segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Foro de São Paulo ameaça intervir no Brasil em favor da narcoditadura do PT


 “Brasil: defender la democracia ante la amenaza de golpe de estado”
En nuestro reciente “Manifiesto de apoyo solidario al pueblo y gobierno de Brasil”, a propósito de la convocatoria del Partido de los Trabajadores (PT) a una gran movilización popular para el 20 de agosto pasado, en respuesta a la enorme campaña desestabilizadora lanzada por la oposición con el fin de derrocar al gobierno legítimo, expresábamos que esta campaña responde a una contraofensiva oligárquico- imperialista, la cual no ha cesado en atacar por todos los medios a los gobiernos de avanzada que han asumido por la vía electoral con una clara propuesta anti liberal y autonómica que abriera el camino hacia una verdadera independencia y justicia social.
Estos ataques en sus efectos más trágicos tomaron la forma de golpes de estado, como los que se concretaron en Honduras y Paraguay, así como los que intentaron y fracasaron en Venezuela, Bolivia y Ecuador, antecedentes de tal gravedad que no pueden dejar de considerarse como una amenaza potencial a la democracia, más aun cuando últimamente las campañas desestabilizadoras se han intensificado en Argentina, Ecuador, Venezuela y en Brasil, desde el triunfo de Dilma a fines de 2014 para asumir su segundo mandato.
Sin embargo, debemos de reconocer, que la caída en la popularidad de Dilma – aunque con cifras exageradas por la encuestas manipuladas por las agencias que responden a la derecha y a los grandes medios- no se debe sólo a la conspiración desestabilizadora de la derecha, sino también a los propios errores del gobierno, la situación económica nacional e internacional, la falta de respaldo parlamentario y en gran medida por la enorme corrupción que abarca amplios sectores públicos y privados y principalmente el escándalo en Petrobras, a pesar que ya han sido consignados por la justicia y llevados a prisión varios magnates dueños de grandes empresas, funcionarios y políticos de todos los partidos.
En los últimos días, la derecha extendió su campaña contra Lula, quien mantiene aun una gran popularidad, debido al prestigio obtenido por haber impulsado en sus dos períodos de gobierno, el proyecto de justicia social, abatiendo la pobreza en más de treinta millones de brasileños, fortificando la soberanía nacional y por haber sobresalido como factor importante en la unidad e integración de Nuestra América. Recordemos que Lula junto a los presidentes Hugo Chávez y Néstor Kirchner, encabezaron el pronunciamiento para derrotar al ALCA, plan de dominación imperialista impulsado por Bush, en Mar del Plata, Argentina, en noviembre de 2005.
Precisamente, la estrategia de la derecha es tomar como blanco principal a Lula, quien además de seguir siendo un líder popular indiscutible que se interpone en sus propósitos, se vislumbra a ser nuevamente firme candidato presidencial.
En los hechos, lo que pretende la derecha nacional e internacional es el derrocamiento del gobierno por los medios que sean, legales o ilegales. En las manifestaciones de la oposición además de exigir la caída de Dilma, se exhiben cartelones pidiendo el regreso de los militares.
En estos momentos, se ejerce con la mayor virulencia la campaña desestabilizadora contra el gobierno de Brasil, montada por el imperialismo, la oligarquía local y la derecha internacional, a través de los poderosos monopolios de los medios de comunicación y el asedio constante de la oposición que sin lugar a dudas reviste una intención golpista.
Si cayera el gobierno de Dilma, no cabe ninguna posibilidad de que por la vía democrática, sea reemplazada por un gobierno más radical que emprendiera un definido camino al socialismo y a un mejoramiento de las condiciones sociales, por el contrario, la única alternativa que se vislumbra es la imposición de un gobierno de extrema derecha por medio de un golpe de estado, tal como lo denunció hace unos días Evo Morales, lo que significa una gravísima amenaza a la democracia en Brasil y por extensión a toda Nuestra América.
Por lo tanto, la defensa de la democracia en Brasil implica la defensa de los procesos autonómicos emprendidos en los países de Nuestra América por su integración y hacia una verdadera independencia y justicia social.
MOVIMIENTO DE SOLIDARIDAD NUESTRA AMÉRICA
MOVIMIENTO MEXICANO DE SOLIDARIDAD CON CUBA
COORDINADORA MEXICANA DE SOLIDARIDAD CON VENEZUELA
COMITÉ DE SOLIDARIDAD CON BOLIVIA
FRENTE PARA LA VICTORIA DE ARGENTINA EN MÉXICO
GRUPO DE FRENTEAMPLISTAS DE URUGUAY EN MÉXICO POR LA IZQUIERDA

