segunda-feira, 30 de novembro de 2015

Mega-Sena: senador cobra providências da CEF sobre suspeitas de fraude

Jornal do Brasil
Ana Siqueira

       Episódio mais recente de suspeitas diz respeito ao sorteio nº 1764 da Mega-Sena, na última quarta

O senador Alvaro Dias (PSDB) encaminhou nesta segunda-feira (30) um ofício à presidente da Caixa Econômica Federal (CEF), Miriam Belchior, cobrando providências sobre as suspeitas de fraudes envolvendo as loterias. O principal questionamento do líder da oposição no Senado se refere ao concurso 1764 da Mega-Sena, realizado na última quarta-feira (25), que sorteava o maior prêmio da história do Brasil. Segundo o parlamentar, a CEF inicialmente teria informado que o valor se acumularia pela décima vez consecutiva. Momentos depois, anunciou que um único apostador de Brasília (DF) levou o prêmio de mais de R$ 205 milhões.
Em discurso no plenário da Casa na tarde desta segunda-feira, Alvaro Dias ressaltou a repercussão do episódio nas redes sociais e lembrou denúncias antigas em relação aos sorteios. “Não é um assunto novo. Em 2004 e 2005, especialmente em 2005, denunciei desta tribuna, com base em informações sigilosas fornecidas pelo COAF [Controle de Atividades Financeiras], que com muita sorte alguns jogadores ganhavam muitas vezes na loteria. Um deles chegou a ganhar 525 vezes”, ironizou o senador. À época, a Caixa informou que estava colaborando com as investigações e “tomando todas as providências de abertura de processos disciplinares, apuração de responsabilidades e afastamentos, nos casos de envolvimento de empregados do banco”.

 Ainda assim, o senador atesta que até agora os resultados das investigações do Ministério Público Federal e da PF não são conhecidos e cobra esclarecimentos sobre quais foram as medidas administrativas efetivamente adotas pela CEF a respeito do assunto. “Essa denúncia teve como consequência a instauração de um inquérito policial que tramita na 2ª Vara da Justiça Federal, mas esse inquérito ainda não apresentou seus resultados definitivos”, afirmou Dias, que é também autor de um projeto de lei para evitar a lavagem de dinheiro em sorteios.
Ainda em tramitação e sob a relatoria de José Pimentel (PT), o PL nº 62, de 2007, estabelece normas para o sacador que vencer qualquer sorteio, como a comprovação da origem dos recursos das apostas e a verificação de seus antecedentes criminais. O texto ainda prevê a constituição de um banco de dados para identificar sacadores reincidentes e exige que, antes de efetivar pagamentos de prêmios, o gerente tenha que comunicá-los ao COAF e à Central de Loterias.
“O que se pretende é maior transparência nas ações que a CEF desenvolve administrando as loterias, afinal elas fazem parte das vidas de milhões de brasileiros. Acalentam o sonho de melhorarem de vida ganhando um prêmio. Muitas pessoas pobres acabam aplicando recursos na esperança de que o sorteio de uma das loterias possa brindá-los com um prêmio. Vamos aguardar as previdências da Caixa para analisarmos as hipóteses de novas providências”, disse o senador em seu discurso ao plenário. Ao JB, Alvaro Dias confessou não ter expectativas positivas em relação à resposta da instituição.
“Eu acho que não vai ser alguma coisa muito diferente, a Caixa vai dar uma resposta habitual dizendo que houve equívoco na informação, o que não significa que houve equívoco no sorteio”, afirmou, apostando que o retorno deve acontecer em breve porque seu ofício foi protocolado diretamente na presidência do banco. Dentre as novas providências cogitadas pelo parlamentar estão, de acordo com ele, o encaminhamento das denúncias ao Ministério Público Federal. Tudo isso, porém, depende do teor da resposta da Caixa.
Em seu ofício, Alvaro Dias também lembrou as fraudes investigadas pela Operação Desventura, deflagrada pela Polícia Federal em setembro deste ano. O esquema, que tem o ex-jogador Edílson Capetinha na lista de suspeitos, teria supostamente desviado mais de R$ 60 milhões em bilhetes premiados, não sacados pelos ganhadores, que deveriam ser destinados ao Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). De acordo com a PF, a investigação apontou para a participação de correntistas da CEF que eram escolhidos pela quadrilha para movimentar grandes volumes financeiros, além de recrutar gerentes do banco para que eles viabilizassem o recebimento do prêmio por meio de suas senhas, validando de forma irregular os bilhetes falsos.
 Embora tenha ficado fora do texto enviado à presidente da Caixa, em 2004 Alvaro Dias e o então senador Demóstenes Torres pediram esclarecimentos da Caixa sobre o concurso 529 realizado em Rio das Ostras (RJ), no qual 15 apostadores do Nordeste ganharam um prêmio no valor de R$ 348.732,75 cada. A tese dos parlamentares era de que, com a diferença de horários entre o local onde foi realizado o sorteio das dezenas e o fechamento das apostas na região, seria possível fraudar a Mega-Sena. Na ocasião, a CEF refutou as denúncias dizendo que os terminais são interligados a um servidor central e desligados no mesmo horário, o que impossibilita quaisquer fraudes. 
“Além das denúncias passadas, solicito a Vossa Senhoria os esclarecimentos cabíveis sobre imprecisões e falhas na divulgação do resultado do sorteio em epígrafe, e a respeito do episódio de o site/portal utilizado pelas loterias federais ter ficado fora do ar durante algumas horas na data em questão. Igualmente solicito informações sobre eventuais medidas desta instituição no sentido de aprimorar os mecanismos de fiscalização envolvendo os procedimentos que integram o processo de sorteio das Loterias Federais”, disse o parlamentar em seu ofício.
O JB entrou em contato com a assessoria de imprensa da Caixa Econômica Federal, que afirmou ainda não ter recebido o ofício do senador Alvaro Dias. De acordo com a instituição, tão logo o texto seja recepcionado pelas pessoas responsáveis, a Caixa irá se manifestar sobre o assunto. Acerca das dúvidas a respeito do concurso nº 1764 da Mega-Sena na última quarta, a CEF divulgou nota oficial atestando que, "exclusivamente na tela inicial das Loterias no site, houve atraso na atualização dos dados, o que manteve a palavra "acumulou" referente ao sorteio anterior. No entanto, desde o primeiro momento, as informações sobre o referido concurso foram atualizadas normalmente na página específica da modalidade Mega-Sena e no aplicativo da CAIXA para celular".

