segunda-feira, 11 de abril de 2016

PMERJ, através da 2ª DPJM prende perigoso bandido

Os anos passam e a PMERJ, através dos detentores do Poder/Dever disciplinar, não se endireita.
Me reporto ao ano de 1994, quando passando por problemas psiquiátricos, a PMERJ se limitou a me internar na Clinica Dr. Eiras, sem diagnostico para tal e sem conhecimento ou consentimento de minha família. Um sequestro com cárcere privado nas condições mais insalubres que se possa imaginar, já que a Clinica tendo andar destinado ao convênio PMERJ, me alocou junto a outros alienados que, pelados, andavam e defecavam pelo chão.
Após dois dias consegui me evadir daquele local, não sem antes sofrer ataques violentos dos funcionários que com pedaços de pau ameaçavam minha integridade física. Todo o fato foi participado, tendo a psiquiatria PMERJ atestado em laudo que eu não apresentava nenhum problema psíquico. Ora, por que me internaram lá? Foi um médico psiquiatra que assinou a internação! Me vendo diminuído perante a covardia, desertei para fazer tratamento particular, regressando após dois meses a Corporação, quando fui preso pelo crime de Deserção e sendo absolvido a pedido do Ministério Público Militar.
Passaram-se 22 anos e continua a mesma coisa. Acho que devam existir Juizados Especiais de Fazenda Pública, para agilizar ações contra estes “TORTURADORES” de seus iguais. As Varas de Fazenda Pública não são eficientes na correção destas atitudes.


Um cabo do 31º BPM (Barra da Tijuca) está internado no Hospital Central da Polícia Militar (HCPM), após um surto na manhã deste domingo, em uma feira livre, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. Marco Aurélio Martins de Andrade foi flagrado trabalhando em uma barraca de peixes na feira enquanto está de licença médica da PM.
De acordo com a ocorrência, numa operação da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar (DPJM), uma equipe da Corregedoria foi ao local após investigações apontarem que o cabo estaria trabalhando no período em que está licenciado, entre os dias 4 e 14 de abril. Quando o capitão Marcos, que comandava a equipe, foi falar com o cabo, Aurélio se alterou, quebrou isopores, jogou mesas e cadeiras no chão, além de ter lançado peixes em cima da equipe.


O PM, ainda, segundo a ocorrência, ameaçou a equipe com um facão, dizendo que iria matar todos. Aurélio recebeu voz de prisão. Na chegada da ambulância do Corpo de Bombeiros — solicitada pelo pai e pela esposa —, o cabo ainda agrediu o pai, derrubou algumas barracas e fugiu.
De acordo com a Polícia Militar, a operação tratou de uma ação interna correcional da corporação, executada pela Corregedoria da PMERJ, que ainda vai definir qual medida disciplinar será tomada.
Um policial militar, que não quis se identificar, contou ao EXTRA que o cabo Aurélio já havia sido excluído da PM em 2005, após o filho de um coronel acusá-lo de ele ter lhe pedido R$ 20.

— Recentemente, ele foi reintegrado na Pmerj, pois a Justiça deu mérito de reintegração a ele. Desde essa época, ele já era vendedor de peixe. Até hoje, isso é para salvar sua prata na folga honestamente. A barraca de peixe é da esposa dele — afirmou o PM.

Como sempre aparece um FDP para denegrir a imagem  do acusado com assunto não pertinente que já está decidido e extinto pela Justiça, não trazendo nenhum mérito no caso atual, mas eles fazem isso!

Voltemos aos dois pesos e duas medidas usuais na PMERJ. Presos, doentes com potencial laborativo têm numa atividade uma terapia na cura de seu mal. A Psiquiatria o declarou incapaz temporariamente para a atividade policial, não para outras em que ele possa encontrar a satisfação de ser útil e ajudar no sustento de sua família. 



Enquanto isso, a PMERJ através dos detentores do Poder/Dever disciplinar vão passando a mão na cabeça de oficiais criminosos que deveriam estar urgentemente recolhidos a uma penitenciária para tentar ressocializar numa vida em sociedade.

Sargento agredido e ameaçado por PMs milicianos não consegue apoio da Chefe da DPJM.


Vídeo na íntegra:

Então PMERJ? Ative os detentores do Poder/Dever disciplinar para numa ação cinematográfica partirem na busca, captura e prisão do Cap. Ref. Pimentel, comentarista da GLOBO, que apesar de declarado surdo, escuta muito bem, até para atender a voz de prisão.

O laudo aponta o perfil áudio-métrico de normalidade. Mesmo assim, aos 29 anos, o capitão Pimentel foi reformado por invalidez definitiva para o trabalho.

Os senhores já viram Rodrigo Pimentel na televisão, ele não parece nada surdo, aliás, ele já apareceu até entrando ao vivo, dentro de um helicóptero com motor ligado e respondeu imediatamente a pergunta do apresentador com todo aquele barulho.

Um comentário:

  1. Exatamente, dois pesos e duas medidas. Se o Cabo não poderia vender peixe, o Capitão, reformado por invalidez definitiva para o trabalho (após ser declarado surdo), não poderia trabalhar na Globo como comentarista! Apesar dele escutar muito bem, nenhuma providência foi tomada pelo Comando!

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