Delações detonam Nova República

Pela primeira vez na nossa história o fim de um ciclo no Brasil está ligado à Justiça (que acaba de convalidar as delações premiadas de A. Youssef). A independência (1822) acabou (em termos) com o colonialismo (1500-1822); a lei áurea (1888) foi o golpe mortal do Império (1822-1889); Getúlio (1930) aniquilou a Primeira República (oligárquica, do “café com leite”); a democracia populista e patricial (1945-1964) liquidou o Estado Novo autoritário; a ditadura civil-militar (1964) derrotou o chamado (e controvertido) “risco do comunismo”; as delações premiadas (2015) estão detonando os senhores neofeudais donos do poder e da Nova República.


Delações detonam Nova República (a de Youssef vale, diz STF)
Já foram feitas 22 delações e podem ainda acontecer mais umas 30 ou 40, disse o PGR. Elas estão no epicentro da implosão de mais um ciclo da nossa existência coletiva. Depois de 30 anos (1985-2015), a Nova República (redemocratização) chegou ao ápice do seu esgotamento, com dezenas de empresários, altos funcionários e ex-políticos na cadeia. Não podemos continuar chamando de destino todas as asneiras que cometemos na nossa construção política, econômica e social. “Quando um barco [dá sinais evidentes de que] começa a afundar, não reze. Abandone-o” (Max Gunther). É preciso colocar um ponto final na Nova República.
As crises todas que estamos vivendo (que não são novidade, diga-se de passagem), vistas em seu conjunto, vão muito além das “roubalheiras do PT” (que aprimorou, aprofundou e institucionalizou a corrupção no aparelhamento do Estado, mas não a inventou). A corrupção sistêmica é uma das marcas registradas de todos os governos da redemocratização (Sarney, Collor, Itamar, FHC, Lula e Dilma). “Não importa a distância já percorrida na estrada errada, volte [ou mude de rumo]” (Provérbio turco).
Quem diria que as delações premiadas fossem produzir tanta eficácia a ponto de detonar a Nova República, assim como as bombas atômicas dizimaram Hiroshima. O STF, por unanimidade, acaba de convalidar a homologação das delações feitas por Youssef. O ato homologatório de Teori Zavascki não tem nada de nulidade. Youssef é apontado como um dos principais organizadores do esquema de desvio de recursos da Petrobras. Foi a partir das delações dele que o STF abriu a maioria dos inquéritos contra 35 congressistas suspeitos de ligação com a criminalidade organizada dentro da estatal. Um “conluio de delinquentes” assaltaram a Petrobras (disse o ministro Celso de Mello).
De qualquer modo, as delações não são provas, enquanto não comprovadas dentro do devido processo legal (com todas as garantias). Não se admite condenação penal quando a única prova residir na prova de agente colaborar. Mesmo que se associem a outros depoimentos, não importa (Celso de Mello – STF, HC 127.483).
A suposta inidoneidade de Alberto Youssef para firmar acordo de delação depois de descumprir a cláusula de não voltar a delinquir, incluída em colaboração anterior, foi refutada pelo STF (por unanimidade). O ministro Dias Toffoli explicou que a idoneidade não se verifica em razão dos antecedentes criminais, mas sim em decorrência da comprovação das informações resultantes da colaboração. Até porque, destacou, os delatores são pessoas envolvidas em delitos que têm como objetivo a redução das sanções penais ou a obtenção de benefícios nas condenações a que venha sofrer.
Gilson Dipp, num parecer (veja Conjur), opinou pela derrubada das delações de Youssef por falta de credibilidade (sobretudo porque ele já quebrara delação anterior). O paradigma do direito penal brasileiro, por decisão do poder político (Executivo e Legislativo), se alterou: a palavra (delação) dos ladrões passou a ter grande relevância no nosso sistema penal (tudo depende do quanto que o delatado é comprovado em juízo). O Estado falido e moralmente carcomido (em virtude da baixa estatura moral das bandas podres e cleptocratas dos seus donos econômicos, financeiros e políticos) necessita das informações do ladrão, como o paciente de hemodiálise carece de sangue. O Estado brasileiro jogou a toalha. Para mostrar eficácia, precisa contar com a ajuda dos ladrões. É por meio deles que se está chegando aos barões-ladrões.