80 ANOS SE PASSARAM! E ELES NÃO SE DESCULPARAM!

80 anos da Intentona Comunista. Em 23 de novembro de 1935, militares comunistas se rebelaram em Natal, onde estabeleceram um governo provisório. Houve levantes em Recife, no dia 24, e no Rio de Janeiro, no dia 27. Os revoltosos foram derrotados rapidamente, não sem antes fazerem muitas vítimas entre os militares legalistas.



Na madrugada de 27 de novembro de 1935 – é o que conta a história oficial – um grupo de militares rebeldes assassinou covardemente, pelas costas, seus companheiros de farda que se achavam dormindo, sublevando o 3º Regimento de Infantaria da Praia Vermelha, no Rio de Janeiro e espalhando a revolta pelos quartéis vizinhos, chegando até o Campo dos Afonsos, onde se achava instalada a Escola de Aviação.

Não há como participar da solenidade em que se homenageiam os mortos na Intentona Comunista de 1935 e não se emocionar. Ao ouvir a chamada nominal dos militares cujos restos mortais encontram-se depositados no mausoléu erigido especialmente com esta finalidade e responder PRESENTE, em uníssono com todos, assistência e tropa, após a anunciação dos nomes, o toque de silêncio pungente do clarim e a salva de honra fazem a alma do cidadão, antes mesmo da alma do soldado, sofrer um frêmito. Não importa quantas vezes você tenha assistido, na ativa ou na reserva, esta será a sensação.
   Lembremo-nos que cerimônias semelhantes ocorrem nas cidades de Natal e do Recife onde muitos tombaram, civis e militares, sem que até hoje a história tenha precisado o número. E o Rio de Janeiro, então Capital Federal, onde pretendiam obter pleno êxito. Foi a primeira tentativa de tomada do poder. Não alcançaram sucesso, mesmo agindo traiçoeiramente, assassinando companheiros dormindo, mercê da reação da tropa e da absoluta falta de apoio da sociedade. Os comunistas tentariam novamente, sendo rechaçados mais uma vez pela reação democrática de março de 1964. Os comunistas retornariam com ações armadas, desencadeando uma guerra interna no período 1968/1974. Os agentes do Estado reagiram e contando com o apoio da sociedade os derrotaram, militarmente. Os comunistas, anistiados, retornaram as suas atividades e reescreveram a história. Mas, como ontem, continuam sendo repudiados pela maioria da sociedade brasileira.
A alocução que principiou a cerimônia frisou esta mensagem, valendo-se do exemplo da história, como ensinamento para as atuais e futuras gerações: o Brasil e os brasileiros não aceitam ideologias estrangeiras espúrias, cujos princípios não se coadunam com os da imensa maioria do povo brasileiro, onde as Forças Armadas selecionam os seus quadros funcionais.

