Lula ainda fosse presidente, aos policiais federais e aos procuradores da República já teria sido ordenado que cuidassem da própria vida ou investigassem a oposição?

O juiz Sergio Moro, cujo rigor na coordenação da Lava Jato incomoda quem tem culpa no cartório, tornou-se alvo da mesma campanha de satanização que Lula e o PT conduziram contra o ministro Joaquim Barbosa no episódio do mensalão. A resolução petista de quinta-feira não cita nomes, mas pega pesado: “Se as prisões preventivas sem fundamento se prolongarem (...), não é a corrupção que está sendo extirpada. 
É um estado de exceção sendo gestado”. E, para não perder a oportunidade, os petistas protestaram também, mais uma vez, contra a prisão “inaceitável” de seu ex-tesoureiro João Vaccari Neto, personagem que aparentemente tem muito a dizer, a julgar pelo enorme empenho do partido em reverenciá-lo.

O tom das críticas do PT à Operação Lava Jato mostra a crescente preocupação de Lula com investigações que se aproximam dos agentes políticos. É por isso que o ex-presidente decidiu tomar “providências”, acusando o governo Dilma de negligência e açulando o PT contra o juiz Sergio Moro e tudo o que possa representar uma ameaça ao seu direito de ir e vir

ESTADÃO - 28 de junho de 2015

Quanto mais a investigação se aproxima de seu nome, Lula mostra em sua fala o desespero que lhe toma conta. Seus argumentos, que nunca existiram, são os mesmos, tentar na voz de outros, declarar ilegalidade, perseguição e "estado de excessão". Esquece ele que até os mais humildes estão se instruindo, se não pela leitura e pelo conhecimento, pela observação do cenário ao seu redor.

domingo, 28 de junho de 2015

PROTESTO DOS MOTORISTAS


Revoltados  com  o  preço  dos  combustíveis,  os motoristas  decidiram protestar: criaram um adesivo que é colado na boca do tanque. 
As fotos dispensam explicações e comentários. 


A presidente, ao tomar conhecimento de que foi colocada numa situação tão constrangedora, ficou irritadíssima  e deu "pedaladas" e "mandiocadas" no que encontrou pela frente...

Em breve o adesivo estará nas bancas e lojas da cidade.

Sucesso de vendas!

Intervenção Militar c/apoio dos EUA


Os agentes das Forças Armadas que estão na ativa não podem se pronunciar sobre uma intervenção, mas os CCI já enxergam “movimentações por parte do Exército”.
Empresário e sargento reservista do Exército, o gaúcho Marconi da Silva Olguins garante que a “intervenção já está em curso”. Ele usa como exemplo a Campanha pela Moralidade Nacional, lançada no último dia 19 de março no Clube Militar do Rio Janeiro. “Esses eventos mostram que os reservistas estão organizados de forma indireta, para não serem vigiados. A inteligência do Exército está acompanhando o que está acontecendo na política. Eles estão preparados e fazendo exercícios militares.”
O general reformado do Exército Marco Felício acredita que seria melhor o impeachment de Dilma, mas se a “aspiração do povo for por uma intervenção, as Forças Armadas estarão prontas”. “As Forças Armadas estão acompanhando o que está acontecendo. Não descarto uma intervenção”, disse.

Estados Unidos da América já estão apar de uma situação de possível intervenção militar no Brasil.

No prestigioso The National Press Club. Falaram sobre o tema o ex-presidente colombiano Alvaro Uribe, Olavo de Carvalho, o irmão do ex-presidente Bush, Jeb Bush, e o sempre sério e respeitado senador Marco Rubio. Confira:
Ou seja: os EUA passam a endossar, justamente nestes tempos bicudos, a tese de que o Brasil pode ter sofrido um golpe eletrônico chavista.

Palavras do general Gilberto Pimentel sobre a postura de Lula ao incitar o exército de Stedilli contra quem quer a deposição de Dilma:

"Esta postura incitadora de discórdia não pode ser de quem se considera estadista, mas sim de um agitador de rua qualquer. É inadmissível um ex-presidente da República pregar, abertamente, a cizânia na nação. Não cabem arrebatamentos típicos de líder sindical que ataca patrões na busca de objetivos classistas", informou a nota no site da instituição.
Para o presidente do Clube Militar, o general Gilberto Pimentel, o ex-presidente Lula tenta se antecipar à prováveis denúncias de corrupção que possam ainda surgir no processo da Lava Jato, que apura irregularidades praticadas na Petrobras.
"O Clube Militar repudia, veementemente, a infeliz colocação desse senhor, pois neste país sempre houve e sempre haverá somente um exército, o Exército Brasileiro, o Exército de Caxias, que sempre nos defendeu em todas as situações de perigo, externas ou internas", disse Pimentel.

