Por que no sábado? Por que mais de 200 mil homens de uma só vez? Por que
todo esse estardalhaço? Resposta: Desespero por aparecer em destaque junto a
uma tropa séria. Dilma usa a imagem dos militares para se promover e tentar
limpar a própria barra. As ações deveriam ter sido executadas ha meses. Mas,
como se percebe, seu governo passou anos com a única preocupação de
se perpetuar no poder. Dito isso pergunta-se: A preocupação é a ZICA ou a queda
da credibilidade diante do Brasil e mundo?
A verdade por trás das Fardas
“BRASÍLIA E RIO — Sábado,
dia nacional de mobilização do governo contra o Aedes aegypti, as Forças
Armadas vão colocar 220 mil homens nas ruas, mas deixarão de fora as áreas de
conflito no Rio de Janeiro. São morros que, em geral, sofrem com a violência e também
com elevados índices de infestação do mosquito, devido à falta de saneamento
básico. Apesar disso, os militares não entrarão em locais onde houver risco de
confronto com traficantes”.
Leia mais sobre esse assunto emhttp://oglobo.globo.com/brasil/militares-nao-vao-combater-aedes-em-areas-de-risco-18665380#ixzz402U5pibd.
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Sábado
é o Dia D contra o Aedes aegypti
“Cerca de 220 mil membros das Forças Armadas participarão da
mobilização; no Estado, serão 20 mil militares. Uma força-tarefa nacional será
lançada neste sábado para combater a infestação do mosquito Aedes aegypti, vetor
dos vírus da dengue, zika e chikungunya. Ao todo, 220 mil militares
participarão da campanha e visitarão 356 municípios brasileiros, incluindo
todas as cidades consideradas endêmicas”.
Colocaram até brigadeiros, almirantes e generais para panfletar sobre a Zika no sol quente do Rio de Janeiro. Dá pra imaginar? É pura engenharia social essa humilhação e sucateamento das FFAA.
É inacreditável a inércia e o silêncio dos que dizem ser oposição .
É inacreditável a inércia e o silêncio dos que dizem ser oposição .
Em outros tempos, as manchetes exibidas acima seriam motivos de
orgulho por parte de todos os militares, bem como da população. Infelizmente, a
realidade nos quartéis é outra, e a palavra “militares” que outrora trazia
consigo a vibração, garra e empenho de um guerreiro, hoje não é a melhor
expressão a ser usada dentro das casernas. A real situação que se encontra o
serviço militar, para ser mais específico, o justo descontentamento salarial e
logístico, assolam a carreira militar.
Sem
forças, meios e até mesmo intenção de motiva-los, Comandantes de diversas
unidades, ainda, se utilizam de formas inconstitucionais para garantir seu
autoritarismo e poderio frente à tropa. Este modelo, ultrapassado, mas muito
“eficaz”, são os ditames em tom ameaçador caso a missão não seja cumprida.
Cegos pelo brilho das estrelas que almejam, esquecem-se que o verdadeiro
inimigo não são seus subordinados ou pares, mas quem minimiza o gigantismo das
Forças Armadas ao combate de um mosquito.
DA
INCOMPETÊNCIA
Dentre os muitos Ministérios existentes no Brasil, o da Defesa,
quase sempre está onde há resquício de incompetência por parte dos outros. Sem
voz e mais preocupados com o status de Comandante, o Alto Comando, deixa de
lado o melhor para a Instituição e seus comandados, e segue o fluxo do nobre
interesse político, ou seja, a ordem que antes era garantir a “soberania do
povo”, atualmente é, “não se indispor com o Governo corrupto”.
A preocupação precípua não é o combate ao mosquito, nem se quer,
a conscientização da população, mas sim tentar mostrar que algo está sendo
feito e mascarar a forma com que os outros países irão ver o país sede das
Olimpíadas, tão grandioso e gigante por natureza, mas inundando por focos de
incompetência e falta de prevenção por parte do Ministério da Saúde. Para mais
esta Guerra, chegam os filhos esquecidos, pelos pais e mães deste Governo,
amordaçados pelo poder proibitivo dos Chefes e Comandantes de se manifestarem
com qualquer meio de comunicação e divulgação.
Muito embora, entenda-se que essa Guerra é de todos, é preciso
relevar que tal consciência não nasce de um dia para o outro, muito menos,
porque homens e mulheres fardadas estarão nas ruas, vale ressaltar, obrigados e
sem o mínimo de conhecimento para questionamentos relevantes e eventuais.
A melhor arma, ainda é a Educação, e a melhor conscientização
não nasce de atos onde há nuances de imposição e insatisfação. Hoje,
infelizmente, estes guerreiros estarão nas ruas indignados, não pelo serviço
que prestam à sociedade, mas pelo sentimento de se sentirem usados, sem o
reconhecimento real que deveria ter as Forças Armadas.



Amigo,não colocaram,eles,os comandantes capachos é que se colocaram nessa posição,tudo em troca de gratificações de comando,e ainda tem uma meia dúzia que acredita que os militares de hoje são como os de antigamente!
ResponderExcluirDe acordocom tudo que foi dito antes .
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