  80 anos se passaram! Muitos partidos políticos com ideologia exógena nos seus postulados participam da vida nacional. Quase todos têm a sua origem nas primeiras agremiações comunistas, as mesmas que causaram as mortes que ainda hoje se pranteia. Nunca se desculparam! As Forças Armadas, ativa e reserva, homenagearam os seus membros que morreram pela Pátria. Poucas profissões no mundo obrigam este supremo sacrifício aos que nelas se engajam. Jovens soldados, experientes chefes militares, em expressivo número, cumpriram com o seu dever cívico nesta ensolarada manhã. Não os esqueceremos, jamais!
Marco Antonio Esteves Balbi. Coronel Reformado EB


Em 1989, a filha do capitão Danilo Paladini deu o seguinte depoimento:
“Vi, tive em mãos, cuidadosamente guardada para mim por minha mãe, a farda que meu pai vestia quando foi morto. Ali estava nítida, a marca do tiro que pelas costas lhe penetrara o pulmão, saindo pelo coração.”

“us puliça” X “us bandido”


Se houver um erro, procure a culpa no soldado. Se houverem mais erros, procure a culpa no “general” (A Arte da Guerra)

Lembram quando o Comandante da PMERJ resolveu comandar? Assumir o planejamento e emprego de seu efetivo? Pois é, já está exonerado. A PMERJ terá novo comandante a partir de janeiro de 2016.

No comando dos exércitos há sete males cruciais:

I. Executar cegamente ordens tomadas na Corte, segundo o arbítrio do príncipe, sem se ater às circunstâncias.

II. Tornar os oficiais confusos, despachando emissários que ignoram os assuntos militares.
III. Misturar regras próprias à ordem civil e à ordem militar.
IV. Confundir o rigor necessário ao governo do Estado e a flexibilidade que o comando das tropas requer.
V. Dividir a responsabilidade.
VI. Disseminar a suspeita, que engendra a desordem: um exército
confuso conduz à vitória do inimigo.
VII. Aguardar ordens em todas as circunstâncias. (A Arte da Guerra)

Vivemos uma rotina de guerra, policiais e bandidos se digladiam diariamente com seu arsenal. Como resultado os erros se sucedem, claro que por parte da PM, já que bandidos cagam e andam em quem pegue o tiro.

Lidar com esta “guerra” e com seu saldo de mortos, feridos, mutilados, incinerados não é nada fácil. Não há mente sã que consiga ficar sã. Polícia não é solução da violência, o Estado deve muito mais.

Mas, ignorando dolosamente isso, teimou em formar policial como uma “linha de montagem” de uma indústria.


Só que numa "linha de montagem" vagabunda e barata a um custo elevado.


Os erros vão acontecendo e a reciclagem de quem convive com isso nunca.
Comandar a policia militar deixou de ser um cargo de qualificações, é um bônus para aquele que se disponha a aceitar politica de governo e, se contrariar, é deposto.

Ao percorrer as fileiras de teu exército, se notares algum vazio, preenche-o. Se encontrares superabundância, reduz. Se perceberes algo alto demais, abaixa. Se houver algo excessivamente baixo, eleva. Se teus soldados de audaciosos se tornaram tímidos e temerosos, se neles a fraqueza tomou o lugar da força, a baixeza o da magnanimidade, fica certo de que o coração deles se corrompeu. Procura a causa da degradação e extirpa-a pela raiz. (A Arte da Guerra)

Obre este evento vergonhoso para a PMERJ, onde cinco pessoas foram fuziladas dentro de um carro sem característica de escolha de bandidos (pequeno, 1.0  e de duas portas) fica exposta a fragilidade e chances de que novamente volte a ocorrer, parece que o governo tem intenção de desqualificar ada vez mais a PM, facilitando sua desmilitarização.


Ouvi dois coronéis qualificados administrativa e operacionalmente da PMERJ, ambos apontam a falha, ela está na gestão, na gestão da segurança pública. Mesmo sem citar nomes, é notório que o “general” também deve ser incluído neste rol de acusados destas e de outras mortes ocorridas sem o amparo legal. Afinal, é sabido que temos um secretário de segurança marginal, marginal da Lei.

