Claudio
Tognolli - noticias
Em
julho passado, durante um almoço com cerca de 500 empresários do Grupo de
Líderes Empresarias (Lide) em São Paulo, o peemedebista Eduardo Cunha afirmou
que apoia um projeto do ex-presidente da OAB-SP Luiz Flávio Borges D'Urso que
proíbe a delação para quem está preso. “Eu particularmente concordo com a
argumentação dele. Não podemos deixar ninguém com uma espada, na condição de só
ter liberdade se algo for delatado”, afirmou o deputado em seu discurso.
Para Cunha, o fato de a legislação sobre a delação ter
sido aprovada na esteira das manifestações de 2013 fez com que alguns pontos
importantes não fossem discutidos como deveriam. “(A delação) é um instrumento
útil, desde que não tenha coação”, disse Cunha.
Advogado do ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto, D'Urso
sustentou que já estava conversando com um grupo de parlamentares para
transformar sua proposta, que conta com a chancela da Associação Brasileira de
Advogados Criminalistas, em projeto de lei. “O apoio do Cunha é fundamental
para termos alguma expectativa de sucesso”, disse o advogado.
Isso avançou.
Já corre secretamente a fórmula de mudança da lei para
castrar a lava jato.
O único remédio para atenuar isto é a publicidade e a internacionalização da
Lava Jato.
Urge tirar a operação da alçada do congresso. O congresso é co-participe.
Com outras procuradorias internacionais no assunto e a imprensa vigiando fica
mais difícil detonar a Lava Jato
Mas vão mudar a lei. Apostem nisso.
E a candidata principal é a delação.
Por isto o MPF, que já tem uma mão boa, está reticente em pedir cartas via a delação de Marcelo.
Por isto o MPF, que já tem uma mão boa, está reticente em pedir cartas via a delação de Marcelo.
Porque as empreiteiras vão sustentar que delação premiada
feita com gente presa não vale, porque feita sobe coação….

Vai ser fácil mudar a lei, pois estão todos com pé dentro da Lava Jato.
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