No novo paradigma penal, quanto mais ladrão seja o agente (posto que tem mais informações), mais útil ele será. Quanto mais ladrão, mais informações e quanto mais informações, mais provas e quanto mais provas, mais “prêmios” para o delator e mais penas para os delatados. Essa é a dinâmica do direito premial. O mais premiado será sempre o ladrão mais festejado. Quem não sabe que o ladrão, especialmente o do erário, de pronto, não tem credibilidade? Mas isso é o que menos importa para o novo sistema de “Justiça” criminal. Entramos definitivamente na era do “direito líquido” (Bauman). A pós-modernidade corre por entre os dedos. O sistema jurídico Hermes (descrito pelo belga François Ost) é flexível, comunicativo e volátil. Algo mais profano seria impossível. A lógica da nova Justiça é peculiar. De qualquer modo, “A lógica, como o whisky, perde seu efeito benéfico quando tomada em quantidades exageradas” (Lord Dunsany).
O artigo 86, § 12º, da Lei 12.529/2011 (tanto quanto a nova lei anticorrupção), traz a sanção da “quarentena” (de 3 anos) àquele que descumpra o acordo de leniência nos casos de carteis ou das pessoas jurídicas que geram danos ao Estado. Diferentemente, a Lei 12.850/2013 (Lei de Combate às Organizações Criminosas) não previu essa sanção de “quarentena”. Quem já quebrou delação anterior pode fazer uma nova (no mundo da criminalidade organizada). Interpretação contrária (como pretende o ex-ministro Dipp) seria analogia contra o réu (in malam partem). Totalmente inconstitucional, portanto. O valor da delação está diretamente ligado às provas que dela podem emanar. Por mais ladrão e mau-caráter que seja a pessoa, se suas informações forem confirmadas por provas indiscutíveis, mais prêmio ele vai receber. Esse é o espírito do novo sistema. Não há nulidade nisso nem prova ilícita por essa razão, desde que o juiz jamais condene qualquer pessoa só com base na delação.
A falta de credibilidade do delator não constitui razão legal para o juiz recusar a homologação da delação. Por isso que Teori Zavascki (do STF) homologou a colaboração de Youssef. Frise-se que o acordo de colaboração premiada pretende colher provas ou elementos de prova a fim de alcançar os resultados nela previstos. Mais utilitarismo impossível. De escanteio ficou a polêmica sobre a ética. A delação em si não serve de prova. Pouco importa, portanto, de acordo com o novo sistema de “Justiça”, que o delator seja impoluto ou cafajeste. A qualidade do agente, por si só, não contamina a delação, se dela a Justiça consegue provas do crime investigado, recuperação dos bens surrupiados e ressarcimento dos danos causados. Tudo isso já acontece nos EUA intensivamente desde o final do século XIX. “Não há nada novo sob o sol, mas há muitas coisas velhas que não conhecemos” (Ambrose Bierce).
Para o STF a quebra de um acordo não impede que outro seja celebrado, caso o Ministério Público considera a participação relevante, porque ele não interfere no teor dos depoimentos dos colaboradores. Isso porque a homologação valida apenas o acordo que traz benefícios e obrigações para o delator, sem confirmar o teor das declarações.
Lewandowski foi mais longe: o fato de as delações serem fechadas com delatores ainda presos não anula necessariamente a delação. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, 30% das delações foram fechadas com pessoas ainda presas. “A prisão por si só não vicia a vontade do delator. Mas isso não impede que o delator comprove que sofreu algum constrangimento a comprometer a livre manifestação de sua vontade, com familiares ameaçados, acometidos por doença, esse ato por ter natureza negocial não subsistirá”, disse Lewandowski.
Professor
Jurista e professor. Fundador da Rede de Ensino LFG. Diretor-presidente do Instituto Avante Brasil. Foi Promotor de Justiça (1980 a 1983), Juiz de Direito (1983 a 1998) e Advogado (1999 a 2001). [ assessoria de comunicação e imprensa +55 11 991697674 [agenda de palestras e entrevistas] ]