                                          Beltrame é acusado de improbidade administrativa

A Justiça do Rio de Janeiro aceitou nesta sexta-feira (9) a denúncia contra o Secretário de Estado de Segurança, José Mariano Beltrame, por improbidade administrativa na aquisição de viaturas da Polícia Militar.

Quanto aos governadores, passado e atual, nem preciso comentar.

Mas tudo bem, apressaram em destituir o comandante da Unidade PM envolvida, um Coronel negro, integro  e capaz.

Imaginemos este meso fato acontecido na Zona Sul do Rio de Janeiro. Impossível de acontecer, sejam negros ou brancos. O policiamento lá está dinamizado para que isso não aconteça, enquanto nas periferias os policiais de menor graduação estão só e, por dolo, culpa, incompetência ou ignorância, vão cometendo os mesmos erros.

Será que a "linha de montagem" falhou na escolha da matéria prima?

AS OLIMPÍADAS E O EXÉRCITO DO PT

De bom tempo para cá enxurradas e mais enxurradas de imigrantes ilegais estão livremente entrando, circulando e ficando no território brasileiro. Observa-se nas estações rodoviárias de todos os lugares jovens de boa compleição física, que pela aparência e atitudes demonstram que são de outras regiões do mundo. Aos olhos do observador, predominam os africanos e  os haitianos.


Sem dúvida essas imigrações ilegais não são espontâneas e decorrem de uma política muito bem estudada e planejada, com possíveis objetivos de ulterior “utilização” dessa gente como uma força capaz de  ajudar na implantação do domínio absoluto da sociedade brasileira, ou seja, na implantação do ABSOLUTISMO (que eles chamam de “democracia”), que se pensava banido da civilização.

Parece que esses imigrantes clandestinos não têm qualificações profissionais superiores às dos brasileiros, para que eventualmente pudessem ser úteis no preenchimento de certas lacunas. Mas longe está de repetir-se o fluxo de imigrações ocorrido nos Séculos XVIII e XIX, que na verdade só trouxe bons resultados ao desenvolvimento do Brasil, principalmente na produção rural e no industrialismo nacional. Essa foi uma imigração significativamente construtiva, enquanto o mesmo não se pode garantir com a que hoje está em curso, talvez até de caráter “predatório”, não só por ausência de formação profissional adequada, mas também por concorrer com a mão de obra desqualificada disponível e ociosa dos brasileiros, agravando sobremaneira o desemprego dos nacionais.


Essa gente deve ter caído numa armadilha e acreditado em promessas mentirosas “lá fora”( Lula estava na África com frequência), e aqui chegando talvez tenham até que se submeter ao trabalho quase escravo e à exploração de empregadores sem escrúpulos sociais. É evidente que não foram “importados” para que pudessem melhorar a qualidade de vida, ou progredir na pirâmide social, porém somente para fazer número para um maior proletariado. Não houve nenhuma filantropia ou altruísmo. Tudo foi um “negócio”, estupidamente com alma e carne humanas.

Mas essa gente cheia de saúde e vitalidade que chegou e vem chegando às “pencas” lá de longe, principalmente homens e jovens, certamente está apta para funções que dependem de bom condicionamento físico, imprescindível até mesmo para certas funções, como a de integrarem  exércitos, formais ou informais.

Agora o Governo da Presidente Dilma resolveu baixar uma lei que dispensa qualquer “visto” na entrada de turistas no território brasileiro para as Olimpíadas de 2016. Enquanto o mundo todo anda se precavendo contra o terrorismo, após o recente atentado em Paris, o governo brasileiro abre as portas do país para a entrada livre de qualquer um, inclusive, terroristas, se for o caso.

Mas o problema maior não está aí, embora não se possa descartar essa hipotética ameaça. O Brasil nem tem o “cacife” que muitos pensam que tem para atrair terroristas. O terrorismo por aqui daria pouca repercussão no mundo. E não é isso que esses fanáticos querem. Eles querem mídia,muita mídia, e essa mesma mídia “burra” nem desconfia disso, dando cada vez mais vitamina ao terrorismo.                                                                                              
O problema maior reside na “vinda” dessas pessoas, que certamente não chegariam para assistir qualquer competição olímpica. Viriam para ficar, é evidente. Passariam a somar-se aos contingentes de imigrantes ilegais que já chegaram e não saíram mais, nem sairão, por livre e espontânea vontade. Alguém consegue dar alguma notícia sobre os africanos que chegaram para a Copa do Mundo? Eles voltaram depois da Copa?  Quantos chegaram e quantos voltaram? Qual o controle que teriam as autoridades brasileiras sobre essa população das “Olimpíadas”, já que não tem esse controle  sobre as demais pessoas em idêntica situação que fincaram raízes nessas terras?

