domingo, 20 de março de 2016
Nunca se latiu tanto na América Latina
A
imprensa tem noticiado ao longo dessa semana as declarações do ditador
venezuelano Nicolas Maduro e do índio cocaleiro boliviano Evo Morales a
respeito da política interna brasileira. No caso de Evo Morales, o ditador
cucaracha chegou a fazer uma solicitação formal à Unasul para uma reunião de
emergência para discutir a situação interna no Brasil e para defender Dilma
Rousseff e Lula. Ele alega que a direita estaria em vias de dar um golpe no
país o que, nas palavras do mascote bolivarianista aliado do narcotráfico,
representaria um risco de reação armada. Trata-se de uma clara alusão à
intenção dos comunistas do Foro de São Paulo em considerar a possibilidade de
uma intervenção armada estrangeira em nosso país para sair em defesa de seus
aliados criminosos do petismo que em breve serão alijados do poder.
Mas
vamos colocar as coisas na devida perspectiva: Evo Morales e Nicolas Maduro em
primeiro ligar não passam de dois cachorros velhos latindo. E já pedimos de
antemão desculpas às pessoas que, como nós, têm apreço pelos animais devido à
comparação ofensiva a seus pets domésticos. Tanto Evo Morales quanto Nicolas
Maduro sabem que não vai haver ingerência alguma da Unasul nos assuntos
internos brasileiros, pois nenhuma das forças armadas desses países ainda governados
pelo bolivarianismo pode fazer frente às Forças Armadas Brasileiras, que formam
o segundo maior contingente militar de todo o continente.
Isso não significa obviamente
que tal desejo não exista também entre os petistas, pois como sabemos a esquerda
marxista não tem nem nunca teve qualquer apreço à nação nem qualquer tipo de
sentimento patriótico: se fosse necessário e se fosse possível, apoiariam uma
intervenção estrangeira no país para assegurar a permanência do petismo no
poder e para eliminar seus opositores. Sempre que é preciso e sempre que é
possível, a esquerda não se furta em trair o país em nome de sua ideologia,
pois ela já fez isso ao longo da história em diversos outros países, e os
petistas não iriam se comportar de modo diferente nesse sentido.
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