Por quê Intervenção Constitucional?


O Estado existe para proteger as pessoas, nunca para oprimi-las, como ocorre, de há muito, no  BRASIL.

O SISTEMA POLÍTICO e seus mecanismos devem garantir o REGIME DEMOCRÁTICO.

Ele é a SEGURANÇA DO DIREITO DE TODOS e não, apenas, a segurança e as regalias da CLASSE POLÍTICA.

Para RESTABELECER AS INSTITUIÇÕES DEMOCRÁTICAS, usurpadas pela classe política, é imprescindível a INTERVENÇÃO CONSTITUCIONAL JÁ!


Quem cumprirá tal missão? As FORÇAS PATRIÓTICAS, civis e militares.


Golpe? Não tem nada disso! Golpes os políticos ladrões vêm dando - antes até do nascedouro dessa tal "Nova República" que vigora de 1985 até agora.


Os segmentos esclarecidos do povo exercerão seu Poder Instituinte de promover a Intervenção Constitucional.



Porque o Brasil não tem outra saída democrática!

Antônio José Ribas Paiva é Advogado.


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

CPMF não volta! O nome é CIS, só muda o nome.

Temer diz que volta da CPMF "é burburinho", por enquanto

O vice-presidente Michel Temer disse nesta quinta-feira (27) que a discussão sobre a possível volta da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é “um burburinho” e que o governo não está avaliando a recriação do tributo, extinto em 2007. “Por enquanto é burburinho, vamos esperar o que vai acontecer nos próximos dias”, disse Temer a jornalistas em entrevista após encontro com o ex-presidente da França, Nicolas Sarkozy, em São Paulo.


Além da CPMF, imposto sobre fortunas também é estudado pelo governo

População se divide sobre nova taxação

A proposta que prevê o retorno da Contribuição provisória Sobre Movimentação Financeira (CPMF), confirmada pelo governo, poderá ser enviada pelo Executivo ao Congresso Nacional dentro de um pacote que incluiria outros tributos, como a taxação de grandes fortunas. Segundo uma fonte ligada ao governo, a tributação dos mais ricos seria uma maneira de minimizar o desgaste provocado pelo retorno da contribuição.

A proposta da CPMF foi confirmada ontem pelo ministro da Saúde, Arthur Chioro. A antiga taxa ganhará o nome de Contribuição Interfederativa para a Saúde (CIS) e sua alíquota ficará em 0,38%, percentual que vigorou de 1999 até o fim de 2007, quando foi extinta. A previsão é de que o imposto arrecade um valor de até R$ 85 bilhões ao ano. A proposta é que os recursos do tributo sejam partilhados com os estados e municípios e restritos apenas a algumas movimentações financeiras, numa tentativa de preservar quem tem menor renda.


A CPMF que nasceu como uma alternativa provisória para custear a saúde, viveu por 24 anos até ser derrubada. Durante sua existencia o que menos custeou foi a saúde, que continua cada dia pior. Apesar de negarem, ela volta, agora com o nome de Contribuição Interfederativa para a Saúde (CIS) e, como antes vai tapar o rombo que também insistem em negar.

quinta-feira, 27 de agosto de 2015

IMPERDÍVEL A LEITURA...

