Beltrame:
De acordo com a promotoria, os contratos assinados entre 2007 e 2008 para aquisição e manutenção dos carros custaram cerca de R$ 137 milhões, valores que dariam para triplicar a frota. Na ação proposta pelo MP, o promotor pediu ainda que Beltrame perca a função pública.
GLOBO
Major Tramontine,
covarde que agride uma policial militar no CFAP.
Thaís Horta, a suposta vítima, mostra hematoma na perna
“O major a viu sentada e
achou que ela estava acochambrando, se escondendo. Ele estava a cerca de oito
metros de distância dela e tacou a tonfa. Só depois se aproximou e perguntou o
motivo dela não estar treinando. Quando ela respondeu que fora dispensada, ele
simplesmente virou as costas”, contou um dos policiais que presenciaram a cena.
Tenente PM George
encheu o BEP de cerveja e foi reformado.
Tenente George de Matos
Guimarães, acusado de liberar a entrada de 2.628 latas de cervejas no Batalhão
Prisional da Polícia Militar (BEP), em outubro de 2011.
AJMERJ inocenta
CORONEL BM com viatura da Corporação no motel no motel.
Coronel foi preso em 28 de janeiro de 2010 na
suíte de um motel que dividia com duas jovens de 18 e 15 anos.
Vestindo apenas cuecas no
momento do flagrante, o coronel também estava com uma máquina fotográfica no
quarto do motel.
Coronel Langres
aborda mal e arma da PMERJ é roubada.
Para a supervisora Lucy Silva, os PMs foram
imprudentes
Ao intervir numa briga de casal, um agente teve a
arma roubada de sua cintura por um homem que estrangulava a mulher.
Para Vinícius Domingues Cavalcante, diretor da Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança, pode ter havido falha na abordagem:
Para Vinícius Domingues Cavalcante, diretor da Associação Brasileira dos Profissionais de Segurança, pode ter havido falha na abordagem:
— O contato pessoal, que possibilitou o roubo,
deveria ser evitado. Antes, seria necessário o uso de um cassetete, um bastão,
ou mesmo spray de pimenta.
Coronel Ibis,
Comandante Geral, não pune Coronel PM Langres por usar credencial da Liesa no
sambódromo.
O comandante-geral da PM,
coronel Ibis Pereira, decidiu arquivar o procedimento que investigava o coronel
Rônal Langres Freitas de Santana, então comandante do 19º BPM (Copacabana), por
usar credencial da Liga das Escolas de Samba do Rio de
Janeiro (Liesa), no Carnaval.
O caso foi arquivado porque a PM
considerou que não havia provas de indícios de infração militar ou transgressão
disciplinar.
Traficante tinha
telefone de Coronel DAISER CORPAS MACIEL, EX CMT DO 17º BPM, acusado de montar um
propinoduto naquele batalhão.
Corpas foi investigado por envolvimento
com traficante
Não é a primeira vez que Corpas é acusado de
envolvimento com o tráfico. Em 2006, quando comandava o Grupamento Especial de
Policiamento do Complexo Penitenciário de Bangu, o oficial foi investigado
depois que seu nome e o número de seu telefone foram encontrados na agenda do
celular de um traficante preso na Vila Kennedy.
EXTRA
EXTRA
Justiça ordena soltura de dois coronéis envolvidos em
esquema de corrupção na PM
Como se sabe, a AJMERJ é formada de seis juizes militares e um togado. Os militares nem precisam ser formados em Direito para tal função na Auditoria.
Oficiais que se envolveram em dois dos maiores escândalos de
corrupção na PM este ano ganharam nesta sexta-feira o direito de responder aos
processos em liberdade. A juíza Ana Paula Monte Figueiredo Pena Barros, da
Auditoria de Justiça Militar, decidiu libertar quatro dos 15 acusados de
corrupção no 17ª BPM (Ilha do Governador). Entre eles, estão o coronel Dayzer
Corpas, o subtenente José Luiz Ferreira da Penha, o sargento Márcio da Silva
Figueiredo e o cabo Luis Carlos da Penha Júnior.