Sem entrar no mérito se essas imigrações ilegais são positivas ou negativas para o país, uma coisa é certa: elas favorecerão prioritariamente as correntes de esquerda que tomaram conta do Brasil desde 2003. Neste sentido bom é recordar LENIN, que após a vitória bolchevique na Rússia de 1917, afirmou que para garantir a revolução comunista seria preciso aumentar o número da população do proletariado russo.

Não seria esse o objetivo do PT com essa “importação” clandestina de gente de algumas partes selecionadas, ”coincidentemente” POBRES, do mundo? Aumentar o proletariado para garantir-lhes o trono por mais algumas décadas ou séculos, nessa democracia falsificada, ou OCLOCRACIA? Por quê existem tão poucas famílias nessas “importações” de gente? Por quê predominam homens fortes e jovens?  Não estaria aí o embrião de um exército de proletários-clandestinos?

Some-se a essa suposição o fato do total desmantelamento do arsenal do Exército Brasileiro que ,segundo dizem, teria só uma hora de munição se entrasse em combate, é lógico  que o trabalho do exército de imigrantes clandestinos seria muito facilitado, por resistência deficiente ou inexistente, mesmo porque não lhes faltaria armas nem munição, que existem com fartura  lá nos  “amigos” do outro lado da fronteira.

Como disse o filósofo: “quem avisa amigo é”.

Sérgio Alves de Oliveira, Advogado e Sociólogo

sábado, 28 de novembro de 2015

EXIGIMOS NOSSO PAÍS DE VOLTA!!!

“TRISTE REALIDADE”

  General Pimentel – Presidente do Clube Militar


Ontem pela manhã, assisti num jornal televisivo uma cena ao mesmo tempo dramática e revoltante. Uma senhora de meia idade, aos prantos e com fortes dores, numa fila de hospital clamando por assistência médica. Nas suas mãos uma senha, acreditem, com o número mil duzentos e alguma coisa. Um funcionário informou-lhe que o atendimento, considerando a disponibilidade de médicos, seria coisa para mais de ano. Absurdo.


Em seguida, pelo rádio, já a caminho do trabalho, ouvi as notícias a respeito do estado de abandono da UERJ e da paralisação do hospital Pedro Ernesto vinculado àquela universidade. O apresentador estimulava os alunos a cuidarem eles próprios daquelas instalações, tomadas pelo lixo, enquanto o governador alegava falta de recursos, explicando que a falência da Petrobrás levara o Rio de Janeiro à beira da insolvência.


Mais tarde, circulando pelo Centro, mais precisamente pela Avenida Passos e imediações do SAARA, local do comércio mais intenso e tradicional da cidade, pude ver a quantidade assustadora de lojas, algumas muito antigas, que cerraram suas portas. Falidas certamente. Gente, para onde caminha o nosso País?

Tomo conhecimento mais tarde, pelos jornais, que temos hoje cerca de nove milhões de pessoas desempregadas, um contingente alarmante, principalmente se considerarmos que há expectativa de crescimento daquele número nos próximos meses.

Pelos mesmos jornais verifico que faltam hoje 1,157 milhão de vagas nas pré-escolas brasileiras. A educação infantil para as crianças de 4 e 5 anos é obrigatória desde 2009, quando foi aprovada a Emenda Constitucional (EC) número 59. As metas estão completamente defasadas da realidade. No ensino básico passa-se algo semelhante, enquanto cresce em escala geométrica o número de menores de rua, 25000 segundo o último censo.

As estatais, com dívidas astronômicas, estão quase todas envolvidas em esquemas da corrupção que se institucionalizou no País, à frente a Petrobrás, que quase faliu. No esquema, envolveram-se os auxiliares de Lula, desde o seu primeiro mandato. Nomes como o de José Dirceu, José Genuino, Vaccari Neto, Delúbio Soares, João Paulo Cunha e, agora, o líder do PT no Senado Delcídio do Amaral, todos da linha de frente do lulopetismo, e só para citar os mais conhecidos, já foram condenados ou estão sob investigação.