                                                                  Alberto Saraiva, presidente do grupo Habib's

O desabafo do Presidente do grupo Habibs
"Quer me chamar de coxinha, paneleiro, elite branca, bebedor de Black Label (parabéns pra esse último! Sensacional!)...
Ok. Acho até divertido...
Mas faz um favor para o seu país antes!
Emprega alguém!
Na CLT!
Paga tudo direitinho!
Pega toda a sua grana e coloca na sua ideia...
No seu negócio.
Pega um financiamento, com a maior taxa de juros do mundo, e arrisca seu pescoço na sua iniciativa...
Aluga um escritório ou uma loja!
Compra um estoque!
Corre o risco de verdade!
Se o governo tirar o incentivo para o consumo, não desanima...
Pega outro empréstimo, com a maior taxa que o mundo moderno já viu!
Paga os juros do primeiro empréstimo com outro empréstimo!
E vai com fé na sua ideia!
Paga o décimo terceiro e as férias do teu funcionário!
Sem vender m..... nenhuma em Dezembro... Janeiro... Fevereiro...
Nem no mais lindo Carnaval do mundo, quando todo mundo pára de trabalhar...
Ou na Copa das Copas que te deu 12 dias úteis num mês corrente...
Paga mais para os teus fornecedores, já que os seus custos também aumentaram devido à energia, gasolina e dólar...
Mas, diminui o seu preço, pra tentar ser competitivo numa economia recessiva...
Então, tenta fazer com que uma estrutura enxuta seja perene. Acaba com sua eficiência!
Vai ser difícil, já que o seu cliente está quebrado e não pode te pagar mais...
E corre o risco de quebrar de vez, perdendo todo capital que você investiu...
Fez tudo isso?
Então beleza!!!
Me chama do que quiser... Você é um herói e não me interessa qual partido apoia!
Tem o meu respeito!!!
Não fez nada disso?
É político de carreira?
Está encostado em alguma bolsa?
Mama na teta do governo?
É vagabundo?
... E pensa que pode falar sobre patrão e empregado, classes sociais, oportunidades e exploração da cadeia produtiva...
Desculpa, mas... Cala a boca! E vá prá PQP!..
.... Só entende esse texto quem está no ramo do comércio, é empresário, é autônomo!!!!
Alberto Saraiva, presidente do grupo Habib's


Os filhos da CUT e os filhos do Brasil



Há dois grupos em conflito: os filhos da CUT e os filhos do Brasil. Eles podem ser facilmente reconhecidos pelas cores que usam nas manifestações: os filhos do Brasil vão de verde-amarelo; os filhos da CUT preferem vermelho.

Os filhos do Brasil, mais numerosos, fazem seus protestos no domingo, porque precisam trabalhar na segunda-feira. Os filhos da CUT, em menor número, fazem seus protestos no meio da semana, porque têm estabilidade no emprego ou foram liberados pelos chefes. Sem contar o pão com mortadela, é claro.


Os filhos da CUT invadem propriedades (como fizeram com a Fazenda Figueira, em Londrina, uma das mais produtivas do Brasil). Os filhos do Brasil garantem uma safra recorde e carregam a economia do País nas costas. Mesmo assim, os filhos do Brasil são chamados de capitalistas, burgueses, exploradores e escravocratas. Enquanto isso, os filhos da CUT recebem polpudas verbas federais para continuar realizando suas marchas e invasões.

Os filhos da CUT chamam os filhos do Brasil de golpistas. E, no entanto, é o presidente da CUT que incita seus correligionários a pegar em armas para defender a “presidenta”. Os filhos da CUT chamam os filhos do Brasil de fascistas. E, no entanto, são os filhos de CUT que poderiam dizer, com Mussolini: “Tudo para o Estado, nada contra o Estado, nada fora do Estado”. Os filhos da CUT chamam os filhos do Brasil de inimigos da democracia, mas quem defende a turma do mensalão e do petrolão são os filhos da CUT; e também são os filhos da CUT que querem censurar os filhos do Brasil nos jornais e nas redes sociais.


Os filhos do Brasil constituem a imensa maioria, algo como 91% da população. Mesmo em minoria, os filhos da CUT são muito perigosos, porque nada têm a perder, exceto o poder. E, vamos admitir, eles são muito mais experientes em estratégias e manipulações. Sem contar que os filhos do Brasil são amadores na política, não têm emprego estável nem ajuda oficial; precisam lutar pela sobrevivência, e isso consome tempo e energia. Só os filhos da CUT podem se dedicar à política em tempo integral.

