sábado, 11 de junho de 2016

Cheiro de CPMF no ar

Cheiro de CPMF no ar: o povo quer enxugamento e não aumento de impostos!


É, infelizmente, as notícias não são muito boas.
Ainda dá tempo de Temer voltar atrás e pedir que as lideranças não aprovem o absurdo aumento no senado, ou se aprovarem, Temer pode vetar o aumento/reajuste, que nesse momento força a barra.
Num outro momento, quando o Brasil estiver melhor das pernas, quem sabe? 

Será que Temer terá peito para isso?
A pressão da classe política, do STF, câmara, senado e da 'elite dos servidores', daqueles que ganham salário de ouro de R$ 30 mil por mês, faz Temer ceder e autorizar o dito cujo aumento que logo deverá ser aprovado no Senado.


Só que, por mais que uma grande parcela deseje que Temer fique até 2018, que Dilma seja cassada, Lula seja preso e tudo o mais, que todos já sabem, aumentos desse tipo não serão tolerados pelo povo.
O povo quer enxugamento da máquina pública e não aumento de impostos.
E depois da choradeira do atual Ministro da Fazenda sobre a 'mega-crise', somado com esse aumento louco, quem está ligado NA REALIDADE NACIONAL sente cheiro de CPMF no ar, ou cheiro de novos impostos, mais taxas, tudo para que o povo pague a conta dos acordos, alegadamente, para 'salvar o Brasil'. A que preço?
Uma intervenção constitucional seria mais dura, mas também, seria mais barata em termos capitais. Não é? Porém, parece que isso é ainda uma Utopia.

TEMER PRESSIONADO, CEDE SOBRE AUMENTOS
Pressionado por diversas categorias, principalmente pelos ministros do STF, Temer decidiu agradar a todos e autorizou os reajustes, sob a justificativa de que eles já estavam previstos no orçamento de 2016.
A aprovação, porém, não foi bem recebida no Senado.
De cara, o líder do governo na Casa, Aloysio Nunes (PSDB-SP), manifestou a aliados sua insatisfação com a proposta e afirmou que não costuma comprar a defesa de algo ao qual é contrário.
Na sequência, foi o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) a externar contrariedade em relação aos projetos.
“Votamos um déficit de R$170,5 bilhões e, na semana seguinte, o governo aprovou na Câmara um aumento aos servidores públicos. Das duas uma: ou não podemos dar aumento salarial, nem criar cargos, nem aumentar tetos, ou aprovamos um déficit que não existia. Essa responsabilidade fiscal, mais do que nunca, neste momento conturbado nacional, é preciso que se tenha”, defendeu.
Já na quinta-feira (9), sepultando qualquer chance de votar a proposta na Casa, o líder do partido de Temer, Eunicio Oliveira, afirmou não simpatizar com as propostas de reajuste.
Diante do impasse, o próprio governo deixou a votação em compasso de espera. (Com informações de Gazeta do Povo e agências)

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