quinta-feira, 21 de abril de 2016

Estado Islâmico se diz receoso de atuar no Rio de Janeiro

A concorrência é forte, isto pode inibir o Estado Islâmico de cometer atentados terroristas no Rio de Janeiro por ocasião das Olimpíadas. Afinal, além das quadrilhas armadas que matam diariamente e indiscriminadamente, há os políticos e suas obras superfaturadas.

São bueiros que explodem levando ao céu quem por ele esteja passando.


São tubulações d’água que se rompem causando vitimas fatais e enormes prejuízos a população deixando centenas de desabrigados.


É a polícia desestimulada em prevenir os crimes, já que além de desvalorizada, se vê sempre na mira de também políticos homiziados em “direitos dos mano” sempre dispostos a se promover destilando seu ódio contra os profissionais de segurança.

É o Estado sem verbas, mas que afeta só os salários de aposentados, os destinando a privações que podem apressar sua morte.

São os hospitais com verbas desviadas, condenando também à morte dos que precisam de atendimento médico com um mínimo de qualidade.


É o “bonde sem freio” que desce a ladeira que, embora com remendos de arame, a culpa foi do condutor. O condutor que diante da morte iminente fez o possível para que o número de vitimas fosse menor.


São os viadutos, possíveis causadores de desastres em grandes proporções. Nas suas juntas é possível vislumbrar árvores se desenvolvendo e suas raízes que quebram pedra, causando danos e enfraquecendo as estruturas.


O Maracanã, que para sua REFORMA, custou o dobro da construção de um estádio novo.


Por certo na queda da ciclovia Tim Maia, na Niemayer, um engenheiro será responsabilizado, não o dono da empreiteira, mas aquele que está empregado e no canteiro de obras tira seu sustento. Sofreu pressão de todos os lados para que o prazo fosse abreviado, sendo também abreviados tantos outros fatores, cálculos e custos que poderiam evitar o que presenciamos hoje.



Falharam na pacificação das comunidades tomadas pelo tráfico, já que voltaram com poderio maior. Na pacificação dos bandidos da política nem tentaram, seria muito mais fácil e barato.

Uma obra permanece intacta, construída sobre a Baia da Guanabara, nos remonta uma época em que não precisava pacificar, éramos pacíficos.
Trocaram seu nome, mas continua a ser símbolo de uma época.


Então pensem bem terrorista, destruir o Rio de Janeiro, no fim das contas é um ato terrorista ou uma obra de caridade?

Desnecessário terrorismo no Brasil, irão sugerir na Síria um convênio para realização, no Rio de Janeiro, de treinamento especializado para o pessoal do ISIS, alegando que em matéria de terror e sofrimento imposto, estamos anos luz à sua frente.

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