quarta-feira, 4 de maio de 2016

Intervenção Militar. Qual é a verdadeira Vontade das Ruas?

A editoria da Revista Sociedade Militar recebe todos os dias mensagens instando as Forças Armadas a assumir o controle do país e empreender um processo que “reinicie”o Brasil. Os comandantes militares, em especial o comandante do Exército Brasileiro, reiteradamente argumentam que não cabe aos militares “tutelar” a sociedade e que no momento uma intromissão seria prejudicial.
Diante disso, sem pretensão de definir um posicionamento sobre o assunto, apresentamos alguns dados.
Os números que nos chegam são muitos.

Vejam, depois retornamos.
Instituto Paraná – 32% dos manifestantes que compareceram à Av. Paulista desejam intervenção Militar. Pesquisa aqui.
LAPOP – Instituto ligado a Universidade Vanderbilt – USA – 47% dos Brasileiros seriam favoráveis a uma intervenção militar em caso de corrupção extrema. Abaixo o trecho do questionário que trata da questão e o gráfico gerado em relatório. 

A pesquisa divulgada pelo LAPOP mostra que na América Latina há países onde a sociedade tem ainda maior tendência em solicitar uma intervenção das Forças Armadas em caso de corrupção extrema. Observa-se que nos EUA em 2014, num momento em que o país não vivia situação de “corrupção sistêmica”, esse número ultrapassava 30%.

A pesquisa que apontou 32% de intenções na Intervenção foi feita num ambiente convocado para impeachment, mas mesmo assim o percentual foi significativo.
A tendência por Intervenção aumenta proporcionalmente ao agravamento da corrupção, o que certamente vai acontecer. Diante disso, outros quadros tendem a se agravar, como a educação, saúde e segurança, já que são os setores de onde são subtraídas enormes quantias.
O tempo é o senhor da razão, ele vai indicar num amanhã a tendência, tudo vai depender do sucesso ou não do impeachment como ferramenta democrática para colocar o País nos eixos.





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