Recentemente
foi noticiado que furto de arte sacra é tão rendoso como o tráfico de drogas,
gerando um aumento significativo nesta espécie de delito. Este crime tem como
receptadoras pessoas abastadas financeiramente que se dispõem pagar altas somas
pela posse (receptação) do objeto furtado.
Há anos vem
sendo divulgada a ligação de políticos de diversos segmentos (partidos) com o
tráfico de drogas, mas nunca neste tipo de delito, “furto de arte sacra”.
Se a “rés
furtiva” foi achada pela Polícia Federal dentro de um cofre do Banco do Brasil,
resta a confirmação de que o “criminoso” (157) aguardava sua maior valorização,
comprador ou melhor oferta pelo objeto. Afinal, é um simples delinquente que,
no poder, pode praticar ações de mais altas somas.
Certamente,
no seu passado de metalúrgico, não se conteve e furtou carteiras, relógios e
outros objetos de pequeno valor de seus “cumpanheiros” menos precavidos. Assim como, quando preso, não se conteve ao tentar sodomizar um “cumpanheiro” de cela.
Lula tentou currar colega de cela, diz Benjamin
Além de
todas as adjetivações ganhas no decorrer de sua vida política, Lula também foi nosso
primeiro presidente gay.




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