segunda-feira, 18 de abril de 2016

Jean Wyllys cospe em direção a Bolsonaro após votar contra impeachment

Uma figura patética! Foi o que se viu na aparição de Jean Wyllys para votar. Diz ter sido ofendido verbalmente, indagado não menciona o teor da ofensa.


O deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu na direção do parlamentar Jair Bolsonaro (PSC-RJ) após votar na Câmara

Brasília - Após terminar de anunciar o seu voto no plenário da Câmara dos Deputados, Jean Wyllys (PSOL-RJ) cuspiu na direção do parlamentar Jair Bolsonaro (PSC-RJ). Por serem do Rio de Janeiro, os dois votaram no mesmo bloco durante o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff na Casa. Em seu discurso, Bolsonaro enalteceu o ex-chefe de um dos órgãos de repressão da ditadura militar.

“Na hora que fui votar esse canalha (Bolsonaro) decidiu me insultar na saída e tentar agarra meu braço. Ele ou alguém que estivesse perto dele. Quando ouvi o insulto eu devolvi, cuspi na cara dele que é o que ele merece”, explicou Willys.
Indagado se teria sido se arrependido do gesto, ele respondeu: “de jeito nenhum. Eu cuspiria na cara dele quantas vezes eu quisesse e quantas vezes tivesse vontade”. 
O deputado disse não temer um processo por conta do gesto. “Processo merece quem é machista, que é a favor da violência, que defende a memória (do coronel Carlos Alberto) Brilhante Ulstra, um torturador. Isso deveria escandalizar vocês, não um cuspe na cara de um canalha”, justificou.

Diferente de seus pares na Câmara, este "parlamentar", independente de ideologia, não reúne nenhuma qualidade para estar naquela casa. Para merecer respeito, deve se dar ao respeito.

O parlamentar do Psol não detalhou qual o teor do suposto insulto de Bolsonaro. 
"Perderam em 1964, perderam agora em 2016", disse Bolsonaro antres de Wyllys subir ao plenário, fazendo uma referência ao golpe militar. "Contra o comunismo, pela nossa liberdade, contra o Foro de São Paulo, pela memória do coronel Carlos Alberto Brilhante, o pavor de Dilma Rousseff, pelo exército de Caxias, pelas Forças Armadas, o meu voto é sim", defendeu Bolsonaro. Ele parabenizou o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), dizendo que ele "entrará para a história".
O deputado Jean Wyllys disse estar "constrangido" de participar de uma "eleição indireta, conduzida por um ladrão, urdida por um traidor conspirador e apoiada por torturadores covardes, analfabetos políticos e vendidos. Uma farsa sexista". Ele declarou seu voto contra o impeachment em nome "dos direitos da população LGBT, do povo negro exterminado nas periferias, dos trabalhadores da cultura, dos sem teto, dos sem terra".


 “Acuse os adversários do que você faz, chame-os do que você é!” (Lenin)


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