Sem pagamento a PMs extras,
batalhões perderam até 30 policiais por dia nas ruas.
Os batalhões de Mesquita e São Gonçalo foram os que perderam mais policiais
Por conta do atraso nos pagamentos a policiais que aderem ao
Regime Adicional de Serviço (RAS) e reforçam o policiamento ostensivo em todos
os batalhões do estado, algumas unidades chegaram a perder até 30 policiais por
dia. Segundo dados do Estado Maior da PM, entregues à Assembleia Legislativa do
Rio (Alerj), as duas unidades que mais perderam agentes foram o 7º BPM (São
Gonçalo) e o 20º BPM (Mesquita) — batalhões que tinham 900 vagas mensais de
policiamento extra no segundo semestre do ano passado.
Ao EXTRA, PMs de ambos os batalhões confirmaram
que, a partir do início de março, as unidades não receberam policiais que
aderiram ao RAS. Ao todo, de acordo com o documento, no segundo semestre do ano
passado, 560 vagas diárias eram divididas por 39 unidades.
Nas áreas de atuação desses dois batalhões, o
número de roubos avançou em relação ao ano passado. Em fevereiro deste ano,
foram registrados 885 roubos em São Gonçalo — 78% a mais do que o mesmo mês do
ano passado. Já em Mesquita, houve um aumento de 24% nos registros deste tipo
de crime.
Número de PMs extras nas ruas do Rio cai 99,2%
em um ano.
Em um ano, a quantidade de PMs que adere ao
Regime Adicional de Serviço (RAS) e reforça o policiamento ostensivo em todos
os batalhões do estado diminuiu 99,2%. Em março e abril de 2015, o número de
policiais que participava do programa a cada dia passava de 1.500, em média.
Atualmente, por conta do atraso nos pagamentos, são apenas 12 agentes a mais
nas ruas diariamente — veja no quadro ao lado. O levantamento foi feito pelo
EXTRA com base em dados do Estado Maior da PM, entregues à Assembleia
Legislativa do Rio (Alerj).
UPP Maré não será inaugurada
em 2016
Por causa da falta de verbas, a UPP do Complexo
da Maré, uma das principais promessas da Segurança Pública para as Olimpíadas,
não será implantada este ano. A informação foi dada ontem pelo secretário de
Segurança, José Mariano Beltrame, durante audiência pública na Assembleia
Legislativa do Rio (Alerj).
EXTRA
EXTRA
Uma crise preparada,
que não teve sinais de que iria acontecer. Foi só entrar em debate a volta da
CPMF para que ela eclodisse como um ovo posto uma chocadeira dinâmica, forçando
uma barra, é claro.
Mas e o governador?
Acometido também por um câncer dinâmico, lição aprendida com seus cúmplices Dilma e Lula, estratégia para quando a situação aperta e não sabem responder às
indagações.
Enquanto nos distraímos com incêndios de ônibus, crianças mortas por bala "perdida", com o impeachment de Dilma, sorrateiramente a CPMF pode aparecer num passe de mágica e por fim aos problemas do Rio de Janeiro, inclusive dando a cura ao "câncer" de pezão.



Pegou pesado!
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