Um limite de apenas 30 litros de combustível na hora de encher o tanque de viaturas da Polícia Militar, e de 20 litros para os carros da Polícia Civil, pode fazer com que a sociedade carioca tenha prejuízos graves no que diz respeito a sua segurança, que já anda precária.
O governo estadual já atrasou o
pagamento de vários fornecedores, entre eles a BR Distribuidora, empresa
responsável por fornecer gasolina e álcool para as corporações militares do Rio
de Janeiro.
Em nome da economia, a Policia MILITAR
já retirou de circulação os veículos utilizados em tarefas
administrativas.
O serviço passou a ser feito a pé ou em
veículos utilizados em patrulhas e operações.
A PM alega que as medidas não afetarão
a segurança do carioca, mas ninguém mais acredita nisso.
Miguel Cordeiro, o presidente da
Associação dos Ativos e Inativos da Polícia Militar e Bombeiros, já disse que
vai entrar na Justiça contra a limitação de cotas de combustível.
“Vamos entrar, na terça-feira, com um
mandado de segurança contra o estado. Queremos que o governo mande revogar a
limitação. Com 30 litros de combustível, a atividade de segurança pública fica
prejudicada, já que não é possível patrulhar grandes áreas, e a sensação de
insegurança da população aumenta. Isto também pode colocar em risco a vida dos
policiais. E se a gasolina acabar em meio a uma perseguição? “
Um cenário já bem conhecido para quem viveu a rotina dos quarteis da
Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro. A cada extrapolação financeira do
governo, cortes vão sendo feitos, chegando a combustíveis e alimentação.
Estranhamente esta “dificuldade”
de caixa acontece logo depois de reunião de Dilma com 19 governadores, incluído
Pezão do Rio de Janeiro. O assunto foi pedir apoio para que pressionassem seus
congressistas para aprovação da CPMF.
E como sempre, nada melhor do que
impor dificuldades para colher facilidades. E é o que Pezão está fazendo, num
primeiro momento atrasa em quinze dias o pagamento de seus servidores, num
segundo, corta combustível, o que certamente levará ao baseamento das viaturas,
só saindo para ocorrências, mesmo que esta iniciativa “econômica” leve ao aumento
de morte de policiais, que correm o risco de ficar com falta de combustível em
área de grande perigo para uma equipe estática.
Sofre também a população que, sem
viaturas rondando, mais áreas ficarão à mercê de vagabundos de diversas modalidades
tranquilamente agindo, pois, sabem que as viaturas estarão baseadas só saindo
depois que o delito acontecer.
Então PM, você mais uma vez é o
instrumento escolhido para o governo extorquir a sociedade. É
justa a reivindicação que os funcionários fazem em busca de respeito nas datas
de pagamento, mas muito mais justo é afastar de vez toda a quadrilha que os usa.
Um palácio que ostenta a mesma imponência de uma
crise financeira sem precedentes na história do Estado do Rio passará por
reformas. Falta dinheiro para pagar os salários dos servidores, mas a licitação
e o contrato para obras e restaurações dentro do Laranjeiras, juntos, vão
consumir R$ 3,7 milhões.
Mas se de um
lado ele aponta uma “dificuldade” financeira, por outro ele continua a
gastança. Lembrem-se que em 2011 este “palácio” (covil) passou por uma grande
reforma promovida por Sergio Cabral, outro membro da quadrilha.
Estado entrega Palácio Guanabara restaurado à
população
Restauro do espaço,
orçado em R$ 19,2 milhões.
Servidora da
Secretaria da Casa Civil, Edna Andrade, de 46 anos, compareceu à festa de
reinauguração. Ela ficou maravilhada com o que viu: - A reforma está
maravilhosa, foi muita válida. Um palácio como este merecia uma festa de
reinauguração desta grandeza. São séculos de história – disse Edna.




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