Lá
atrás, quando novelas da TV Globo romantizavam o MST, alguns já alertavam para
os perigos que o movimento representava. Fui um deles, e dediquei um capítulo
inteiro em Estrela
Cadente, de 2005, para mostrar que o MST não tinha nada de
“movimento social” legítimo, e sim que era um braço armado do PT no campo. A
posição dos assentamentos sempre foi estratégica: o foco era claramente a
proximidade com estradas importantes, para poder eventualmente inviabilizar o
escoamento de produtos e o trânsito de pessoas pelo Brasil.
Pois
bem: os bananas de sempre falavam que era paranoia, que os liberais e
conservadores enxergavam comunista em todo lugar, que a Guerra Fria já tinha
acabado. Só faltou avisar aos próprios esquerdistas brasileiros! O MST, uma
espécie de embrião das FARB, como a Colômbia tem as FARC, nunca deixou de ser
apenas isso: um instrumento ilegal da esquerda radical para ameaçar nossas
instituições democráticas. Vejam o que confessa João Pedro Stédile, líder do
MST que já estaria preso em qualquer país sério do mundo:
Link: veja o vídeo
A menção da localização estratégica dos
“assentamentos” não deixa margem a dúvidas, mesmo em eternos românticos: o MST
tem objetivo político-ideológico, e usa a “reforma agrária” somente como
pretexto. Sua meta mesmo é uma revolução marxista, é transformar o Brasil numa
espécie de Zimbábue, só que dominado pela elite branca dos vermelhos. Stédile
não é povo, não representa povo, não fala em novo do povo. Ele tem apenas um
“exército paralelo”, como disse o próprio ex-presidente Lula, e está disposto a
usar essa legião de “soldados” do crime para afrontar nossas leis, nossa
Constituição, nossa democracia.
Link: Rodrigo Constantino
Link: Rodrigo Constantino

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