O Juiz Sergio Moro, encarregado da operação Lava-Jato, um ano e oito meses de investigações e de prisões, afirma que há muita gente ainda para responder à Justiça, mas que Governo e Congresso, e acho que poderíamos também incluir aqui o Judiciário, estão longe de responder à altura da gravidade do problema e aos anseios da sociedade que clama por punições. Pesaroso, afirma o Juiz que a Operação Lava-Jato tem sido uma voz no deserto. Sinal claro de impunidade. Já vimos esse filme.


Atualmente 150 congressistas têm pendência na mais alta corte do país, quase um quarto do Congresso Nacional. No ano passado eram 14. Hoje, 52 são réus em 100 ações penais. Aí estão incluídos os presidentes do Senado e da Câmara dos Deputados. Todos com uma única preocupação: livrar-se das penas da Lei, dispostos para isso a utilizarem-se de todas as suas vergonhosas imunidades. Já se ouviu de algum deles algo como: “sou imune, sou impune”.


Enquanto isso a presidente, máximo da incompetência e inaptidão para o cargo, inteiramente perdida, sem apoio político, é a causa maior da paralisia do País. A economia, entregou a um antípoda seu e do partido que representa. Quase um inimigo. Submissa a seu criador, o ex-presidente Lula, não tem a menor condição de tirar o Brasil da enrascada em que nos meteram.

Quanto a Lula, tenho dito e repetido, é o inimigo público número 1. Não tenham dúvidas de que foi ele o maior responsável por tudo o que hoje passamos. É nele que devemos concentrar nossa atenção. É ardiloso, ambicioso, mentiroso, megalomaníaco. Mestre do descaramento. A ele não importa que tudo vá para o inferno, desde que seja favorável à sua volta em 2018. Não dá para compreender como a mídia ainda concede espaço livre a esse indivíduo para continuar iludindo seus ingênuos seguidores com seus delírios de grandeza e para destilar seus ódios. Duro ser brasileiro numa quadra como a que vivemos.

Por outro lado, o congresso, com letra minúscula mesmo, porque aquela casa há algum tempo já não nos representa, dentro de poucos dias estará em recesso. Seus integrantes, certamente com suas viagens agendadas, menos para Paris desta vez é claro, só estarão de regresso depois do Carnaval. O povo? Este que se dane, é hora de desfrutar do produto dos milionários rendimentos e subsídios que recebem e, no caso de muitos, também das propinas e de outras maracutaias. O povo que se vire. As vítimas do maior desastre ecológico de todos os tempos? Que esperem sentadas. Irresponsabilidade total. E nem uma voz que se levante dentre eles. São todos iguais ao final. Num país sério estariam em prontidão, como todos nós, pois ninguém mais é capaz de assegurar qual a tragédia do dia seguinte.


Ontem, durante o programa Roda Viva, da TV Cultura, o entrevistado, o consagrado economista Gustavo Franco, ex-presidente do Banco Central, afirmou que a crise que o lulopetismo instalou no País é de tal gravidade que ameaça pulverizar todo o legado do Plano Real do qual ele próprio foi um dos criadores. Mais adiante, perguntado sobre as saídas que vislumbrava disse que a solução passa, necessariamente, pela mudança do governo. Mas 2018 está muito longe, creio que seria um tempo insuportável. A sociedade precisa sair da inércia, pressionar, pressionar e pressionar, até que essa gente devolva nosso Brasil. Enquanto é tempo.

EXIGIMOS NOSSO PAÍS DE VOLTA!!!



sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Sei o que quero e onde conseguir

Quer Intervenção? Ouse, faça acontecer. Aceite o convite e venha conosco, se quiser ousar. Desta vez com Banda de Musica.



CML, Copacabana e Cinelândia não me encantam, são cenários artificiais. O cenário real é nos quartéis operacionais, onde o sangue ainda ferve se provocado. Na Escola de Comando e Estado Maior não é diferente, são coronéis se preparando para o Generalato e, embora seja um pulo um tanto político, eles estão atentos ao que acontece. 

O clamor é original, as falas são verdadeiras e o mexer com o ego deles não tem preço. Dá pra perceber as reações.

Seja na ECEME, na Vila Militar ou nas vias de acesso, o alvo são eles; os militares. De soldado a coronel, dentro de suas esferas de conhecimento, as indagações acontecem. Os porquês são inevitáveis.

Funciona como um "diapasão", que após vibrado, lança suas ondas por um raio grande. Por onde passa desperta atenção, reflexão e o questionamento. 

