sexta-feira, 4 de março de 2016

Militares ficam 'muito preocupados' com confrontos entre grupos pró e contra Lula

Brasília - Os primeiros sinais de confronto entre militâncias pró e contra o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, principalmente em São Paulo, deixou a cúpula militar "muito preocupada". Integrantes do Alto Comando das Forças Armadas consultados pelo jornal O Estado de S. Paulo defenderam que "as pessoas que têm responsabilidade de mobilização têm de exercê-la, no sentido de manter o País nos rumos do limite da normalidade social".


As afirmações são feitas pela preocupação com a incitação que poderá ocorrer pelas mídias sociais, por líderes petistas ou não petistas, incentivando confrontos ou violência por causa da nova fase da Operação da Polícia Federal, que fez buscas na casa de Lula, seus filhos e no Instituto Lula, e levou o ex-presidente para depor à PF.

"Isso implica ir para a rua entrincheirados, com arma na mão, se quiserem tentar derrubar a presidente Dilma"

Vagner Freitas, Presidente da CUT


Há um temor de que, ao longo do dia, os ânimos sejam acirrados e a tranquilidade de grandes cidades seja abalada. Por isso mesmo, os militares dizem que esperam, ainda, que os governadores dos Estados estejam preparados e prontos para impedir que ocorram atos de violência. "Nos preocupa muito que haja radicalismos e esperamos que não submetam a população ao enfrentamento em clima de radicalismo e truculência, que só vão gerar violência e não vão construir ou encontrar solução", comentou um oficial-general do Alto Comando das Forças Armadas.

A palavra de ordem para os militares é "legalidade" e "pacificação", além de acompanhamento da situação nos mais diversos pontos do País. A maior preocupação é que, em confronto dessa natureza, todos sabem como começa, mas não se sabe como termina. "As pessoas de responsabilidade têm de ter consciência de que este é um fato judicial", disse um oficial-general. "Nós não podemos transformar o Brasil em um País de nós contra eles, por conta de um processo que sempre vai deixar para as pessoas a possibilidade de se defenderem e saírem incólumes, defendidas, se este for o caso", prosseguiu o militar.


A torcida, na área militar, é pela "manutenção da estabilidade e da paz social", comentou outro oficial-general, lembrando que seria muito importante que as lideranças partidárias, sindicais e de todos os segmentos não alimentem o confronto entre as pessoas.


Bem, como expectador deste cenário já vislumbrei de onde vem as ameaças e, que tem mais competência que eu, por certo, além de já ter vislumbrado, já levantou dados, informações e tudo que precisar para anteceder as ações de militâncias agressivas. Portanto, considero que as FFAA estão atentas aos acontecimentos e eu como defensor de uma Intervenção que já acontece no Brasil, é o momento de se passar para a fase dois com a desarticulação e/ou eliminação de qualquer perigo no cumprimento de ameaças, inclusive com emprego de arma e fuzilamentos. 

3 comentários:

  1. Penso que já sofremos muito com a ação destes Meliantes Criminosos! Eles ameaçam e cumprem suas ameaças, destruindo o que bem lhes aprouver, inclusive vidas humanas e de animais! Nós não temos os mesmos meios de reagir e penso que isto é bom apesar da insegurança que eles causam em nossas vidas!

    ResponderExcluir
  2. LULA é o cidadão mais corrupto do país!

    ResponderExcluir
  3. POLICIAIS MILITARES DESMOTIVADOS significa SEGURANÇA PÚBLICA AMEAÇADA. Vale lembrar que o Rio de Janeiro sediará os Jogos Olímpicos de 2016, sendo o reconhecimento pecuniário indispensável, imprescindível para melhorar a qualidade do serviço policial-militar.

    Nas sociedades capitalistas é comum que o valor de um indivíduo seja aferido através do seu poder de compra, e isso tem muito a ver com seus rendimentos – a quantidade de dinheiro que ele consegue adquirir em determinado espaço de tempo. O salário do Policial Militar do Rio de Janeiro é incapaz de atender às suas necessidades vitais básicas (previstas no inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal de 1988).

    Não é à toa que, falando de valorização dos policiais brasileiros, sempre se remete à questão salarial como um problema sério, pois além de garantir elementos essenciais para a sobrevivência, “ganhar bem” concede ao profissional um posicionamento social de relevância. Todo mundo quer maior qualidade na segurança pública, mas para melhorar a qualidade será imprescindível melhorar a questão salarial, ou seja, valorizar o Policial Militar com uma remuneração digna.

    A PMERJ pode reclamar bastante dos seus vencimentos, pois são inadequados para as funções exercidas. Os baixos salários desmotivam a tropa e criam desinteresse pela profissão. Um Soldado de Polícia Militar em início de carreira deveria receber vencimentos iniciais de no mínimo R$ 7.190,98 (sete mil, cento e noventa reais e noventa e oito centavos) mensais, para uma jornada de trabalho de até 144 horas mensais. A questão salarial impacta diretamente na autoestima dos Policiais e na valorização das Polícias.

    Os baixos salários fazem a PMERJ perder oficiais e praças. O idealismo vai esmorecendo, pois já não encontra-se mais comandantes com "C" maiúsculo, dignos de orgulho de seus comandados e os vencimentos não são suficientes para dar uma vida digna à família. A tropa da PMERJ está desmotivada, insatisfeita e tem VERGONHA DO SALÁRIO! Não há justificativa para os BAIXOS SALÁRIOS.

    "QUEM VIVE PARA PROTEGER, MERECE RESPEITO PARA VIVER." O Policial Militar precisa ser valorizado como herói! Em contrapartida, a Polícia Militar deveria acabar definitivamente com a Promoção de Praças por Tempo de Serviço! As Promoções devem ser conquistadas mediante aprovação em concursos internos para o CFC, o CFS e o CAS, bem como a conclusão de um Curso de Ensino Superior. Os Policiais Militares que já concluíram o 3º Grau deveriam receber um acréscimo no salário, como é feito na Guarda Municipal do Rio de Janeiro. Quem se qualificou tem que ser premiado. É a única forma de incentivar o estudo, a qualificação.

    “POLÍTICA DE SEGURANÇA PÚBLICA SÓ É FEITA COM POLICIAIS BEM PAGOS” foi o que disse o então candidato ao Governo do Rio, Sérgio Cabral Filho.

    “O GOVERNANTE QUE DIZ QUE O ESTADO DO RIO NÃO TEM DINHEIRO PARA PAGAR MELHOR SEUS POLICIAIS ESTÁ MENTINDO!” (palavras de Sérgio Cabral em 2006).

    "Somos um dos piores SALÁRIOS do Brasil, mas temos um coração ENORME."

    O Soldado da PMERJ tem um Vencimento abaixo do Salário Mínimo Necessário, que foi estimado pelo DIEESE no valor de R$ 3.795,24. O servidor que ganha abaixo deste valor está tendo os seus direitos constitucionais desrespeitados!

    http://www.dieese.org.br/analisecestabasica/salarioMinimo.html

    DIGNIDADE JÁ!

    ResponderExcluir