Há anos
fazemos manifestações por Intervenção dentro ou em frente a Unidades Militares.
Sei que não aparece na mídia, mas há um propósito, o de atingir os militares.
Sempre que
algo altera a rotina do quartel, fora da normalidade, é “Ato de Ofício” que o
Oficial de Dia e a seção responsável (reservada) registre todo o ocorrido, em vídeos
e fotos.
O Oficial de
Dia participa em Livro próprio (LPD) dando ciência ao Comandante e, a seção
reservada, de posse de dados colhidos, gera relatórios que “caminharão” por
todas as esferas de comando até Brasília. Lógico que os comentários dentro da
caserna surgem, os questionamentos acontecem, pessoas não classificadas tomam
conhecimento do que consta nesses relatórios e dos despachos encaminhando ou de
ordens.
Lógico que a
esfera mais alta, o Comando do E.B. toma conhecimento de tudo, adotando medidas
para amenizar os efeitos, e é isso que acontece.
Nosso
objetivo está sendo alcançado e os resultados estão ai.
Ex-senador ADVERTE Dilma sobre possível
intervenção MILITAR. General Villas Bôas nega e insta tropa a se calar
sobre o assunto.
O comandante do Exército, em discurso que dá sinais de que está irritado por conta de frequentes citações à suposta inércia dos militares frente a crise atual, essa semana endureceu o tom contra os pedidos de intervenção.
O comandante do Exército, em discurso que dá sinais de que está irritado por conta de frequentes citações à suposta inércia dos militares frente a crise atual, essa semana endureceu o tom contra os pedidos de intervenção.
O
general disse que é lamentável que ainda existam pedidos de intervenção militar.
Sites como VERMELHO, Brasil247 e Sputniknews,
que representam a mente esquerdista e parecem viver num eterno suspense sobre
essa possibilidade, festejaram e republicaram a fala do general em letras
garrafais, como de costume.
“Eu acho lamentável que, num país democrático como o Brasil,
as pessoas só encontrem nas Forças Armadas uma possibilidade de solução
para a crise. Mas isto não é extensivo nem generalizado, e, felizmente, está
diminuindo bastante a demanda por intervenção militar.”
Alguns viram na ausência dos comandantes na
posse de Lula um sinal de que poderia haver mau estar por parte dos
militares ao retorno do ex-presidente ao governo.
Mensagem para os militares
Segundo o site do MONTEDO, oficial
da reserva bastante considerado, o Comandante do Exército também mandou um
recado direto para os militares. Pelo tom da mensagem depreende-se que Villas
Bôas estaria incomodado com reiteradas declarações de militares que
defendem um posicionamento mais veemente por parte das Forças Armadas. A
informação, ao mesmo tempo que mostra o posicionamento do general, pode indicar
que parte da tropa está inquieta.
“Em mensagem enviada ontem aos comandantes da
Força Terrestre de todo o País, o Comandante do Exército, General Eduardo
Villas Bôas, informou que acompanha e avalia a evolução dos recentes
acontecimentos no país. A crise encontra-se no âmbito político e jurídico –
afirmou – e a expectativa é de que seja resolvida nesse foro. O Comandante
recomendou ponderação e equilíbrio aos integrantes da Força, lembrando que
todos representam a Instituição. Enfatizou ainda que o Exército é uma
Instituição do Estado, comprometida com a estabilidade do País e com o
cumprimento da lei.”
Saturnino Braga
Para o ex-senador Saturnino Braga,
entrevistado pela GLOBONEWS, há possibilidade SIM dos militares reagirem de
forma radical se o caos político chegar ao ponto de “paralisar a economia”
e jogar “toda a atividade brasileira no chão”. Saturnino faz algumas perguntas
interessantes:
“Quem é que pode desempatar uma guerra interna?
Você acha que os militares vão ficar
paralisados?”
O ex-senador diz que não vê no cenário
político atual nenhum nome em quem possa apostar as fichas para a Presidência
da República.
SATURNINO aconselharia Dilma a se reconciliar
rápido com a sociedade. Sobre o medo de uma possível intervenção ele disse:
“Temo. Porque os militares são pessoas formadas e educadas para
“defender a pátria”, como eles dizem, defender o Brasil. Se o Brasil é ameaçado
por uma guerra interna, por uma radicalização que paralise a economia e jogue
toda a atividade brasileira no chão, você acha que os militares vão ficar
paralisados e assistindo a isso? Eu acho que não“.
É lógico que
o General não falaria diretamente em Intervenção, legalmente estamos numa
Democracia, pelo menos aplicada na teoria.
Existem
etapas a serem cumpridas antes que aconteça uma Intervenção, só após a falência
de todas as Instituições e, com risco à Sociedade, os militares entram no
cenário.
A tênue
linha democrática, mesmo que frágil, ainda está em funcionamento, e isto temos
de respeitar. Mas, se as ameaças que dia
a dia estamos sofrendo apresentarem sinais que vão ser cumpridas, acelerará o
processo. Tudo é monitorado, as Forças estão em alerta.
Mas a um
passo de passar para outra fase, a de neutralização ao primeiro sinal de
perigo.
As
Instituições Militares estão acima de seus comandantes!
Pedidos de
Intervenção são sim lamentáveis, mas necessários. O certo seria que não acontecessem,
que as Instituições funcionassem corretamente não deixando levar para este
caminho.
É a isto que
o General se refere, ao lamentável estágio que chegamos.
Mas se for
preciso, Vai Acontecer SIM!




pois que aconteça. Não vejo nenhuma outra saida para esse caos social e político.
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