sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

De licença médica mas em confronto com a PM

Tadinho, a PM deu-lhe uma cassetada na cabeça de graça. Tão injusta com o meliante.

Ativista ferido na cabeça em ato do MPL está de licença médica no Metrô.


Um manifestante teve um ferimento na cabeça após, segundo ele, ser atingido por um policial com um cassetete. Uma grande quantidade de sangue escorreu pelo rosto do metroviário Eber Veloso Carlos. Eu estava parado quando um PM me deu um golpe com o cassetete na cabeça", disse o jovem.

Só que:
Éber Veloso Carlos, 28, é segurança do Metrô desde 2010. Não paga passagem e tem salário de aproximadamente R$ 1.600 da companhia. Entre suas atribuições está conter tumultos em estações.
Na última terça (12), no entanto, ele figurava entre os manifestantes que exigem tarifa zero nos transportes.
Em vez do uniforme preto dos agentes do Metrô, uma camisa florida, com o peito à mostra –roupa que ficou manchada de sangue depois que, segundo ele, um policial o atingiu com um cassetete quando estava parado com as mãos para o alto, nas imediações da avenida Paulista.
Outro "inocente" que, pelo relato, pegou o artefato jogado pela PM, tendo este explodido em suas mão. Azar de manifestante de esquerda, ôda-se! A bomba de efeito moral não tem poder de dilaceração, a não ser se estiver sob pressão da mão para ser arremessada estando ativada. A perícia vai comprovar isso.

Pelo SUS não! Afinal, é tudo por R$ 0,30.

Quando se tem a GLOBOSTA como aliada, enganar a opinião pública é "facin". Observem que os que estão com ela são da UNE. Fizeram um vídeo (link do vídeo UNE) acusando a PM de truculência.



Nenhum comentário:

Postar um comentário