sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

Haiti. O que ganhamos com isso? Pelo visto, uma doença nova.

O que a missão do Brasil no Haiti deu aos brasileiros? Uma doença nova! Lula está de parabéns! Essa, realmente, é uma conquista inédita! Nunca antes na história “destepaiz”!!!


Ai, ai… No dia 11 de abril, publiquei aqui o seguinte postacompanhado dessa imagem horrorosa. Leiam. Volto em seguida.

Sabem o que é esta estrovenga? É o Chikungunya! Ele é a cara do fracasso dos bananas!
Ah, minha Santa Bárbara!
O Jornal Nacional informa sobre o risco de uma nova doença (ao menos em solo nativo) provocado por um vírus chamado Chikungunya. Lá vou eu para o Google. A estrovenga é transmitida pelo Aedes aegypti, o filho da mãe que também é portador do vírus da dengue. Os sintomas iniciais são os mesmos, mas a doença é de outra natureza — não é hemorrágica ao menos. Mas pode provocar dores nas articulações e nas extremidades dos membros que podem durar meses e até anos.
O troço foi identificado na África, migrou para a Ásia e se considera que é fatal que chegue a Banânia — especialmente na Copa do Mundo por razões óbvias: chega alguém contaminado, o Aedes nativo cumpre a sua função e pimba!
Que culpa têm os sucessivos governos bananienses por existir o tal Chikungunya? Nenhuma! Mas são responsáveis pela multiplicação do Aedes aegypti.
Lá vamos nós fornecer o nosso lombo à incompetência e à safadeza dos bananas.

Voltei
Pois é… A estrovenga já chegou. Leiam o que informa o Estadão:
Um vírus similar ao da dengue e também transmitido pelo mosquito Aedes aegypti foi identificado pela Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo em seis soldados do Exército brasileiro recém-chegados do Haiti, onde participavam de missão de paz. Eles foram infectados pelo chikungunya, comum no Sudeste Asiático e que há alguns meses tem se disseminado por ilhas do Caribe. O Brasil nunca registrou casos autóctones da doença, ou seja, transmitidos em território nacional, mas é a segunda vez que o País tem casos importados de outras nações. Em 2010, três brasileiros foram infectados pela doença no Sudeste Asiático, dois deles de São Paulo e um do Rio, segundo o Ministério da Saúde. De acordo com a Secretaria Estadual da Saúde, os seis brasileiros infectados no Haiti chegaram ao País no dia 5 e passaram por exames no Instituto Adolfo Lutz que confirmaram a contaminação.
Após o diagnóstico, agentes da Superintendência de Controle de Endemias fizeram ações para matar larvas e mosquitos adultos nas instalações do Exército por onde os soldados passaram: o Hospital Militar de Área de São Paulo e o Batalhão de Logística do Exército, em Campinas, cidade que tem a maior epidemia de dengue do Estado. De acordo com a secretaria, os soldados estão em observação e o estado de saúde deles é considerado bom e estável.
Sintomas. O vírus chikungunya tem sintomas parecidas aos da dengue, como febre, dores no corpo, nos olhos e nas articulações e manchas vermelhas no corpo. Não há forma hemorrágica da doença, mas ela pode deixar sequelas permanentes, como um quadro de artrite. A doença também pode ser transmitida pelo mosquito Aedes albopictus, outro inseto transmissor da dengue presente no Brasil. Assim como no caso da dengue, não há tratamento específico para a chikungunya, apenas medicamentos para minimizar os sintomas. A assessoria de comunicação do Ministério da Defesa informou que, além dos seis casos já confirmados, outros quatro estão em investigação. Todos os soldados estão isolados.
Retomo
Bem, resta-me dizer o óbvio: e os haitianos que estão entrando às pencas no Brasil? Estão sendo examinados? Não posso crer que os mosquitos piquem soldados brasileiros, mas não se interessem pelos nativos do Haiti. Não se trata, é evidente, de associar um mal a imigrantes ou coisa que o valha. É que sabemos as condições precárias em que os haitianos estão entrando, conduzidos por coiotes, sendo amontados, inicialmente, no Acre, sem nenhum cuidado especial. De lá, o governador petista Tiao Viana os exporta para São Paulo sem nem mesmo lhes tomar o nome.
 Taí… Há dez anos, Lula atolou uma missão brasileira o Haiti, e lá estão as nossas tropas até hoje. O que ganhamos com isso? Pelo visto, uma doença nova.


Esta noticia é de 2014, de lá para cá outras variantes de doenças transmitidas pelo Aedes Aegypti nos tem sido apresentadas. Mais recentemente o virus zika que progride para microcefalia já na fase de feto humano.
Como vimos acima uma variante contaminadora pelo mesmo mosquito veio do Haiti através de nossos soldados lá infectados e pela entrada indiscriminada de imigrantes, onde a falta de responsabilidade dos responsáveis pelo controle sanitário pouco se importou com a segurança e saúde dos brasileiros.

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