Os filhos da CUT estão muito nervosos de um tempo para cá, principalmente depois de certas prisões efetuadas pela Operação Lava Jato. Ultimamente eles também não têm apreciado bonecos infláveis. Por falar em Lava Jato, há um teste infalível. Se você estiver em dúvida se alguém é filho da CUT ou filho do Brasil, pronuncie calmamente as palavras “Sérgio Moro”. Se o sujeito sorrir, é filho do Brasil. Se fizer careta ou sair correndo, é filho da CUT.

Os filhos da CUT também são filhos do Brasil, e merecem perdão. Mas ajudaria se eles parassem de mandar em nós. Misericórdia!

Paulo Briguet é Jornalista. Originalmente publicado no Jornal de Londrina em 24 de agosto de 2015.


Moradores fazem cartazes sobre riscos de assaltos em bairros do Rio

CCartaz com alerta sobre assalto foi colocado em rua do Rocha, na Zona Norte do Rio Foto: Leandro Melo / via WhatsApp

Igor Ricardo - EXTRA

A falta de segurança levou moradores de dois bairros do Rio de Janeiro a estenderem pedidos socorros: cartazes pendurados pelas ruas alertam visitantes para o risco de assalto nas regiões. No Rocha, na Zona Norte do Rio, o aviso está na Rua Almirante Ari Parreira, segundo conta o estudante de Pedagogia Leandro Melo, de 24 anos. Ele relatou o problema através do WhatsApp do EXTRA (21 99809-9952 e 21 99644-1263). Leandro afirma que o policiamento na área é escasso e reclama dos roubos. De acordo com o estudante, a faixa de alerta foi instalada no início desta semana.
- Já fui assaltado aqui quando estava a pé. Meu pai quando estava no carro. O policiamento é precário. As viaturas da PM passam raramente - afirmou o estudante.
Perto do Viaduto de Santíssimo, faixa indica área de assaltos Foto: Foto do leitor / via WhatsApp

Em Santíssimo, na Zona Oeste do Rio, o problema parece se repetir. Por isso, os moradores tiveram a mesma ideia e confeccionaram um cartaz com os dizeres “Cuidado! Área sujeita a assalto”. Também por meio do WhatsApp do EXTRA, um morador relatou o ocorrido, mas preferiu não se identificar. Segundo ele, o alerta foi colocado na noite desta terça-feira e fica nas proximidades do Viaduto de Santíssimo.

- De noite, essa área fica deserta, sem luz. Ou seja, muito perigoso. Eu ainda não fui assaltado, mas muita gente já foi assaltada por aqui - declarou.
De acordo com índices do Instituto de Segurança Pública (ISP), a capital do Rio registrou 29.254 roubos de rua de janeiro a julho deste ano contra 28.263 no mesmo período, um aumento de 3%. Ainda seguindo os dados do ISP, no bairro do Rocha foram registrados 62 roubos a pedestres em julho deste ano contra 83 no mesmo período do ano passado, uma redução de 25%. Já em Santíssimo, foram 104 roubos a pedestre em julho deste ano contra 95 no mesmo período do ano passado, um aumento de 9%.
Até às 16h, a Polícia Militar não tinha enviado resposta sobre as reclamações dos moradores do Rocha e Santíssimo.

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Tucano promete arrancar cabeça de Dilma à "foice e martelo"

Advogado foi candidato pelo PSDB em 2014 e ganhou notoriedade após propor a criação do “kit macho” e do “kit fêmea”, para defender crianças da 'influência homossexual'

O advogado Matheus Sathler Garcia diz que o País vive uma ditadura cubana e pede Dilma Rousseff "renuncie, fuja do Brasil ou se suicide"

Rejeitado nas urnas nas eleições passadas, quando era candidato a deputado federal pelo PSDB de Brasília, o advogado Matheus Sathler Garcia volta a protagonizar uma nova polêmica nas redes sociais após divulgar um vídeo no qual ameaça “arrancar a cabeça” da presidente Dilma Rousseff (PT) “com a foice e o martelo” no próximo dia 7 de setembro.
Em 2014, o advogado ganhou notoriedade – e uma representação na Justiça feita pela Ordem dos Advogados do Brasil do Distrito Federal – após aparecer em um vídeo defendendo a criação do “kit macho” e do “kit fêmea”, para defender crianças da 'influência homossexual'. 




