sexta-feira, 11 de março de 2016

ABANDONADOS por PEZÃO policiais podem ser obrigados a PATRULHAR a pé.

MILITARES do Rio. ABANDONADOS por PEZÃO policiais podem ser obrigados a PATRULHAR a pé. Já falta combustível.

Um limite de apenas 30 litros de combustível na hora de encher o tanque de viaturas da Polícia Militar, e de 20 litros para os carros da Polícia Civil, pode fazer com que a sociedade carioca tenha prejuízos graves no que diz respeito a sua segurança, que já anda precária.


O governo estadual já atrasou o pagamento de vários fornecedores, entre eles a BR Distribuidora, empresa responsável por fornecer gasolina e álcool para as corporações militares do Rio de Janeiro.
Em nome da economia, a Policia MILITAR já retirou de circulação os veículos utilizados em tarefas administrativas. 
O serviço passou a ser feito a pé ou em veículos utilizados em patrulhas e operações.
A PM alega que as medidas não afetarão a segurança do carioca, mas ninguém mais acredita nisso.
Miguel Cordeiro, o presidente da Associação dos Ativos e Inativos da Polícia Militar e Bombeiros, já disse que vai entrar na Justiça contra a limitação de cotas de combustível.
“Vamos entrar, na terça-feira, com um mandado de segurança contra o estado. Queremos que o governo mande revogar a limitação. Com 30 litros de combustível, a atividade de segurança pública fica prejudicada, já que não é possível patrulhar grandes áreas, e a sensação de insegurança da população aumenta. Isto também pode colocar em risco a vida dos policiais. E se a gasolina acabar em meio a uma perseguição? “

Um cenário já bem conhecido para quem viveu a rotina dos quarteis da Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro. A cada extrapolação financeira do governo, cortes vão sendo feitos, chegando a combustíveis e alimentação.
Estranhamente esta “dificuldade” de caixa acontece logo depois de reunião de Dilma com 19 governadores, incluído Pezão do Rio de Janeiro. O assunto foi pedir apoio para que pressionassem seus congressistas para aprovação da CPMF.



E como sempre, nada melhor do que impor dificuldades para colher facilidades. E é o que Pezão está fazendo, num primeiro momento atrasa em quinze dias o pagamento de seus servidores, num segundo, corta combustível, o que certamente levará ao baseamento das viaturas, só saindo para ocorrências, mesmo que esta iniciativa “econômica” leve ao aumento de morte de policiais, que correm o risco de ficar com falta de combustível em área de grande perigo para uma equipe estática.

Sofre também a população que, sem viaturas rondando, mais áreas ficarão à mercê de vagabundos de diversas modalidades tranquilamente agindo, pois, sabem que as viaturas estarão baseadas só saindo depois que o delito acontecer.
Então PM, você mais uma vez é o instrumento escolhido para o governo extorquir a sociedade. É justa a reivindicação que os funcionários fazem em busca de respeito nas datas de pagamento, mas muito mais justo é afastar de vez toda a quadrilha que os usa.


Um palácio que ostenta a mesma imponência de uma crise financeira sem precedentes na história do Estado do Rio passará por reformas. Falta dinheiro para pagar os salários dos servidores, mas a licitação e o contrato para obras e restaurações dentro do Laranjeiras, juntos, vão consumir R$ 3,7 milhões. 



Mas se de um lado ele aponta uma “dificuldade” financeira, por outro ele continua a gastança. Lembrem-se que em 2011 este “palácio” (covil) passou por uma grande reforma promovida por Sergio Cabral, outro membro da quadrilha.

Estado entrega Palácio Guanabara restaurado à população
Restauro do espaço, orçado em R$ 19,2 milhões.
Servidora da Secretaria da Casa Civil, Edna Andrade, de 46 anos, compareceu à festa de reinauguração. Ela ficou maravilhada com o que viu: - A reforma está maravilhosa, foi muita válida. Um palácio como este merecia uma festa de reinauguração desta grandeza. São séculos de história – disse Edna.

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