terça-feira, 19 de janeiro de 2016

A amante de Lula e os diamantes de Rondônia

Em recente entrevista ao amigo Paulo Benito do programa Conteúdo Amazônia  fui questionado sobre ‘alguma’ novidade de bastidores. Entre tantas, comentei sobre um “boato” de qual seria o motivo da recente operação Cratóns da Policia Federal em Rondônia, onde foram presas pessoas envolvidas com extração e venda de diamantes oriundos da TI dos índios Cinta Larga.
Esta operação, a Cratóns,  foi executada como desdobramento da operação Lava Jato ( conduzida de Curitiba pelo juiz federal Sérgio Moro) que está desmontando uma quadrilha que está agindo no Brasil há mais de uma década. Uma quadrilha com fortes ligações com o ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva e seu Partido dos Trabalhadores.

Pois bem, não é segredo na Republica a existência da “primeira amante”, uma mulher que vivia em surdina e que em 2012 veio a ser “conhecida” no escândalo Rosegate, a toda poderosa Rosemary Noronha.

Uma das possíveis linhas de investigação dá conta de ocultação de dinheiro ilícito, fruto de corrupção, em forma de diamantes. Fácil de carregar, fácil de esconder. Na palma da mão, pode-se facilmente colocar alguns milhões de dólares na forma de uma única pedra.
Segunto portal Alerta Total, Rosemary “ganhou” de Lula um passaporte exclusivo de membros do primeiro escalão governamental para viagens de negócio ao exterior, que fazia sem a presença do amigo Lula.
O Serviço de inteligência das Forças Armadas receberam informes de que Rose participaria de negócios com diamantes em pelo menos cinco países: Bélgica, Holanda, França, Inglaterra e Alemanha.
As pedras preciosas seriam originárias de negócios ocultos feitos pela cúpula petralha na África, principalmente Angola. Tal informação também foi passada à PGR pelos militares.
Outra informação destacada é de não existem registros nos anais da FAB das viagens internacionais feitas por Rosemary Noronha nos aviões da Presidência da República, embora a ex-chefe do gabinete paulista de Dilma tenha viajado 24 vezes ao exterior com o amigo e chefe Lula.
Tal informação, passada em 2012 reservadamente pela inteligência das Forças Armadas ao ainda Procurador Geral da República, Roberto Gurgel, a “Doutora Rose” seria a “mulher invisível” que trabalhava para Lula. Pelo desenrolar dos fatos, parece que agora a investigação está avançando.
Pois bem, não pode se descartar que a quadrilha vermelha tenha negociado diamantes oriundos da Ti Roosevelt em Espigão do Oeste, pelo menos é o que indica este desdobramento da operação Lava Jato que veio “garimpar” em Rondônia.

Rondônia ao Vivo

4 comentários:

  1. O perdão das dívidas de países africanos, exportadores de diamantes, dá o que pensar, hein?

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  2. Concordo Orion Brasil da Costa...o caminho ė esse tb. ..

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  3. Só falta aparecer a notícia que Lula traficava órgãos humanos. O resto já veio tona.

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  4. Diamantes de sangue do suor dos que trabalham

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