No vídeo publicado no Youtube, na terça-feira (25),  Sathler começa sua fala afirmando que dá um “recado claro à presidanta Dilma Rousseff” e faz uma incitação: “no dia 7 de Setembro a gente não vai pacificamente para as ruas. Vamos, juntamente com a as forças armadas populares do Brasil, te tirar do poder. Com a foice e o martelo nós vamos arrancar a sua cabeça. Aqui não é ameaça, nem aviso. Porque quando o povo agir já vai ter mais volta. Renuncie, fuja do Brasil ou se suicide”.

Além das ameaças, o advogado relata fatos e palavras de ordem das manifestações nas ruas, citando o foro São Paulo, dizendo que o País vive uma ditadura cubana e que a presidente é terrorista. Por fim ele pede: “Que Deus traga paz a nossa nação”.
Procurado pelo iG, Sathler informou que não tinha nada a declarar.


 IG

Como já muito explanado, vários delinquentes se pronunciaram sobre pegar em armar contra a sociedade brasileira, sendo o ultimo um insignificante vereador de Porto Seguro, buscando seu momento de fama ou de prisão.
Havemos de convir que nossas Forças Armadas continuam em silencio diante disso tudo, mas, silencio não quer dizer passividade.

VEREADOR REPETE A IRRESPONSABIIDADE DO PRESIDENTE DA CUT






Nas redes sociais vemos a insatisfação quando as pessoas, assim como qualquer outra que sente ameaçada, se revoltam contra os que deveriam proporcionar defesa, neste caso as FFAA. Este Advogado, embora com palavras ameaçadoras não é único, ele se junta a milhares ou até milhões com o mesmo pensamento; pensamento este que pode mesmo formar um “exercito popular”.

Traficante Playboy vira questão de prova em colégio e gera críticas no Rio


O traficante Celso Pinheiro Pimenta, Playboy, morto no dia 8 de agosto, virou questão de prova. Os alunos do 3º e 5º ano do Ensino Fundamental do Centro Educacional Macedo Silva, de Realengo, na Zona Oeste do Rio, responderam a uma pergunta sobre a identidade do criminoso em uma prova de Geografia, feita há uma semana. A questão, de múltipla escolha, aplicada na última terça-feira, perguntava o apelido do bandido morto e dava como opções os apelidos de outros criminosos. O caso foi noticiado pela rádio BandNews.
A abordagem incomodou alguns responsáveis, que chegaram a procurar a direção da escola.

— Eu achei um absurdo! Inclusive, vim aqui na escola para falar sobre isso. Em casa eu evito que meu filho fique sabendo dessas coisas, aí a escola bota isso em uma prova? — questiona Patricia Passos, mãe de um aluno de 11 anos que fez a prova.
                                                              Fachada do colégio que fica na Zona Oeste do Rio 
Segundo Patricia, não é a primeira vez que isso acontece. No ano passado, também em uma prova de Geografia, seu filho respondeu uma questão sobre a invasão de uma favela por um comando rival.

