terça-feira, 12 de abril de 2016

Mais um possível indicado nas grades. PQP! Não dá uma dentro!

Político que Dilma queria por no TCU é preso na 28ª Fase da Lava Jato



Mais um pra jaula.
Operação Vitória de Pirro, aquela que é conquistada a um alto custo.
Trata-se do ex-senador Gim Argelo (PTB), cujo mesmo Dilma queria no Tribunal de Contas da União.

Gim também é conhecido como o homem de R$ 1 bilhão de reais.

O sujeito recebia propina pra evitar a convocação de empreiteiros na CPI da Petrobras.
Propinas travestidas de doações de campanha.
A Polícia Federal (PF) cumpre a 28ª fase da Operação Lava Jato desde a madrugada desta terça-feira (12) em cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Distrito Federal. A ação foi batizada de "Vitória de Pirro" e cumpre 21 mandados judiciais. Do total de ordens, duas são de prisão temporária, uma de prisão preventiva, 14 de busca e apreensão e quatro de condução coercitiva, quando a pessoa é obrigada a prestar depoimento. O preso com mandado preventivo é o ex-senador Gim Argello (PTB-DF).
O nome de Gim apareceu na delação do senador Delcídio do Amaral. Segundo Delcídio, Gim e outros parlamentares cobravam dinheiro de empreiteiros investigados na Lava Jato para que eles não fosses chamados para depor na CPI.
A PF informou que há indícios concretos de que Gim Argelo, que foi integrante da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), instaurada no Senado Federal, e vice-presidente da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI), instaurada no Congresso Nacional, tentou evitar a convocação de empreiteiros para prestarem depoimento, mediante a cobrança de pagamentos indevidos disfarçados de doações eleitorais oficiais em favor dos partidos de sua base de sustentação. O ex-diretor financeiro da UTC Engenharia Walmir Pinheiro Santana, um dos delatores do esquema de corrupção investigado pela Operação Lava Jato, relatou em depoimento à Procuradoria Geral da República um suposto acordo firmado em 2014 entre o dono da empresa, Ricardo Pessoa, e o ex-senador Gim Argello. Pelo acordo, Pessoa não seria chamado a depor na CPI mista da Petrobras, que à época tinha Argello como vice-presidente, e, em contrapartida, o empresário repassaria recursos a pessoas indicadas pelo então senador (Com G1)

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