Coronel Márcio Oliveira Rocha, ex cmt do BPChoque acusado
de comandar quadrilha no 6 BPM.
Dinheiro da propina era passado aos policiais militares em
bar em frente ao 6º BPM (Tijuca), segundo investigações da Polícia Civil
O grupo, também composto pelo major Rômulo Oliveira André,
então subcomandante da unidade, e por policiais militares que prestavam serviço
ao Auxílio à Polícia de Trânsito (Aptran), foi denunciado pelo Ministério
Público pelos crimes de corrupção passiva, formação de quadrilha, associação
criminosa e prevaricação.
Desembargador abandona processo do Coronel Alexandre
Fontenelle depois de receber visita de delegado e promotor.
O site de VEJA teve acesso ao documento. O trecho mais forte diz
exatamente o seguinte: "Este magistrado ciente de outras medidas que são
tramadas nos bastidores e, porque quer manter-se longe disso tudo, declarou-se
impedido por razões de foro íntimo e entende que as informações devem ser
solicitadas ao novo relator", dispara, sem especificar exatamente qual a
trama.
Coronel Fontenelle, 3º da hierarquia acusado de criar
propinoduto no 14 BPM.
O Ministério Público do Rio de Janeiro ofereceu denúncia
contra o ex-comandante de Operações Especiais da Polícia Militar, coronel Alexandre
Fontenelle Ribeiro de Oliveira. Ele foi preso em setembro do ano passado,
durante a Operação Amigos SA. Além dele, foram denunciados o ex-subcomandante
do 14ºBPM (Bangu), major Carlos Alexandre de Jesus Lucas; o ex-chefe da P2 do
14ºBPM, capitão Walter Colchone Netto; o ex-coordenador operacional do 14ºBPM,
major Edson Alexandre Pinto de Góes; e as advogadas Maria Mércia Fontenelle de
Oliveira e Maria Paula Fontenelle de Oliveira, respectivamente mãe e irmã do
coronel Fontenelle. Todos são acusados pelo crime de lavagem de dinheiro.
Coronel PMERJ Fábio
Souza acusado de nazismo.
Mothé criticou o fato de o secretário de segurança, José Mariano
Beltrame, ter 'abrigado' o coronel Fábio de Souza em sua escolta imediatamente
após ele ter sido afastado pelo comando da PM, em março do ano passado:
"Isso só mostra que o secretário bancou o oficial.
Coronel Príncipe destrata agentes da lei seca e não
apresenta documentos de veículo Porsche.
Porsche amarelo, semelhante ao do coronel Fernando Príncipe Martins, custa em torno de R$ 650 mil
O
coronel Príncipe começou sua carreira no Batalhão de Operações Especiais
(Bope), onde permaneceu 17 anos e chegou ao comando da tropa de elite. Em
unidades operacionais, destacou-se no 9º (Rocha Miranda) e no 6º (Tijuca) BPMs.
A compulsão para emitir opinião, doa a quem doer,
o levou à exoneração do comando do 6º BPM, em abril de 2010, sua última
lotação. Príncipe ironizou a pouca resistência dos criminosos contra a ocupação
policial no Morro da Formiga.
“Se tivesse posto um escoteiro, seria mais que o
suficiente”, disse na época, referindo-se ao fato de que a maioria dos
traficantes tinha deixado o local dias antes da operação.
Fuzil
em nome do Coronel Príncipe é encontrado com traficantes não havia registro de ocorrência
ou parte informa que a arma estava "perdida” ou extraviada ou furtada.
A operação que terminou com a apreensão do fuzil
aconteceu em fevereiro de 2013. Segundo o resultado da portaria 0861/2538/2013,
da Corregedoria da corporação, “ficou comprovada a conduta irregular” do
oficial, ex-comandante do Bope e, atualmente, lotado na Diretoria Geral de
Pessoal (DGP), a “geladeira da PM”.
EXTRA
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