                                            Patrícia Passos, mãe de um aluno do 5º ano, critica a postura da escola 

No Facebook, Aline Siqueira, mãe de uma aluna do 3º e outra do 5º, mostrou-se indignada e publicou uma foto da prova. A postagem recebeu dezenas de curtidas e foi apoiada por outros responsáveis.
“Caraca, elas (as filhas) só veem desenho. Será que estou errada em estar indignada?”, escreveu a responsável. Em um dos comentários, um dos amigos comentou: “Mais uma forma de enaltecer a cultura da bandidagem”.
Aline acredita que a postura da escola acabou estimulando a curiosidade das crianças, que foram procurar quem eram os outros criminosos que apareceram na questão multipla escolha.
— Minha filha disse que uma coleguinha, de 8 anos, tentou acessar a internet da escola para descobrir quem eram os outros bandidos — disse Aline: — Esses bandidos não são deuses, nem heróis.
Apesar de achar as crianças muito novas para responderem esse tipo de pergunta, Elaine Souza, mãe de uma aluna do 5º ano, diz que é impossível que as crianças já não soubessem do fato.
— A internet está aí! Não tem como evitar que as crianças saibam disso. Tanto que quase todas elas acertaram — opina Elaine.
Para a consultora em educação Regina de Assis, a atitude da escola foi inapropriada.
— O que isso tem a ver com geografia? Um bandido foi citado como alguém que as crianças devem conhecer para ganhar uma boa nota — critica Regina — Se os professores estivessem analisando como o mal é visto pelas crianças, seria diferente. Mas em uma questão de múltipla escolha, não me parece que houve qualquer intenção de reflexão.
A direção da escola informou, em nota, que o objetivo pedagógico é "desenvolver o espírito crítico frente a diferentes situações vividas". A nota diz, ainda, que "nosso estabelecimento situa-se na cidade do Rio de Janeiro onde esses e outros assuntos sobre criminalidade, violência, insegurança e tráfico são recorrentes no nosso dia a dia".
Leia a nota da escola na íntegra

"O Centro Educacional Macedo Silva, vem em nome da direção e equipe pedagógica esclarecer sobre a questão ATUALIDADES contida na prova de Geografia aplicada para o Ensino Fundamental. NOSSO OBJETIVO É DE ABORDAR ASSUNTOS GERAIS DE NOSSO COTIDIANO, como fazemos em nossas aulas. Nossa Proposta Pedagógica expressa claramente em um dos seus objetivos de ensino, desenvolver o espírito crítico frente a diferentes situações vividas, compreender a cidadania como participação social e política, assim como exercício de direitos e deveres e repúdio as injustiças, respeitando o outro e exigindo para si o mesmo respeito. Enfim, posicionar-se de maneira crítica, responsável e construtiva.
Importante ressaltar, que nosso estabelecimento situa-se na cidade do Rio de Janeiro onde esses e outros assuntos sobre criminalidade, violência, INSEGURANÇA e tráfico são recorrentes no nosso dia a dia e veiculados nas mídias e redes sociais maciçamente, o que desperta dúvidas e curiosidades em nossos alunos, que logo trazem essa abordagem para dentro dos muros da escola, estimulando diálogos e promovendo debates entre alunos e professores.
Reiteramos aqui o nosso compromisso com a verdade, dignidade e responsabilidade no exercício da formação e educação de cidadãos de bem."
 Totalmente repulsiva a abordagem da escola, principalmente levando em conta o público atingido, crianças de dez anos. Como não bastasse a mídia enaltecendo bandidos mostrando suas "façanhas", ainda temos escolas fazendo referencias sem mostrar o mal que representam para a sociedade.

Ministério Público neles!

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Obrigado 1º BPE.



Em nossa ultima manifestação no 1º BPE, observamos um mastro com a Bandeira Nacional. Bandeira visivelmente em frangalhos pelo longo tempo exposta.
                  Homenagem a Lamartine Babo, que dá nome a Praça.

A Praça Lamartine Babo é de administração da Prefeitura do Rio de Janeiro, que consentiu por omissão que outra figura intrusa fosse ali colocada, o ajudante de terrorista Rubens Paiva. Figura esta que está sempre em observação dos esquerdistas, até quando a cobrimos com a Bandeira Brasileira. Comportam-se como o “vampiro” tocado pela cruz, derrete de raiva.

                    Figura intrusa, ajudante de terrorista Rubens Paiva

Pois bem, diante do mau estado de nossa Bandeira, fizemos contato com o Oficial de Dia ao 1º BPE, relatando nossa intenção de no próximo Dia da bandeira, 19 de novembro, fazermos a troca por uma nova e maior.
Nesta semana tivemos uma surpresa, ela foi trocada.



Obrigado 1º BPE.