quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

NÃO ESQUEÇA QUEM SUJA E CAUSA DESCREDITO AO NOME DA CORPORAÇÃO PMERJ, OS GESTORES.

Beltrame:


O Ministério Público estadual entrou com uma ação civil pública na 7ª Vara de Fazenda Pública, pedindo a condenação do secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, por improbidade administrativa. 

De acordo com a promotoria, os contratos assinados entre 2007 e 2008 para aquisição e manutenção dos carros custaram cerca de R$ 137 milhões, valores que dariam para triplicar a frota. Na ação proposta pelo MP, o promotor pediu ainda que Beltrame perca a função pública.

GLOBO


Major Tramontine, covarde que agride uma policial militar no CFAP.
                                                       Thaís Horta, a suposta vítima, mostra hematoma na perna

“O major a viu sentada e achou que ela estava acochambrando, se escondendo. Ele estava a cerca de oito metros de distância dela e tacou a tonfa. Só depois se aproximou e perguntou o motivo dela não estar treinando. Quando ela respondeu que fora dispensada, ele simplesmente virou as costas”, contou um dos policiais que presenciaram a cena. 

Tenente PM George encheu o BEP de cerveja e foi reformado.

Tenente George de Matos Guimarães, acusado de liberar a entrada de 2.628 latas de cervejas no Batalhão Prisional da Polícia Militar (BEP), em outubro de 2011.

AJMERJ inocenta CORONEL BM com viatura da Corporação no motel no motel.

Coronel foi preso em 28 de janeiro de 2010 na suíte de um motel que dividia com duas jovens de 18 e 15 anos.


Vestindo apenas cuecas no momento do flagrante, o coronel também estava com uma máquina fotográfica no quarto do motel.

Coronel Langres aborda mal e arma da PMERJ é roubada.

                Para a supervisora Lucy Silva, os PMs foram imprudentes

Ao intervir numa briga de casal, um agente teve a arma roubada de sua cintura por um homem que estrangulava a mulher. 

Para Vinícius Domingues Cavalcante, diretor da Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança, pode ter havido falha na abordagem:
— O contato pessoal, que possibilitou o roubo, deveria ser evitado. Antes, seria necessário o uso de um cassetete, um bastão, ou mesmo spray de pimenta.

Coronel Ibis, Comandante Geral, não pune Coronel PM Langres por usar credencial da Liesa no sambódromo.

O comandante-geral da PM, coronel Ibis Pereira, decidiu arquivar o procedimento que investigava o coronel Rônal Langres Freitas de Santana, então comandante do 19º BPM (Copacabana), por usar credencial da Liga das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa), no Carnaval.

O caso foi arquivado porque a PM considerou que não havia provas de indícios de infração militar ou transgressão disciplinar.


Traficante tinha telefone de Coronel DAISER CORPAS MACIEL, EX CMT DO 17º BPM, acusado de montar um propinoduto naquele batalhão.

                   Corpas foi investigado por envolvimento com traficante

Não é a primeira vez que Corpas é acusado de envolvimento com o tráfico. Em 2006, quando comandava o Grupamento Especial de Policiamento do Complexo Penitenciário de Bangu, o oficial foi investigado depois que seu nome e o número de seu telefone foram encontrados na agenda do celular de um traficante preso na Vila Kennedy.
EXTRA

Justiça ordena soltura de dois coronéis envolvidos em esquema de corrupção na PM

Como se sabe, a AJMERJ é formada de seis juizes militares e um togado. Os militares nem precisam ser formados em Direito para tal função na Auditoria.

Oficiais que se envolveram em dois dos maiores escândalos de corrupção na PM este ano ganharam nesta sexta-feira o direito de responder aos processos em liberdade. A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da Auditoria de Justiça Militar, decidiu libertar quatro dos 15 acusados de corrupção no 17ª BPM (Ilha do Governador). Entre eles, estão o coronel Dayzer Corpas, o subtenente José Luiz Ferreira da Penha, o sargento Márcio da Silva Figueiredo e o cabo Luis Carlos da Penha Júnior. 


Coronel Márcio Oliveira Rocha, ex cmt do BPChoque acusado de comandar quadrilha no 6 BPM.

