Os anos passam e a
PMERJ, através dos detentores do Poder/Dever disciplinar, não se endireita.
Me reporto ao ano de 1994, quando passando por problemas psiquiátricos, a PMERJ se limitou a me
internar na Clinica Dr. Eiras, sem diagnostico para tal e sem conhecimento ou
consentimento de minha família. Um sequestro com cárcere privado nas condições
mais insalubres que se possa imaginar, já que a Clinica tendo andar destinado
ao convênio PMERJ, me alocou junto a outros alienados que, pelados, andavam e
defecavam pelo chão.
Após dois dias
consegui me evadir daquele local, não sem antes sofrer ataques violentos dos
funcionários que com pedaços de pau ameaçavam minha integridade física. Todo o
fato foi participado, tendo a psiquiatria PMERJ atestado em laudo que eu não
apresentava nenhum problema psíquico. Ora, por que me internaram lá? Foi um
médico psiquiatra que assinou a internação! Me vendo diminuído perante a
covardia, desertei para fazer tratamento particular, regressando após dois
meses a Corporação, quando fui preso pelo crime de Deserção e sendo absolvido a
pedido do Ministério Público Militar.
Passaram-se 22 anos
e continua a mesma coisa. Acho que devam existir Juizados Especiais de Fazenda
Pública, para agilizar ações contra estes “TORTURADORES” de seus iguais. As Varas
de Fazenda Pública não são eficientes na correção destas atitudes.
Um cabo do 31º BPM (Barra da
Tijuca) está internado no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), após um
surto na manhã deste domingo, em uma feira livre, em Campo Grande, na Zona
Oeste do Rio. Marco Aurélio Martins de Andrade foi flagrado trabalhando em uma
barraca de peixes na feira enquanto está de licença médica da PM.
De acordo com a ocorrência, numa
operação da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), uma equipe da
Corregedoria foi ao local após investigações apontarem que o cabo estaria
trabalhando no período em que está licenciado, entre os dias 4 e 14 de abril.
Quando o capitão Marcos, que comandava a equipe, foi falar com o cabo, Aurélio
se alterou, quebrou isopores, jogou mesas e cadeiras no chão, além de ter
lançado peixes em cima da equipe.
O PM, ainda, segundo a
ocorrência, ameaçou a equipe com um facão, dizendo que iria matar todos.
Aurélio recebeu voz de prisão. Na chegada da ambulância do Corpo de Bombeiros —
solicitada pelo pai e pela esposa —, o cabo ainda agrediu o pai, derrubou
algumas barracas e fugiu.
De acordo com a Polícia Militar,
a operação tratou de uma ação interna correcional da corporação, executada pela
Corregedoria da PMERJ, que ainda vai definir qual medida disciplinar será
tomada.
Um policial militar, que não quis
se identificar, contou ao EXTRA que o cabo Aurélio já havia sido excluído da PM
em 2005, após o filho de um coronel acusá-lo de ele ter lhe pedido R$ 20.
— Recentemente, ele foi
reintegrado na Pmerj, pois a Justiça deu mérito de reintegração a ele. Desde
essa época, ele já era vendedor de peixe. Até hoje, isso é para salvar sua
prata na folga honestamente. A barraca de peixe é da esposa dele — afirmou o
PM.
Como sempre aparece
um FDP para denegrir a imagem do acusado
com assunto não pertinente que já está decidido e extinto pela Justiça, não
trazendo nenhum mérito no caso atual, mas eles fazem isso!
Voltemos
aos dois pesos e duas medidas usuais na PMERJ. Presos, doentes com potencial
laborativo têm numa atividade uma terapia na cura de seu mal. A Psiquiatria
o declarou incapaz temporariamente para a atividade policial, não
para outras em que ele possa encontrar a satisfação de ser útil e ajudar
no sustento de sua família.
Enquanto
isso, a PMERJ através dos detentores do Poder/Dever disciplinar vão passando a
mão na cabeça de oficiais criminosos que deveriam estar urgentemente recolhidos
a uma penitenciária para tentar ressocializar numa vida em sociedade.
Sargento agredido e ameaçado por PMs milicianos não consegue apoio da Chefe da DPJM.
Vídeo na íntegra:
Então PMERJ?
Ative os detentores do Poder/Dever disciplinar para numa ação cinematográfica
partirem na busca, captura e prisão do Cap. Ref. Pimentel, comentarista da
GLOBO, que apesar de declarado surdo, escuta muito bem, até para atender a voz
de prisão.
O laudo aponta o perfil
áudio-métrico de normalidade. Mesmo assim, aos 29 anos, o capitão Pimentel foi
reformado por invalidez definitiva para o trabalho.
Os senhores já viram
Rodrigo Pimentel na televisão, ele não parece nada surdo, aliás, ele já apareceu
até entrando ao vivo, dentro de um helicóptero com motor ligado e respondeu
imediatamente a pergunta do apresentador com todo aquele barulho.




Exatamente, dois pesos e duas medidas. Se o Cabo não poderia vender peixe, o Capitão, reformado por invalidez definitiva para o trabalho (após ser declarado surdo), não poderia trabalhar na Globo como comentarista! Apesar dele escutar muito bem, nenhuma providência foi tomada pelo Comando!
ResponderExcluir