Milhões de brasileiros sentiram a necessidade de sair às ruas num impulso misto de patriotismo e sentimento de indignação com a situação político-econômica a que se veem submetidos. Foram mostrar o repúdio a toda a gama de coisas erradas que o governo tem perpetrado, até mesmo com desfaçatez, ignorando a população e prosseguindo na busca de seu projeto de poder.
E toda essa demonstração de insatisfação serviu para mudar alguma coisa?
Sim, pois, no mínimo, sinaliza aos seguidores do Foro de São Paulo, hoje dirigindo o Brasil, que não podem pensar, impunemente, em nos transformar em uma ditadura similar a da Venezuela, nem mesmo num sofrido Equador ou Bolívia que já trilham o caminho abominável do que chamam de bolivarianismo. Que não se olvide, também, que o Brasil, diferentemente desses nossos vizinhos, tem Forças Armadas avessas à execução de políticas partidárias e ideologias em seu âmago, dedicando-se, exclusivamente aos interesses nacionais.
Simples assim? Obviamente que não. Havemos de ter, a partir de agora, uma onipresente vigilância quanto ao que o governo pretende nos impor e quanto às medidas a serem implementadas por ele, prometendo buscar soluções para os problemas que nos afligem, diga-se de passagem, gerados por ele próprio em sua sanha despótica.
Toda a moral brasileira tem que ser revista e em todos os níveis.
Logicamente, a cúpula governante, a elite da Nação, tem que dar o exemplo e se corrigir. Não basta mais dizer, em discursos recorrentes, que vai combater a corrupção, se, na verdade, está praticando esse câncer social na busca de seus interesses.

Intervenção Militar sim:
O fundamental para que haja qualquer Constituição vigente, a democracia e o poder do povo, que é o que de fato é afetado e para quem é destinada a Carta Magna.
Portanto, antes de qualquer análise sincera, honesta consigo e coerente, precisa atentar-se ao artigo de número 1, que por sinal não é o primeiro à toa.
Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO e tem como fundamentos:
I - a soberania;
II - a cidadania
III - a dignidade da pessoa humana;
IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
V - o pluralismo político.
Parágrafo único. TODO O PODER EMANA DO POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos OU DIRETAMENTE, NOS TERMOS DESTA CONSTITUIÇÃO.

A intervenção constitucional militar, admitindo-se que o Exército é um braço do povo e está a seu serviço e existe como sua primeira linha de defesa externa e último recurso interno, é uma escolha e direito do povo clamar por sua mobilização para defendê-lo. Basicamente, portanto, o que distingue um golpe de uma intervenção é se a ação é tomada para defender interesses próprios, políticos ou partidários ou se visa a responder aos apelos do povo.
Casos recentes de intervenção incluem o Egito e a Tailândia. Embora a grande mídia tenha definido esses eventos como golpe, de fato eles foram intervenção. No Egito, por exemplo, depois de violar a Constituição e tentar remodelar o país a própria imagem, a Irmandade Muçulmana enfrentou grande resistência da população, que foi às ruas em peso, resultando na intervenção. Na Tailândia, a corrupção e o abuso de poder no governo também levaram a maioria da população a apelar e apoiar a intervenção.
Enfim, que escolha o povo brasileiro fará sem dúvida deve ser o resultado do foro íntimo de cada um e da soberania coletiva; e não dos arbítrios politiqueiros de uns poucos naquele outro foro, o Foro de São Paulo...

Link: horanews

Avante Brasileiros!

Parabens meu Povo.

As Escolas de Comando formam com excelência em Estratégias Políticas, o conhecimento ali adquirido é para ser aplicado. Quem conhece vê claramente sua aplicação.

Obituário e testamento petista

Pelo que se pode notar nas declarações públicas de petistas notórios, a estratégia para os próximos anos já está traçada. Começou o abandono do partido e a construção de uma versão alternativa dos fatos. Tudo para que o sonho socialista siga vivo em outro partido, redimido por uma narrativa dos fatos que, embora fantasiosa, seja suficiente para animar o militante. O testamento entrega a outros partidos a busca do socialismo; o obituário deixa uma mentira no lugar da história.

O obituário petista proporá que houve duas causas para a morte. Uma, a insatisfação por não ter entregue tudo o que prometeu. Outra, a oposição das elites dominantes ameaçadas em seu poder. Ambas são falsas, mas serão eternamente repetidas pela baixa intelectualidade esquerdista.

A rejeição do PT não ocorre por suas “promessas irrealizadas” – ela é resultado direto daquilo que ele realizou. Os governos petistas, no plano econômico, apostaram no fomento ao consumo sem produção, na concessão de crédito sem poupança, na distribuição sem criação de riqueza, na satanização do empregador e na aliança do BNDES com os empresários amigos. A conta haveria de bater, e a crise que já vivemos é a fatura desta conta. Como Thatcher disse, o socialismo acaba quando termina o dinheiro dos outros. Como todo economista sério alertava que iria acontecer, o modelo petista ruiu.


