sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Primeiro Intervenção, depois Bolsonaro Presidente.


Quando Bolsonaro Entrar existirão ainda bandeiras verde amarelas com azul de anil? Acho que não.


Mesmo superando as urnas fraudáveis conseguirá ele se manter no cargo? Como com este Congresso venal? Vai governar com os mesmos critérios de corruptor do Executivo atual, contrariando tudo que almejamos com sua eleição? Ou vai governar como um ditador provocando seu impeachment em tempo recorde?


De nada adiantar eliminar um ninho de ratos (executivo) se outros ninhos não perecerem (legislativo e judiciário).

Dificilmente Bolsonaro conseguirá transpor as urnas fraudáveis, aconteceu antes com a conivência de Toffoli e pode acontecer de novo se nós, povo brasileiro que apoiamos sua eleição, ideias e ideais não estivermos nas ruas comprovando isso. Com nossa ausência as urnas serão novamente fraudadas, elegendo quem não desejamos.



Enquanto a fantasia ilusória do impeachmente de Dilma anda a passos de tartaruga, o patrimônio da Nação continua e continuará sendo vendido para tapar os rombos bilionários feitos no Tesouro Nacional. Adiante, pagaremos o restante, pois são insaciáveis e por Decreto a CPMF virá arrancar mais dos nossos já falidos bolsos.


“É um contra-senso anunciar um programa e depois “desanunciar”, mas a Petrobras não tem saída. A empresa vive um momento difícil, com alto endividamento em dólar. A empresa tinha dívida com um dólar cotado entre R$ 1,60 e R$ 2,60 e agora a moeda está em R$ 4,11 (fechamento de ontem). A empresa precisa reajustar o fluxo de caixa, engavetar investimentos e melhorar a gestão. É praticamente impossível a petrolífera manter um programa (Promef) que induza a empresa a fazer mais investimentos de curto prazo”, destaca o economista do Conselho Federal de Economia (Cofecon) e pós-doutorando em economia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Luciano D’Agostini.



Ou seja, mais desemprego.

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