quinta-feira, 21 de abril de 2016

Tradutor "Google" não é preciso, eles interpretam tudo errado.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ) destacou nesta quarta-feira (20) que a imprensa internacional alerta para um golpe de estado que estaria em curso no Brasil. O senador citou e leu editoriais, artigos e reportagens de jornais como o New York Times, Financial Times, Wall Street Journal, El País, O Público e The Guardian, que classificaram o processo de impeachment da presidente Dilma como golpe.


O texto assinado pelo jornalista Andrew Jacobs, destaca que o governo da presidente Dilma vem sendo atingido por um grande escândalo de corrupção, uma economia que encolhe e uma desilusão crescente da população.


Dilma se tornou uma das lideranças mais impopulares da história do Brasil democrático por governar durante a pior recessão em um século e por um enorme escândalo de corrupção na Petrobras'', explica, ressaltando que Dilma não é acusada de nenhum crime relacionado a esses escândalos.



O texto ressalta que o impeachment é uma luta entre pessoas implicadas em escândalos de corrupção.


Mas em nenhum momento fala em golpe.

Uma comissão parlamentar especial Congresso Nacional aprovou a última sessão da noite em uma fila para iniciar o processo de destituição parlamentar (impeachment) de Dilma Rousseff por 38 votos a favor e 27 contra. Ela é acusada de ter contas confeccionados para cobrir o déficit (pedalar fiscal, chamá-lo no Brasil). É o início de um processo que ainda tem um longo caminho a percorrer.
(Traduzido pelo Google Tradutor)

The Guardian: Dilma diz que impeachment pode causar "cicatrizes duradouras"

Neste jornal foram publicadas declarações de Dilma, não havendo o pensamento do editorial.

Que eles não falam nem entendem o português já sabemos, mas mesmo nos tradutores “on line” dá para entender que não há reconhecimento por parte da imprensa internacional de nenhum golpe contra Dilma em andamento no Brasil.
Mas, em cima da hora, nossa predidANTA confirma convite anteriormente rejeitado para, em desabalada carreira e, como sempre enganada, tentar convencer na ONU que está sendo vitima de um golpe através das Instituições constitucionais.

Dilma vai aos EUA participar de cerimônia na ONU e deve falar sobre 'golpe'

 Na ONU, Dilma terá cinco minutos para se pronunciar. A expectativa é de que a presidente use este tempo para reforçar o discurso que já tem adotado no Brasil, de crítica ao impeachment e de apontá-lo como um golpe para tirá-la da Presidência. Com a viagem, seu vice-presidente Michel Temer assumirá o posto.

Vamos aguardar os jornais internacionais mais uma vez fazendo piada desta figura cômica que se tornou a nossa “presidenta”.




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