terça-feira, 22 de março de 2016

Ações que geram resultados

Há anos fazemos manifestações por Intervenção dentro ou em frente a Unidades Militares. Sei que não aparece na mídia, mas há um propósito, o de atingir os militares.


Sempre que algo altera a rotina do quartel, fora da normalidade, é “Ato de Ofício” que o Oficial de Dia e a seção responsável (reservada) registre todo o ocorrido, em vídeos e fotos.



O Oficial de Dia participa em Livro próprio (LPD) dando ciência ao Comandante e, a seção reservada, de posse de dados colhidos, gera relatórios que “caminharão” por todas as esferas de comando até Brasília. Lógico que os comentários dentro da caserna surgem, os questionamentos acontecem, pessoas não classificadas tomam conhecimento do que consta nesses relatórios e dos despachos encaminhando ou de ordens.
Lógico que a esfera mais alta, o Comando do E.B. toma conhecimento de tudo, adotando medidas para amenizar os efeitos, e é isso que acontece.


Nosso objetivo está sendo alcançado e os resultados estão ai.


Ex-senador ADVERTE Dilma sobre possível intervenção MILITAR. General Villas Bôas nega e insta tropa a se calar sobre o assunto.

O comandante do Exército, em discurso que dá sinais de que está irritado por conta de frequentes citações à suposta inércia dos militares frente a crise atual, essa semana endureceu o tom contra os pedidos de intervenção.

O general disse que é lamentável que ainda existam pedidos de intervenção militar.


Sites como VERMELHO, Brasil247 e Sputniknews, que representam a mente esquerdista e parecem viver num eterno suspense sobre essa possibilidade, festejaram e republicaram a fala do general em letras garrafais, como de costume.
Eu acho lamentável que, num país democrático como o Brasil, as pessoas só encontrem nas Forças Armadas uma possibilidade de solução para a crise. Mas isto não é extensivo nem generalizado, e, felizmente, está diminuindo bastante a demanda por intervenção militar.

Alguns viram na ausência dos comandantes na posse de Lula um sinal de que poderia haver mau estar por parte dos militares ao retorno do ex-presidente ao governo.

Mensagem para os militares
Segundo o site do MONTEDO, oficial da reserva bastante considerado, o Comandante do Exército também mandou um recado direto para os militares. Pelo tom da mensagem depreende-se que Villas Bôas estaria incomodado com reiteradas declarações de militares que defendem um posicionamento mais veemente por parte das Forças Armadas. A informação, ao mesmo tempo que mostra o posicionamento do general, pode indicar que parte da tropa está inquieta.
“Em mensagem enviada ontem aos comandantes da Força Terrestre de todo o País, o Comandante do Exército, General Eduardo Villas Bôas, informou que acompanha e avalia a evolução dos recentes acontecimentos no país. A crise encontra-se no âmbito político e jurídico – afirmou – e a expectativa é de que seja resolvida nesse foro. O Comandante recomendou ponderação e equilíbrio aos integrantes da Força, lembrando que todos representam a Instituição. Enfatizou ainda que o Exército é uma Instituição do Estado, comprometida com a estabilidade do País e com o cumprimento da lei.”

Saturnino Braga
Para o ex-senador Saturnino Braga, entrevistado pela GLOBONEWS, há possibilidade SIM dos militares reagirem de forma radical se o caos político chegar ao ponto de “paralisar a economia” e jogar “toda a atividade brasileira no chão”. Saturnino faz algumas perguntas interessantes:
“Quem é que pode desempatar uma guerra interna?
Você acha que os militares vão ficar paralisados?”
O ex-senador diz que não vê no cenário político atual nenhum nome em quem possa apostar as fichas para a Presidência da República.
SATURNINO aconselharia Dilma a se reconciliar rápido com a sociedade. Sobre o medo de uma possível intervenção ele disse:
Temo. Porque os militares são pessoas formadas e educadas para “defender a pátria”, como eles dizem, defender o Brasil. Se o Brasil é ameaçado por uma guerra interna, por uma radicalização que paralise a economia e jogue toda a atividade brasileira no chão, você acha que os militares vão ficar paralisados e assistindo a isso? Eu acho que não“.

É lógico que o General não falaria diretamente em Intervenção, legalmente estamos numa Democracia, pelo menos aplicada na teoria.
Existem etapas a serem cumpridas antes que aconteça uma Intervenção, só após a falência de todas as Instituições e, com risco à Sociedade, os militares entram no cenário.
A tênue linha democrática, mesmo que frágil, ainda está em funcionamento, e isto temos de respeitar.  Mas, se as ameaças que dia a dia estamos sofrendo apresentarem sinais que vão ser cumpridas, acelerará o processo. Tudo é monitorado, as Forças estão em alerta.
Mas a um passo de passar para outra fase, a de neutralização ao primeiro sinal de perigo.
As Instituições Militares estão acima de seus comandantes!



Pedidos de Intervenção são sim lamentáveis, mas necessários. O certo seria que não acontecessem, que as Instituições funcionassem corretamente não deixando levar para este caminho.
É a isto que o General se refere, ao lamentável estágio que chegamos.
Mas se for preciso, Vai Acontecer SIM!

Um comentário:

  1. pois que aconteça. Não vejo nenhuma outra saida para esse caos social e político.

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