sexta-feira, 20 de maio de 2016

PT admite que queria implantar ideologia de esquerda dentro das Forças Armadas.

PT admite que queria implantar ideologia de esquerda dentro das Forças Armadas. General Villas Bôas se IRRITA com intenções da cúpula do Partido dos Trabalhadores.


O PT desejava: “modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista…”

O comandante do Exército comentou com indignação o documento aprovado pela cúpula do PT que faz uma autocrítica a atuação do partido nos últimos anos. O documento revela a intenção da esquerda de “aparelhar” também as Forças Armadas.
No trecho que atraiu a atenção do Comandante do Exército, o partido de Lula e Dilma mostra que pretendiam trazer para as instituições estatais sua doutrina esquerdista reformista que quase destruiu o Brasil.
“Fomos igualmente descuidados com a necessidade de reformar o Estado, o que implicaria impedir a sabotagem conservadora nas estruturas de mando da Polícia Federal e do Ministério Público Federal; modificar os currículos das academias militares; promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista; fortalecer a ala mais avançada do Itamaraty e redimensionar sensivelmente a distribuição de 5 verbas publicitárias para os monopólios da informação…”.
Nas últimas eleições a oposição dos militares à candidatura DILMA foi evidente. Setores da reserva se manifestaram seguidamente contra a esquerda nacional e sua sanha por reescrever o passado do Brasil a sua maneira.
Durante o governo em nenhum momento os militares endossaram o discurso da esquerda em favor de Lula e Dilma. Chegaram a ocorrer conflitos, que foram resolvidos sem que os militares cedessem à imposição do governo, como no caso do General Mourão, que mesmo após gritaria de Dilma e lideranças de esquerda, não foi transferido para a reserva.


O Comandante do Exército, general Villas Boâs disse que  “Com esse tipo de coisa, estão plantando um forte antipetismo no Exército”. O general, que em palestra na UNICEUB ha apenas duas semanas disse que quando poderia estar se desenvolvendo o Brasil perdeu tempo se digladiando entre esquerda e direita, comentou hoje que esse tipo de intenção nos remete novamente para as décadas de 60 e 70 e tem um tom “bolivariano”.


O documento acende luzes amarelas em todos os níveis hierárquicos das Forças Armadas, onde pilares como hierarquia, disciplina e meritocracia mantém os militares coesos apesar do caos financeiro a que são submetidos. Uma possibilidade de implantar sistemas de promoção por ideologia – (promover oficiais com compromisso democrático e nacionalista) – dentro das FA soa como uma heresia aos ouvidos de qualquer militar racional.
No texto o PT diz que lutará para retornar ao governo.
Como deve reagir a cúpula militar diante da revelação das intenções da esquerda? Se Dilma retornar, lutará para “aparelhar”, dessa vez de forma eficaz, as Forças Armadas e demais instituições, como Ministério Público, Polícia Federal e Itamarati?





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