No plano político, o PT apostou na corrupção como principal forma de dar “liga” na base de apoio. Ao passo em que concentrava poder no executivo federal, acreditava que enquanto a base estivesse com os bolsos cheios, não incomodaria. A ruína das instituições brasileiras aconteceu aberta e deliberadamente, com sustentação na pretensão de reconstruir um Brasil mais parecido com os amigos bolivarianos. O mensalão e o petrolão não são acidentes na história petista – são a principal política petista de formação de uma base de apoio no Congresso. Vários partidos estenderam a mão para receber as propinas milionárias, mas a mão pagadora sempre levava uma estrela.


A terceira estrofe do falso obituário é a tese da direita dominante e seu ódio ao PT. Bastaria, para desmenti-la, olhar para as manifestações de rua e a imensa pluralidade de pessoas que saíram de casa reclamando do PT. Bastaria, talvez, abrir as contas do BNDES – até hoje fechadas – para entender como a verdadeira elite dominante esteve abraçada a Lula e Dilma para ter a chave do cofre à sua disposição. E seguramente bastaria caminhar pelas ruas e ouvir as pessoas, para entender que o antipetismo tem matiz moral, e não econômica; pede decência, e não privilégios.


Com a história recontada, como a esquerda gosta de fazer a cada desastre do socialismo, o PT deixará a outro partido a missão de levar o Brasil à desgraça. Esse é o seu testamento. Sua missão foi cumprida – é hora já dos parasitas abandonarem o corpo para buscar outro hospedeiro.

sábado, 27 de junho de 2015

O 1º BPE já nos esperava


O 1º BPE já nos esperava, pois não somos visita indesejável, não comparecemos de surpresa, avisamos antes.



Às nove horas o dispositivo já estava montado, os primeiros esquerdistas só apareceram depois das 10 horas, afinal, vagabundo não acorda cedo. Tivemos que alertá-lo que os sacos não continham dinheiro, eram só cenário. Tentação é phoda!


Como todo bom Patriota cantamos o Hino Nacional, não sem antes cobrir com a Bandeira nacional um busto estranho àquele local. Acho que isso os irrita, até parece que o busto vai derreter. Portam-se como se aquela Bandeira lhes ofendesse.


Entre os pros e os contra, os pros ganham disparado.  Os contra, apesar de nos xingarem, foram convidados para colocar sua posição de defesa deste governo, mas preferem o insulto, já que não conseguem defender o indefensável. Já os pro, se aproximavam, debatiam e até falavam ao microfone, mostrando saber que o País está sendo roubado, vendido, saqueado.





Steddile e Lula ameaçaram a sociedade e a Nação, o único Exercito que conheço e reconheço é o Exercito de Caxias, o Exercito Brasileiro.


O personagem Stedille, já sem arrogância, se rendeu ao Hino Nacional, o reconhecendo como Símbolo desta Nação, confessou seus crimes e, como nos adianta os acontecimentos, se rende a prisão, sendo algemado.




Uma cena nos emocionou, um morador, vendo nossa presença, se entusiasmou e colocou sua bandeira nacional na janela, ao que o agradecemos.


Esteve presente não a quantidade, mas a qualidade. Com pessoas comprometidas no expurgo dos criminosos de ontem e de hoje, que apesar da anistia, descontam seu recalque dilapidando  os recursos que fazem falta ao povo brasileiro.





Encerramos com um abraço simbólico ao 1º BPE e, após, com uma salva de palmas ao Exercito Brasileiro.



Fica o agradecimento ao 1º BPE, que dentro da Unidade prestava atenção e registarva tudo que falavamos. Também a Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro, que sempre atende nossa solicitação, propiciando a segurança do evento.

O Estado afrontado e policia esculachada

Para quem achava estarmos numa guerra, estamos sim, mas um lado sem combatentes experientes, que apesar das aulas do dia a dia, não aprendem a lição.

Ontem a noite postei em meu Facebook o quão fácil é matar um policial militar, eles ficam dentro da viatura para em local perigoso, com vidros fechados e ar condicionado ligado. Só não são exterminados em lotes por falta de vontade dos bandidos, não é esta a intenção. A intenção é desmoralizar, mais do que já está, o projeto UPP. Tomar uma Unidade desta não é difícil, é notório para qualquer leigo que as queira observar.


