terça-feira, 10 de maio de 2016

Militares estão preparados para retirar estudantes e “educadores” que ilegalmente ocupam o Palácio do Planalto


Depois de mais de uma década de favelização de nosso país, pode-se dizer que o PT fecha seu ciclo com chave de ouro. Afinal, conseguiu transformar em uma favela a fachada do prédio que simboliza o poder máximo de nosso país. Dilma vive um delírio diuturno e parece crer que convocando movimentos sociais pode de alguma forma impedir que se faça justiça no que diz respeito aos crimes cometidos por sua administração.



Fazem parte do grupo que agora ocupa o prédio representantes da UNE (União Nacional de Estudantes), Ubes (União dos Estudantes Secundaristas), CMP (Central de Movimentos Populares), MNLM (Movimento Nacional que Luta por Moradia), CUT (Central Única de Trabalhadores). No início do movimento havia cerca de 200 pessoas. Mas, no momento, segundo informações recebidas pela revista Sociedade Militar, no Palácio, estão aproximadamente 30 pessoas.
A sujeira característica dessa gente não é pouca. São do mesmo tipo daqueles que protagonizaram ha poucos dias o nojento protesto contra Jair Bolsonaro. Por isso acredita-se também que, assim que Dilma cair, porem tentar vandalizar o máximo possível o patrimônio público que estiver ao seu alcance.
Os militares permanecem em silêncio. Mas, sabe-se que já há preocupação com o episódio. É obvio que não há qualquer possibilidade desses movimentos permanecerem no local. Espera-se que sejam inteligentes o suficiente para se retirar pacificamente. Mas, se for necessário, um grupo pequeno de militares rapidamente retirará os ativistas do segundo pavimento do Palácio do Planalto. Esse tipo de gente adora uma fotografia sendo arrastado por um soldado e é apenas isso que terão.


Nessa manhã de terça-feira o país amanheceu com várias estradas fechadas. A esquerda dá seus últimos suspiros. Contudo, acredita-se que a chiadeira vai acabar rapidamente. A única opção da militância esquerdista, o chamado “exército” de Lula, é agir em pontos isolados. Se empreenderem um grande movimento, que realmente ameace a segurança da sociedade, sabem que serão rapidamente desbaratados e detidos.




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