quinta-feira, 12 de maio de 2016

O Rio de Janeiro das “FAETECS” de açougueiros, carniceiros e dos churrasquinhos humanos.


Ou a “inteligência” da Segurança Pública deste Estado tem preguiça de agir e pensar ou as informações e facilidades que obtêm vem das quadrilhas de traficantes para que a polícia aja a seu favor.


Por ocasião da morte do traficante “Playboy” no Morro da Pedreira em setembro de 2015, uma informação precisa levou os policiais ao local de homizio do traficante onde ele foi facilmente abatido. A resistência a entrada dos policiais não foi equivalente a outros momentos naquela localidade. Outrossim, dias depois, a polícia prendeu toda a quadrilha opositora, a do traficante Nem da Mineira.
Um “chefe” caiu, outro imediatamente ascendeu.
Se o serviço de “inteligência” realmente funciona, porque estas ações não se dão em outras comunidades?


A Jovem Ana Beatriz Frade, 17 anos, que foi morta numa das entradas da Linha Amarela, devido a grande repercussão, a polícia já prendeu os principais responsáveis pelo assassinato.
Mas em outros casos, onde com requintes de tortura e crueldade de fazer inveja ao EI, sendo contra agentes do Estado, não vejo esta mesma motivação.


Um jovem fisioterapeuta, que buscou emprego seguro no Estado, agente DESIPE. Lógico que não abandonou sua profissão, a exercia nos dias de folga, reforçando a renda parca que o Estado lhe retribui. Visitava seus pacientes sem portar nada que o identificasse, mas, ao evitar congestionamento devido as obras na Avenida Brasil, adentrou em local onde não sabia ser de risco. 



As obras nesta Cidade são providas de diversos desvios sem alertar os usuários sobre os riscos existentes. É assim na Avenida Brasil, como foi nas obras do BRT Trans Carioca, onde os desvios passavam na entrada de comunidades onde se podia ver os traficantes armados a poucos metros.
Na terça feira a família não teve mais contato com ele, sendo publicado seu desaparecimento no Jornal Extra de ontem, dia 11. Hoje recebemos com tristeza e revolta a noticia de sua tortura, esquartejamento, morte e incineração.


Infelizmente o amigo foi morto, acharam o corpo carbonizado na Fazenda Botafogo. Parabéns aos governantes do Rio pela obra na Av. Brasil, onde para o trânsito na altura do Chaves e da Proença que é travessia de traficantes. Valeu Eduardo Paes”


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