No
cenário atual a Aeronáutica tem servido como uma espécie de serviço de taxi
aéreo para personalidades do governo. Têm direito a esse “serviço” a Presidente
da República, os chefes das casas legislativas e alguns outros privilegiados.
Para servir às autoridades as aeronaves contam com um abastecimento especial de
iguarias como salgados de camarão, canapés de caviar, bebidas importadas e
talheres e taças especiais. Mas, talvez o mais intrigante no serviço
prestado seja perceber como os militares, conhecidos como homens de
temperamento forte, se dobram aos chiliques das autoridade políticas que usam e
abusam das aeronaves pagas com dinheiro público e que deveriam, pelo menos em
tese, servir à segurança nacional.
Homens preparados para enfrentar atentados
terroristas, acidentes aéreos e outras situações de grande tensão, vez por
outra se percebem sem qualquer capacidade de reação diante de uma mulher
estressada e que explode com extrema facilidade.
No início de 2015, na distribuição de cargos
no “novo” governo Dilma, dizem que o ex-piloto do “Força Aérea 1 Brasileiro”
quase foi o escolhido para o cargo de Comandante da Aeronáutica. Para Dilma seu
atributo mais desejável seria a submissão e capacidade de suportar os chiliques.
No site do Montedo podemos ler o seguinte trecho em um artigo:
“Ouvir desaforos da presidente pode ter suas
compensações. Que o diga o Tenente-Brigadeiro Joseli Camelo Parente, comandante
do avião presidencial durante doze anos, desde o primeiro mandato de Lula. Em
2003, quando assumiu a função, Camelo era coronel aviador. Sem exercer nenhum
cargo privativo de oficial general, chegou sem sustos a quarta estrela.”
A revista Isto É dessa semana fala sobre os
chiliques de Dilma Roussef, que aparentemente têm aumentado ante a iminência da
Poderosa perder o cargo.
O mesmo site citado acima, essa semana
descreve um episódio ocorrido recentemente, quando Dilma invadiu a cabine do
avião e mandou o piloto se FUDE#@&. Sim, é isso mesmo, a presidente da República
usa esses termos ao tratar com subordinados.
“Em recente viagem a bordo do avião presidencial, um Airbus A319,
tripulantes e passageiros ficaram estupefatos com outro surto de Dilma. Depois
de uma forte turbulência, a presidente invadiu a cabine do piloto aos berros:
“Você está maluco? Vai se fu..!”
Nas forças armadas há poucos que não ouviram
falar dos ataques de stress de Dilma, desde que ocupava a Casa Civil a
ex-terrorista aterroriza os militares mais “frágeis”, ou mais resistentes,
dependendo do ponto de vista. Todos lembram da dificuldade que foi para
arranjar “voluntárias” para ocupar o cargo de ajudante de ordens da presidente,
ou das humilhações feitas contra o general Elito.
A presidente, mesmo “alimentada” com RIVOTRIL,
parece ter a “habilidade” de, ao invés de apaziguar, tornar as relações
cada vez mais tensas. Os ambientes frequentados por DILMA são lotados de
militares. Há algum tempo uma Capitão de Fragata com bastante personalidade
se recusou a continuar a trabalhar com a presidente, se não a substituíssem pediria baixa, ameaçou.
“Em
junho de 2011, E.H., capitã de fragata, oficial brilhante, cansou dos
esculachos, jogou tudo para o alto, literalmente, e ameaçou se demitir da
Marinha, caso não a retirassem da Ajudância. Quando assumiu o mandato Dilma
exigiu que seus auxiliares diretos fossem mulheres, incluindo o ajudante de
ordens. Seguindo a gramática presidencial, o cargo seria então de AjudantA
de ordens.”
Contudo, há alguns mais resistentes e pouco
propensos a aturar os “shows da DILMA”, como se diz nos recônditos das copas e
cozinhas dos palácios.
Parece que o atual Secretário de Economia e
Finanças do Exército, o general Hamilton Mourão, é um desses. O general
há poucos meses não hesitou em criticar DILMA ROUSSEFF, associando-a a
incompetência e, depois disso, mesmo sendo atacado por um exército de
esquerdistas, entre eles o senador Aloysio Nunes e até pela própria Dilma,
permanece de pé. Alguns atribuem essa resistência ao seu grande status diante
da tropa e sociedade.
Mourão chegou a ser homenageado em algumas
grandes manifestações na Explanada dos Ministérios
Diante de uma iminente troca de chefe do
Executivo já surgem especulações acerca de um novo Comandante do Exército.
Alguns militares comentavam essa semana nos corredores do Ministério da
Defesa que se Michel TEMER assumir, o General Hamilton Martins Mourão teria
grande chance de vir a ser o novo Comandante do Exército. Alguns discordaram,
citando a “cara feia” que isso poderia gerar em setores da esquerda, que
criticaram muito as falas de Mourão, então Comandante Militar do Sul. Estes
dizem que a escolha poderia recair sobre o General de Exército Etchegoyen,
Chefe do Estado Maior do Exército, outro militar que parece não se
intimidar com cara feia de políticos.
Etchegoyen, “por
coincidência”, esteve reunido com Temer ha algum tempo.
Em
dezembro passado, Etchegoyen, ainda em meio aos ecos
das polêmicas palestras do General Mourão, fez um discurso duro. O Chefe do Estado Maior do Exército deixou claro que a
espada do Exército está vigilante e atenta contra quem se aventurar a tentar
jogar o país no caos.
“A
espada, senhores generais, tem estado e vigilante… oferecendo-lhes
proteção contra aventuras, aventureiros ou radicalizações descabidas que
tentem conduzir-nos a rupturas sociais”






Tá faltando macho mesmo!
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