domingo, 22 de maio de 2016

UM NOVO COVIL DE BANDIDOS?

UM NOVO COVIL DE BANDIDOS COM O MESMO ESPÍRITO DE MANTER O BRASIL REFÉM E LACAIO DOS PRATICANTES DO FUNDAMENTALISMO DO ILÍCITO.


A absurda fraqueza institucional, ética, educacional e cultural do país, que incentiva a continuidade de uma sociedade cleptocrata, somente pode ser combatida com uma Intervenção Militar.
Se Temer aceitou ser o sucessor da psicopata Dilma, contando com o apoio de uma base parlamentar majoritariamente corrompida, então seria melhor aceitar ou propor que novas eleições gerais sejam realizadas, ou que os militares tomassem conta do país até que fossem realizadas.
Temer precisa se aproximar da sociedade com propostas que provoquem o necessário apoio para enfrentar e transformar o Poder Público Covil de Bandidos, e não ficar fazendo média com um sistema político partidário e segmentos sociais rigorosamente corruptos e apodrecidos, tipo o dos artistas.
Qualquer economista de botequim sabe que reconhecer um déficit de quase 200 bilhões sem um enxugamento radical da máquina do Estado, e sem paralisar todos os irresponsáveis vazamentos de receitas para as mãos de gente sórdida e aproveitadora da destruição do país, não vai resolver os problemas da economia, pelo contrário, poderá nos jogar no fundo do poço de uma destruição econômica irrecuperável.
A equipe econômica sabe exatamente o que significa isso, mas não sinaliza para a sociedade de forma enfática como irá enfrentar as consequências desse “novo” nível de endividamento, principalmente com uma economia com recessão prevista pelos próximos cinco anos.
Por que a sociedade das pessoas dignas e honradas precisa pagar essa conta do criminoso projeto de poder do PT?
Para variar, quem será o principal beneficiário dessa idiotice?
Todos sabem: o sistema financeiro e seus investidores das burguesias e das elites de esclarecidos canalhas, cada vez mais ricos com o pagamento dos juros de investimentos diretos ou indiretos em títulos do tesouro para bancarem a manutenção da dívida pública com juros cada vez mais altos, mas sem a contrapartida de superávits primários devido a uma queda de arrecadação dificilmente revertida nos próximos anos.
Com apenas uma semana de governo, Temer já parece estar demonstrando para o que veio: enganar a sociedade com um discurso de austeridade que não encontra nenhuma validação nas suas iniciais e covardes atitudes de ceder às pressões de artistas canalhas para manter o Ministério da Cultura, bancando seus patrimônios, gente transmissora de uma metástase do câncer da irradiação do marxismo cultural e do enriquecimento de traidores do país.

As perguntas começam a se acumular na sua falta de respostas através de imediatas atitudes que todos tinham esperança de que viessem acontecer.
- Por que não começa uma revolução na educação pública superior demitindo todos os reitores que pregam o marxismo cultural nas universidades públicas?
- Por que não começa uma revolução na educação básica proibindo que professores incentivem a ideologia comunista assim como proibir os ambientes escolares de induzirem alunos e alunas à prática do homossexualismo e às grotescas manipulações de incentivo à identidade de gênero?
- Por que não propõe uma profunda reforma nas Universidades Públicas na direção de um novo sistema não gratuito, mas reconhecedor do mérito escolar através de bolsas estudos e financiamentos subsidiados - inclusive com a participação de grandes empresas privadas como política de incentivo ao empreendedorismo e inovação? Universidade pública não pode continuar sendo absorvedora de vagabundos, indolentes, ignorantes ou analfabetos funcionais cotistas bancados com os impostos pagos pelos contribuintes.
- Por que não cortou, imediatamente, todas as verbas de sustentação de vagabundos do meio artístico, da mídia, entre muitos outros segmentos de canalhas, que se locupletam vendendo apoio à prática de uma cleptocracia fundada em relações público-privadas degeneradas, que favorece o desvio do dinheiro dos contribuintes para fins ilícitos, aéticos e imorais, enquanto a segurança pública e o sistema de saúde demonstram claros sinais de falência, como exemplos de uma catástrofe maior que se abate sobre o nosso país, resultado dos bilionários roubos do dinheiro público.
- Por que não propõe para aprovação da sociedade uma redução dos escandalosos salários e mordomias praticados em todos os poderes dessa apodrecida República feita cleptocrata pelo petismo?
- Por que não proíbe imediatamente a confidencialidade dos gastos com cartões de crédito corporativos?
- Por que não faz uma auditoria do Estado Bandido para demonstrar o tipo de herança que o petismo deixou para seu governo, especialmente em relação ao BNDES, que foi o instrumento do desvio de recursos do Brasil para países com governos ditatoriais pagadores de propinas para os desgovernos petistas?
- Porque continua permitindo que a psicopata Dilma mantenha suas absurdas mordomias proibidas pela Constituição e transite livremente com um discurso de incentivo à baderna nas ruas e para uma guerra civil?
- Por que pactua com a liberdade do marginal Lula e não toma uma atitude institucional para parar com essa sacanagem do STF?
Reconhecer que o país está no desfiladeiro de uma dívida quase impagável não adianta nada, pois isso já era verdade estabelecida durante os desgovernos petistas, uma realidade que foi camuflada graças a uma mídia cretina e centenas de canalhas esclarecidos que mamavam nas relações espúrias com o poder público, muitos enchendo a boca agora para criticar um passado do qual foram vergonhosamente cúmplices.
Atitudes como reduzir a máquina do Estado empregadora de milhares de meliantes e militantes de todos os tipos, taxar grandes fortunas, abrir a economia para empresas e bancos estrangeiros se instalarem no país, e privatizar empresas estatais, seriam bons exemplos daqueles que poderiam nos sinalizar que realmente colocamos um estadista e corajoso líder no poder.
Enfrentar de forma aberta uma classe política de marginais querendo se manter no jogo sujo do poder a qualquer preço seria, também, uma demonstração de merecimento de uma verdadeira confiança da sociedade.

Não é o contribuinte, que tem trabalhado mais de seis meses por ano para sustentar um Covil de Bandidos, que deve pagar a conta do monstruoso endividamento público e das centenas de merdas que os desgovernos petistas fizeram com o país.

Temer precisa entender que demonstrações de covardia irão alimentar, principalmente, uma esquerda cleptocrata que vai fazer tudo para destruir seu governo e voltar ao poder e transmitir para a sociedade uma verdade que muitos ainda não querem reconhecer: SOMENTE UMA INTERVENÇÃO MILITAR PODERÁ DESCONSTRUIR O PODER PÚBLICO COVIL DE BANDIDOS.
Por Geraldo Almendra

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