Este questionamento, comparado com a realidade e respostas, certamente os leva a concluir que não está certo. Tá lançada a semente! Se os "melancias" nada fazem, que haja a quebra da hierarquia!

Preocupados eles ficam, um general no seu ultimo patamar, quatro estrelas, se porta passivo com tudo isso; vai ser confrontado com o crivo de seus subordinados. Sua leniência será posta em suspeita.

Os relatórios circulam a cada manifestação feita num destes locais, circulam em todas s esferas até Brasília. Embora possam ter caráter reservado, certamente quem não é classificado em assuntos sigilosos também terá acesso.

A "putada", apesar de tudo, continua "deitando e rolando" às nossas custas. O deboche é evidente. TODOS FORA, INTERVENÇÃO NESTA ZONA QUE SE TORNOU O BRASIL!

Quer Intervenção? Ouse, faça acontecer.



DILMA assina DECRETO que confirma que no Exercito existirão 152 GENERAIS em “atividade”



No exército brasileiro agora são cerca de 1.400 militares para cada general. O número de oficiais “estrelados” – considerados políticos por alguns militares – vem crescendo ao longo dos últimos anos. Em Israel, um país que vive conflitos ininterruptos, a proporção é de cerca de 9 mil militares para cada general.

Esse número exagerado de oficiais generais parece ser uma herança lusa, há alguns anos foi amplamente divulgada uma crítica norte americana às forças armadas portuguesas. O embaixador americano à época solicitou os serviços de uma banda militar para um evento oficial, a questão se estendeu muito e para o americano ficou evidente que os oficiais portugueses tinham verdadeiro TERROR deTOMAR DECISÕES IMPORTANTES.
O EMBAIXADOR americano conta como um pedido simples, que nos EUA seria resolvido por um sargento ou oficial subalterno, em Portugal chegou até o Chefe do Estado Maior do Exército.
“Pedimos ao comandante da academia militar portuguesa se a banda da academia podia atuar numa receção da embaixada americana. O assunto chegou até em ao general de duas estrelas que respondeu que isso teria de ser aprovado pelo chefe do Estado-Maior do Exército”.!
O embaixador americano então enviou um telegrama para Washington, o título era: “O que há de errado com o Ministério da Defesa português?”. Lembramos que como membros da OTAN, as forças armadas portuguesas são assunto pertinente para os norte-americanos.

Vejam alguns trechos do documento escrito pelo embaixador Thomas Stephenson há dois anos e avaliem se também poderia se encaixar em nossa realidade.
“… é uma estrutura “rígida” e incapaz de tomar decisões. A imagem de generais sentados sem fazerem nada não é uma mera alegoria.”
“…Os militares têm uma cultura de statu quo em que as posições-chave são preenchidas por carreiristas que evitam entrar em controvérsias, em vez de serem preenchidas com pensadores criativos, promovidos pelo seu desempenho”,
“Espera o tempo suficiente, dizem-nos os oficiais, e chegarás a coronel ou a general. Esta cultura fomenta um pensamento adverso a correr riscos e um corpo de oficiais superiores para quem adiar uma decisão é quase sempre a melhor decisão”
 No documento o embaixador ainda critica o número exagerado de oficiais generais, cerca de um para cada 250 soldados, e diz ainda que há 170 generais “adicionais” para serem usados em tempo de guerra, eles se mantém inativos, mas recebem salário.


A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 84, caput, incisos IV e VI, alínea “a”, da Constituição, e tendo em vista o disposto no art. 1o e no art. 2º da Lei nº 7.150, de 1º de dezembro de 1983, e no art. 1o da Lei nº 8.071, de 17 de julho de 1990,
DECRETA:  Art. 1º  O Anexo ao Decreto nº 8.399, de 4 de fevereiro de 2015, passa a vigorar na forma do Anexo a este Decreto.   Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.
Brasília, 24 de novembro de 2015; 194º da Independência e 127º da República.
DILMA ROUSSEFF  /   Aldo Rebelo
Este texto não substitui o publicado no DOU de 25.11.2015
ANEXO
“I – OFICIAIS-GENERAIS
General de Exercito, permanece nos 15
General de Divisão, de 37 para 46
General de Brigada, de 71 para 91

Total, de 123 para 152









7
11
152



Para entender a prisão de Delcídio Amaral

Numa primeira avaliação podemos imaginar que a prisão de um senador pedida pela PGR, acatada pelo STF e confirmada pelo senado em menos de 24 horas demonstraria que as instituições republicanas estão funcionando.
Ledo engano.