Dinheiro da propina era passado aos policiais militares em bar em frente ao 6º BPM (Tijuca), segundo investigações da Polícia Civil

O grupo, também composto pelo major Rômulo Oliveira André, então subcomandante da unidade, e por policiais militares que prestavam serviço ao Auxílio à Polícia de Trânsito (Aptran), foi denunciado pelo Ministério Público pelos crimes de corrupção passiva, formação de quadrilha, associação criminosa e prevaricação. 

Desembargador abandona processo do Coronel Alexandre Fontenelle depois de receber visita de delegado e promotor.

O site de VEJA teve acesso ao documento. O trecho mais forte diz exatamente o seguinte: "Este magistrado ciente de outras medidas que são tramadas nos bastidores e, porque quer manter-se longe disso tudo, declarou-se impedido por razões de foro íntimo e entende que as informações devem ser solicitadas ao novo relator", dispara, sem especificar exatamente qual a trama.

Coronel Fontenelle, 3º da hierarquia acusado de criar propinoduto no 14 BPM.

O Ministério Público do Rio de Janeiro ofereceu denúncia contra o ex-comandante de Operações Especiais da Polícia Militar, coronel Alexandre Fontenelle Ribeiro de Oliveira. Ele foi preso em setembro do ano passado, durante a Operação Amigos SA. Além dele, foram denunciados o ex-subcomandante do 14ºBPM (Bangu), major Carlos Alexandre de Jesus Lucas; o ex-chefe da P2 do 14ºBPM, capitão Walter Colchone Netto; o ex-coordenador operacional do 14ºBPM, major Edson Alexandre Pinto de Góes; e as advogadas Maria Mércia Fontenelle de Oliveira e Maria Paula Fontenelle de Oliveira, respectivamente mãe e irmã do coronel Fontenelle. Todos são acusados pelo crime de lavagem de dinheiro.


Coronel PMERJ Fábio Souza acusado de nazismo.

Mothé criticou o fato de o secretário de segurança, José Mariano Beltrame, ter 'abrigado' o coronel Fábio de Souza em sua escolta imediatamente após ele ter sido afastado pelo comando da PM, em março do ano passado: "Isso só mostra que o secretário bancou o oficial.

Coronel Príncipe destrata agentes da lei seca e não apresenta documentos de veículo Porsche.

Porsche amarelo, semelhante ao do coronel Fernando Príncipe Martins, custa em torno de R$ 650 mil 
O coronel Príncipe começou sua carreira no Batalhão de Operações Especiais (Bope), onde permaneceu 17 anos e chegou ao comando da tropa de elite. Em unidades operacionais, destacou-se no 9º (Rocha Miranda) e no 6º (Tijuca) BPMs.

A compulsão para emitir opinião, doa a quem doer, o levou à exoneração do comando do 6º BPM, em abril de 2010, sua última lotação. Príncipe ironizou a pouca resistência dos criminosos contra a ocupação policial no Morro da Formiga.

“Se tivesse posto um escoteiro, seria mais que o suficiente”, disse na época, referindo-se ao fato de que a maioria dos traficantes tinha deixado o local dias antes da operação.
Fuzil em nome do Coronel Príncipe é encontrado com traficantes não havia registro de ocorrência ou parte informa que a arma estava "perdida” ou extraviada ou furtada.
A operação que terminou com a apreensão do fuzil aconteceu em fevereiro de 2013. Segundo o resultado da portaria 0861/2538/2013, da Corregedoria da corporação, “ficou comprovada a conduta irregular” do oficial, ex-comandante do Bope e, atualmente, lotado na Diretoria Geral de Pessoal (DGP), a “geladeira da PM”.
EXTRA
Coronel Luís Castro, Coronel Pacheco, Coronel Décio e Coronel kleber (depois de foragido se entregou) são acusados de roubar milhões do FUSPOM.
Todos os presos estão foram encaminhados para a sede da Seseg, na Central, que contou com um forte esquema de segurança.
De acordo com a denúncia, contratos eram feitos com documentos falsos, sem licitações, entre outras irregularidades. Os policiais envolvidos recebiam de 5% a 10% de propina em cima dos valores do contrato. No total são 25 pessoas denunciadas. Também foram cumpridos 40 mandados de busca e apreensão em bairros da Zona Oeste, incluindo condomínio de luxo na Barra da Tijuca.


 








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