segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Os globalistas criaram o mosquito transgénico do vírus Zika

Amigos a propósito de minhas considerações, em dúvida, dos locais de mestrado e doutorado do aedes aegypit que de dengue evoluiu para zica virus o Tico e o  Teco só erraram nas codades, a bem da verdade foi em Oxford na Inglaterra. Com relação ao Clube Bildenberg quem me acompanha há algum tempo já ouviu minhas ilações acerca.

Com vocês mais uma "versão" ...para mim muito coerente.
Jefferson W. dos Santos

Mosquito transgênico é liberado para combater a dengue no Brasil

Vemos neste vídeo em baixo o que significa a palavra “prometaico”, que deriva da figura mitológica grega que deu pelo nome de Prometeu, e que estava convencido de que o conhecimento (a ciência) traria a solução para todos os problemas da humanidade. Quando Prometeu desobedeceu a Zeus, este criou Pandora, uma mulher lindíssima, e deu-lhe uma caixa em que estavam encerrados todos os males possíveis e imaginários. Ainda hoje se utiliza a expressão “caixa de Pandora” para designar o castigo de Zeus a Prometeu que é o símbolo do homem revolucionário.
O vídeo demonstra como Bill Gates financiou a criação do mosquito transgénico que inocula o vírus Zika nas Américas. Não podemos afirmar que Bill Gates agiu propositadamente, mas podemos certamente dizer a figura prometaica que é Bill Gates abriu uma caixa de Pandora cujas consequências são imprevisíveis.
O homem moderno está convencido de que a ciência controla a Realidade. Trata-se de uma espécie de fé religiosa em relação à ciência, uma fé no poder absoluto do ser humano sobre a Realidade. A ciência está convencida de que, através da verificação estatística, pode prever o futuro; mas a verdade é que a estatística baseia-se no passado, e não há nenhuma garantia de que o futuro se possa basear absolutamente no passado.


O Brasil acaba de autorizar o uso de mosquitos Aedes Aegypti geneticamente modificados com o propósito de dar um passo crucial no combate à dengue, após o registro no ano passado de 1,5 milhão de casos diagnosticados e 545 mortes no país. A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), um órgão dependente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, aprovou neste mês por 16 votos a favor e um contrário a comercialização no Brasil da variante OX513A do Aedes Aegypti, um inseto macho com dois genes adicionais que não permitiriam dar continuidade ao ciclo biológico da espécie. 

De um comentarista:

É impressionante a hipocrisia da mídia brasileira, que em nenhum momento, naquela época questionou a segurança do “Microsoft Mosquito”, nem abriu espaço a vozes dissonantes do projeto, sim houve muitas.
Esta mídia, a cada intervalo da programação, como uma lavagem cerebral, culpa os vasinhos de flores da classe média baixa pela proliferação destes mosquitos. Campanhas intervencionistas, às vezes com apoio militar, invadem residências, constrangendo seus proprietários e muitas vezes imputando-lhes pesadas multas.
Por outro lado, as notórias favelas brasileiras, gigantescos “condomínios de miséria” cujas populações superam vários países, são invisíveis ao crivo das autoridades e da mídia. O mosquito nasce inimputável, como seus pares humanos, nos esgotos a céu aberto e nos lixões colossais.
A culpa já está declarada: é da classe média com seus burgueses vasinhos nas varandas, nos cemitérios e nos pátios. 

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