"Tá aberta a temporada de tiro ao alvo, o alvo é o policial militar. Já matou seu policial hoje? Eles estão por ai, dando mole pra quem quiser. Parados em locais perigosos, com constantes disparos de arma de fogo, dentro da viatura e com ar condicionado ligado. É "molin" "molin" e não dá nada, é certeza de praticar tiro ao alvo com objetivo parado e indefeso. O melhor é que não dá nada".
Se me desmentir eu ilustro com fotos. Acorda PM!


Libertação de PMs rendidos no Fallet partiu de lideranças do tráfico
Criminosos mandaram policiais sentarem no chão e recolheram as armas dos agentes
FLAVIO ARAÚJO E GUILHERME SANTOS

Rio - Seis traficantes armados com fuzis renderam sete policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Morro do Fallet, no Catumbi, no fim da tarde desta sexta-feira. A informação foi passada por policiais e moradores da comunidade. Os bandidos teriam mandado os PMs sentarem no chão e xingado os agentes, que tiveram as pistolas recolhidas pelo bando. Segundo policiais, os criminosos só devolveram as armas, sem munição, após receberem ordens dos líderes da facção Comando Vermelho (CV) que, de dentro de uma unidade prisional do estado, mandaram que nenhum PM fosse morto e que as pistolas fossem entregues.
Em nota, a Coordenadoria de Polícia Pacificadora (CPP) informou que o comando das UPPs determinou a abertura imediata de uma averiguação para apurar denúncia de invasão a uma das bases de apoio da UPP Coroa/Fallet/Fogueteiro. O comunicado confirmou a ação do Bope na favela e ressaltou que nenhum armamento foi roubado e que não houve ataque à base da UPP. Os traficantes do Fallet são investigados em um inquérito da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) há um ano. 


A comunidade do Fallet tem Unidade de Polícia Pacificadora, que faz patrulhamento rotineiro nas ruas
Foto:  Severino Silva / Arquivo Agência O Dia
Segundo testemunhas, os traficantes subiram pela mata até a base avançada Campo do Capitão. A ação criminosa mobilizou moradores e outros policiais militares que, em mensagens pelo WhatsApp do DIA (98762-8248) , relataram que houve tentativa de resistência dos PMs da UPP. “Muitos tiros agora no Fallet, policiais encurralados”, escreveu um morador.
“Prioridade, toda a polícia no Fallet”, enviou um PM em mensagem de voz pedindo ajuda para os colegas. Moradores também relataram que aulas foram suspensas e crianças liberadas e que, depois da ação de bandidos, houve confronto no local.
Após devolverem as armas dos policiais, os traficantes teriam mandado um recado pelos policiais rendidos ao comando da unidade: “Nós é que mandamos aqui”. O Fallet foi ocupado no fim de 2010 e recebeu UPP no início de 2011. Em resposta ao ataque, a PM enviou o Bope, que ocupou o morro. Até o fechamento desta edição, não havia relatos de prisões ou apreensões. O policiamento na comunidade foi reforçado também com homens do Grupamento de Intervenções Táticas da UPP, além de agentes de outras unidades.
Homens do 5º BPM (Praça da Harmonia) realizaram, já no início da noite de ontem, um cerco na Avenida Almirante Alexandrino para que os suspeitos não conseguissem escapar da ação no morro pela mata e chegassem à Zona Sul.


Ação de criminosos deixa moradores assustados
Em maio, quatro pessoas morreram e pelo menos cinco ficaram feridas em tiroteios na região dos morros do Fallet, Fogueteiro e Coroa. Nos quatro primeiros anos depois da chegada da UPP nas localidades, apenas três homicídios foram registrados nas comunidades. A mudança de cenário assusta os moradores.
“A violência tem aumentado muito, com relatos da guerra por disputas de pontos de (venda de) drogas e ataques aos policiais. Está difícil viver aqui”, desabafou uma moradora, de 58 anos, que pediu anonimato.
Em um dos casos de maio, Diego Luniére, de 22 anos, foi vítima de bala perdida no confronto entre traficantes de facções rivais. Diego foi baleado no pescoço na comunidade do Fallet, onde morava com o pai, no domingo do Dia das Mães. Na ocasião, desolada, a mãe do rapaz, Nilce Rodrigues, garatiu que o filho não tinha envolvimento com a criminalidade.

Enquanto isso, as UPPs de lata continuam lá, a espera que alguem as faça de peneira. Nem na sede do Comando das UPPs há segurança, dois soldados sentados à espera do ataque numa guarda inexistente, que nada poderá fazer diante de um ataque surpresa.

Mas, vá lá, vá na sede do comando das UPPs e procure um oficial, um oficial superior. Ou não o encontrará ou dirão que não está.

Enquanto isso, a mãe da soldado Alda ainda aguarda seu direito ser cumprido pelo Estado. Ela e outras centenas de filhos, mães e esposas de policiais mortos.