Para entender é preciso ouvir a gravação que motivou essa agilidade toda. Pode ser acessada aqui: Gravação que levou a prisão.
É a peça mais interessante até agora apresentada na operação Lava-jato pois escancara as entranhas da República.
Delcídio Amaral não é um simples senador petista. Era o líder do governo no Senado, um sujeito com trânsito em todos os partidos e instituições, além de ser homem de confiança de Lula.
Na conversa dele com o filho de um réu na Lava-jato que negociava uma delação premiada, onde foi oferecida a possibilidade de fuga do sujeito após a negociação de um Habeas Corpus com integrantes do próprio STF, com ajuda de Michel Temer, Renan Calheiros e de outros figurões da política, da situação e da oposição.
Ele apresenta as consequências negativas da delação e Cerveró implicando André Esteves, Dilma Roussef e outras figuras já citadas. Também o advogado que participou da reunião apresentava a estratégia de tratar as prisões como ato desumano que forçaria os presos a confessarem. E como eles contavam com a decisão do Ministro Fachin de definir as delações como ilegais, destruindo toda a operação Lava-jato.
O Supremo agiu rápido para abafar logo a suspeição sobre o circo montado em Brasília para proteger a quadrilha no poder.
Se de fato as “instituições” estivessem funcionando Dilma Roussef não estaria mais na presidência da República, o registro do PT já estaria cassado e as dezenas de políticos bandidos implicados no Petrolão estariam presos.
Seria necessário usar apenas uma fração da agilidade demonstrada no caso Delcídio....
E a imprensa marrom já vem ao socorro do PT, tentando blindar Dilma de possíveis revelações do senador. A Folha de São Paulo novamente funciona como aparelho do partido, fazendo o serviço sujo, numa matéria assinada pela filha do secretário de comunicação do próprio PT!
A filha de José Américo Dias (foto), secretário nacional de comunicação do partido, é a jornalista da Folha de São Paulo que cobre o partido, em Brasília. Seu nome, Marina Dias. Sua especialidade: matérias positivas para o PT, tipo aquela de Lula praticando academia que ela publicou em primeira mão. E muitas e muitas outras. Procurem no acervo da Folha uma reportagem da sua lavra que seja negativa para o Partido dos Trabalhadores. São raríssimas e quando ocorrem a matéria é dividida com outros repórteres. Aliás, “furos” sobre o PT são a especialidade da repórter, pois dizem, inclusive, que ela é afilhada de Edinho Silva, o secretário de comunicação do governo. Fontes e privilégios não devem faltar.


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Dilma endossou lei que isenta de visto todos os turistas que vieram para a Olimpíada. Basta dizer “vim pra olimpíada”?

BURRA e inconsequente? Dilma endossou lei que isenta de visto todos os turistas que vieram para a Olimpíada. Basta dizer “vim pra olimpíada”?

Pedimos desculpas pelo título tão direto. Mas, a paciência está no limite. Segundo agências internacionais especialistas em segurança já dizem que o Brasil não tem estrutura mínima para oferecer segurança durante as olimpíadas.  Para eles o Brasil não estaria se dando conta de que mais de 500 mil turistas reunidos em uma só cidade gera uma oportunidade para quem deseja semear o terror.
A presidente Dilma Rousseff endossou o projeto de lei que dispensa  necessidade de visto para a entrada de estrangeiros no Brasil para os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
Diplomatas  dizem que enquanto os governos ocidentais estão muito preocupados com a segurança de seus atletas e turistas durante os jogos, em sua visão as autoridades brasileiras são extremamente complacentes, se fiando em posição histórica do Brasil como ação não-alinhada, multicultural, que seria livre de inimigos.
O PL 3.161 de 2015, dos deputados Alex Manente, do PPS de São Paulo, e Carlos Eduardo Cadoca, do PCdoB de Pernambuco, diz que a liberação de entrada desses estrangeiros não está condicionada à aquisição de ingressos para o evento esportivo.
O Brasil a partir de agora é território livre.
O Ministério do Turismo comemorou. Dizem que com isso teremos um acréscimo de cerca de 20% no número de turistas. Esperamos que ninguém pague com a vida a decisão de nossa tresloucada presidente da república.
A lei entrou em vigor ontem e tem validade até o dia 18 de setembro de 2016. De acordo com o Ministério do Turismo, a medida tem como objetivo atrair mais visitantes ao país e aquecer a economia. 
Sociedade Militar


Massacre dos atletas israelenses nas Olimpíadas de Munich, 1972