terça-feira, 7 de junho de 2016

Drª Janaina nega pedir uma Intervenção


Devido a grande repercussão da possibilidade de um pedido de Intervenção Militar, Janaina Paschoal foi procurada para esclarecer este assunto. Ela negou veemente qualquer possibilidade sobre isso, dizendo inclusive que não existe este instrumento, já citado por renomados juristas brasileiros. Claro, não existe sendo solicitado por ela, mas por solicitação das Autoridades com competência para isso ou por manifestação da maioria do povo.


Eu nunca falei nada parecido. Que eu saiba, sequer existe esse instrumento (pedido de intervenção militar). Alguém pegou uma entrevista que eu dei para a FECOMÉRCIO, que não trata de intervenção militar, deturpou a entrevista e criou essa ficção.
(Sociedade Militar)

Deixa transparecer sua queda política quando se refere a Intervenção como ditadura, discurso tão usado para se referir aos anos em que os militares estiveram no comando da Nação Brasileira. A “dita” não foi tão “dura” assim, só para os que a confrontaram com luta armada, atentados, sequestros, assassinatos e roubos diversos para se municiar e que assim a acham.

Janaina Paschoal – Acho que é falta de perceber que, de todos os regimes, o melhor é a democracia, e que defender uma ditadura é uma visão estreita. Não gosto de ditadura, nem de direita e nem de esquerda, nem militar nem civil. Não é um discurso que me agrada, assim como não me agrada o discurso marxista de querer também fechar aqui, e virar uma Cuba. Defendo o direito de as pessoas falarem o que quiserem. Não é porque não concordo que vou condenar.

Na tal entrevista, a jornalista perguntou se eu, no futuro, pediria o impeachment de um outro presidente. E eu respondi que, havendo crimes de responsabilidade, sim. Em nenhum momento, foi mencionada qualquer possibilidade de intervenção militar.


(Sociedade Militar)


Não estamos em 64, uma Intervenção deve obedecer e respeitar os anseios do povo, se depender de "impeachmar" todos os safados incrustados nos Poderes da República, levaríamos décadas para afastar os existentes, havendo a proliferação de outros mais, que vem nos cargos políticos só uma oportunidade de enriquecimento ilícito com a conivência dos demais poderes.


Intervenção não é como não foi uma “ditadura”, antes foi o instrumento necessário para salvar o Brasil de uma ditadura do proletariado, que só se estendeu no tempo devido à resistência dos perdedores, que hoje estão de volta no cenário político nacional.

Hoje uma Intervenção se encarregaria tão somente de destituir uma imensa quadrilha que, democraticamente, não se consegue combater. Depois de saneada, a direção do Brasil seria submetida a eleições disputadas com pessoas competentes e honestas que se eleitos, lhes seria entregue o futuro da Nação.


Tudo bem que não seja adepta de uma intervenção, mas deixar assim tão clara seu viés politiqueiro não pega bem, deixando à mostra que a esquerda tem razão quando fala em “golpe”. Não um golpe constitucional, mas um golpe para que a “quadrilha” trocasse de mãos.
Ainda mais quando a acusam de haver recebido grana de um partido político, também muito interessado no “impeachment” e atolado também até o pescoço com a “chefia” afastada da quadrilha.

JURISTA RECEBEU R$ 45 MIL DO PSDB PARA REALIZAR PARECER
A jurista Janaína Paschoal se viu no centro de uma polêmica ao admitir que recebeu um pagamento do PSDB para fazer um parecer sobre o impeachment. Presente na sessão de quinta-feira na Comissão Especial do impeachment no Senado Federal, ela confirmou o trabalho e o pagamento de R$ 45 mil. No entanto, disse que cobrou o valor por não ter vínculo algum com o partido....

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