sexta-feira, 27 de maio de 2016

Mestrado gay “boqueteiro” custou R$ 20.000,00, pago pelo CAPES (Dinheiro público)


Pois é, pode parecer utopia, mas é real. O CAPES, órgão do governo (Ministério da Cultura), que financia pesquisas para teses de mestrado dos estudantes das universidades, bancou R$ 20.000,00, por 17 meses, para que um universitário se ocupasse de pesquisar no real dados para fazer sua tese de mestrado em Piro.., digo “pênis”.


Não foi uma tese cientifica sobre o órgão sexual masculino, os dados foram colhidos em banheiros públicos da Estação da Lapa em Salvador (BA), com exemplares masculinos escolhidos pelo didático estudante (auto etnográfico) que, com seus meios naturais (boca), colhia as informações que precisava.
Foram 17 meses de chupação, pagos com dinheiro público (MEC) para, em  mais de cem páginas, serem descritos os contos eróticos reais de nosso estudante universitário.
Por fim, nós, héteros, nos sentimos discriminados, pois um pedido de pagamento de uma tese de mestrado num período de 17 meses num prostíbulo de luxo, certamente nos seria negado. Como seria também negado um estudo “auto etnográfico” sobre as qualidades das cervejas nacionais, acompanhadas dos mais diversos petiscos disponíveis nos bares do Rio de Janeiro.

Ex-assessor de Gleisi (PT) é condenado por estupro de menor



Se distraído, o MEC facilmente bancaria um estudo sobre comportamento de crianças sexualmente abusadas (pedófilos) e como se desenvolveria após o estupro, com sua tese apreciada pelo intelecto esquerdista que certamente lhe promoveria a nota máxima.

Um comentário:

  1. o CAPES é uma fundação do Ministério da Educação. Ficou provado que, além de fechamento do Ministério da Cultura... existe a necessidade da urgente reestruturação integral do MEC... ou, no mínimo, a troca de todos os seu quadros de 1º, 2º, 3º e 4º escalões, mantidos apenas os escalões sem nenhum poder de mando. Êta Brasil ferrado !
    Não existe mais moral, ética e hombridade.

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