sexta-feira, 10 de junho de 2016

A principal consequência do desconhecimento da verdade


Caros amigos
No dia 4 de abril de 1970, durante o período da história conhecido como “da luta armada”, um grupo da Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), do Rio Grande do Sul, tinha em seu poder um comunicado encomendado ao Comando Nacional daquela organização terrorista, redigido por Celso Lungaretti, jornalista, hoje auto intitulado “Náufrago da Utopia”, que seria enviado às autoridades após o sequestro do cônsul dos Estados Unidos em Porto Alegre, Sr Curtis Carly Cutter.
                     Julgamento de Celso Lungaretti
Dizia o “comunicado”:
“O Cônsul norte-americano em Porto Alegre (Curtis Cutter) foi sequestrado às … horas do dia… de… pelo Comando “Carlos Marighela” da Vanguarda Popular Revolucionária. Esse indivíduo, ao ser interrogado, confessou suas ligações com a “CIA”, Agência Central de Inteligência, órgão de espionagem internacional dos Estados Unidos, e revelou vários dados sobre a atuação da “CIA” no território nacional e sobre as relações dessa agência com os órgãos de repressão da ditadura militar. Ficamos sabendo, entre outras coisas, que a “CIA” e o CENIMAR sofrem a concorrência do SNI, sendo que essa rivalidade é tão acentuada que em certa data um agente da “CIA” foi assassinado na Guanabara por elementos do SNI. Esse informe foi cuidadosamente abafado pela ditadura, mas o depoimento do Agente Cutter, nosso atual prisioneiro, permitiu que trouxéssemos a público.”

Depois de levar um tiro, Cutter acelerou o carro, atingindo um dos guerrilheiros. O atropelado era Fernando Pimentel, que foi ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no governo Dilma (PT)

Cumpre, no entanto, assinalar que, mesmo ferido à bala, valendo-se de seu desassombro e da incompetência dos terroristas, o Sr Cutter conseguiu frustrar o crime. Ou seja, o “comunicado”, redigido antes do sequestro, revela a base mentirosa em que a esquerda de todos os matizes estrutura as suas ações.
O degradante momento vivido pelo Brasil, reflexo da persistente construção de uma mentira hegemônica, plena de falsidades, corrupção, perseguições e malfeitos, intensificados nos últimos 13 anos, demonstra com clareza a natureza e o caráter maligno dos terroristas que, pela ação armada, queriam substituir o Regime Militar pela ditadura do proletariado.

As provas disso estão ao alcance dos nossos olhos e ouvidos em todos os noticiários e nas mídias sociais. Fernando Damatta Pimentel, vulgo Jorge, governador de Minas Gerais, ex-prefeito de Belo Horizonte e ex-ministro de estado, em vias de ser cassado e preso por corrupção, era um dos terroristas que balearam o cônsul dos EUA na tentativa de sequestra-lo e que pretendiam enviar às autoridades a mensagem falsa, cheia de mentiras, preparada antes da ação criminosa e que, com toda a certeza, teve inspiração nos mesmos “princípios” que nortearam as investigações e os relatórios dos comissários da patética Comissão Nacional da “Verdade” (sic), tão desmoralizada quanto qualquer obra, ação ou personagem da esquerda brasileira.
O governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel, e sua mulher, Carolina(acima). De acordo com a Polícia Federal, eles usaram a empresa de Carolina para receber dinheiro de empresas. O operador do esquema, segundo a PF, era o empresário Benedito Oliveira Neto
Relatos como este constam de um Best-Seller, em sua 11ª edição, intitulado “A Verdade Sufocada”, de autoria do Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e editado pela Editora Ser.
Os brasileiros precisam conhecer esta verdade e o real caráter de seus personagens, antes de fazer qualquer juízo de valor sobre este triste e manipulado período da nossa história.

A experiência desastrosa que levou o Brasil a maior crise de todos os tempos é a principal consequência deste desconhecimento e a razão pela qual ainda é dado crédito à argumentação de quem defende a terrorista Dilma Rousseff, principal protagonista do desastre e personagem de vulto da “Grande Mentira” (*)!
Gen Bda Paulo Chagas
(*) A Grande Mentira, livro editado pela Bibliex, de autoria do Gen Div Agnaldo Del Nero Augusto.

Nenhum comentário:

Postar um comentário