O atual presidente de PORTUGAL é
taxativamente contra a adoção de crianças por “casais” gays.
Seja qual for sua posição em relação à
adoção de crianças por casais homossexuais, é impossível, se você for
minimamente sensato, discordar do presidente Cavaco em dois pontos primordiais.
Ele afirmou que:
“independentemente de um juízo de fundo
sobre as soluções legislativas”, seria importante “assegurar que uma alteração
tão relevante numa matéria de grande sensibilidade social não entre em vigor
sem ser precedida de um amplo e esclarecedor debate público”.
O político português está com toda a
razão. Esse debate tem que acontecer, e que isso sirva de exemplo para os
brasileiros, acostumados a engolir o que o congresso nacional decide.
O segundo ponto tocado por CAVACO é
a questão, muito bem colocada por sinal:
A chamada adoção GAY é uma luta em
favor dos direitos das crianças ou uma luta por mais um direito LGBT?
E agora, como ficamos, já que é
evidente que isso é uma luta por mais direitos para os homossexuais? Em
Portugal, onde o assunto é de fato discutido com mais liberdade, alguns tiveram
a coragem de dizer que a maneira como os gays tratam essa luta seria uma
“vergonhosa instrumentalização das crianças” na medida em que invoca-se o seu
supremo interesse para garantir aos homossexuais mais esse direito.
Uma prova de que a luta pela “adoção
gay” não perpassa pelo interesse das crianças é o simples dado que mostra que
no Brasil, como em Portugal, há excesso de candidatos a adoção.
A honestidade e sensatez, ao lutar por
direitos das crianças, estaria em se criar rapidamente mecanismos para agilizar
a adoção, derrubando a burocracia, que gera processos que duram anos.
Há pouco tempo em Minas Gerais havia
4.000 candidatos a adoção para “apenas” 692 menores disponíveis, como se vê na
imagem.
O que acontece é que as crianças
“disponíveis” em orfanatos não possuem, como os gays, associações financiadas
com dinheiro público e políticos escandalosos dispostos a lutar por seus
direitos ao mesmo tempo em que garantem a perpetuação de seus mandatos.
Afinal, crianças não votam.


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