sábado, 4 de junho de 2016

Mais de R$ 70 milhões a Renan, Sarney e Jucá?


O ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado afirmou, em depoimentos da delação premiada, que teria distribuído mais de R$ 70 milhões em propina de contratos da estatal para o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), o senador Romero Jucá (PMDB-RR), e o ex-senador José Sarney (PMDB-AP), entre outros líderes do PMDB. De acordo com Machado, R$ 30 milhões foram para Renan, responsável pela indicação dele para a presidência da Transpetro. As informações são do O Globo.

De acordo com o depoimento, Machado teria repassado aproximadamente R$ 20 milhões para Sarney durante o período que esteve à frente da estatal. Romero Jucá teria recebido R$ 20 milhões. 
Ainda segundo o depoimento, o ex-presidente da Transpetro teria repassado verbas para os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Jader Barbalho (PMDB-PR). Machado teria relatado que o dinheiro era desviado de contratos firmados entre a Transpetro e grandes empresas, de 2003 até o ano passado.
De acordo com o ex-presidente da Transpetro, o dinheiro era para custear campanhas eleitorais e para pagar despesas pessoais. 
Diante das informações, Renan Calheiros afirmou que jamais recebeu vantagens de ninguém e sempre teve com Sérgio Machado relação respeitosa e de estado. Romero Jucá negou o recebimento de qualquer recurso financeiro por meio de Sérgio Machado ou comissões referentes a contratos realizados pela Transpetro.
Por meio da assessoria, o presidente do Senado, Renan Calheiros, negou ter recebido dinheiro de Sérgio Machado. “Jamais recebi vantagens de ninguém e sempre tive com Sérgio Machado relação respeitosa e de Estado”, divulgou a assessoria do senador.
Segundo a assessoria de Jucá, “o senador nega o recebimento de qualquer recurso financeiro por meio de Sérgio Machado ou comissões referentes a contratos realizados pela Transpetro”.
Agência Brasil não conseguiu contato com o ex-senador José Sarney. Mas, na semana passada, ao falar das gravações de Sérgio Machado publicadas pelo jornal Folha de S.Paulo, citando o seu nome, o ex-presidente da República divulgou nota se queixando do vazamento de conversas particulares suas com o ex-presidente da Transpetro e afirmando que sua relação com ele é de amizade.


Todo mundo nega, mas se cagam de medo das provas que podem existir corroborando a delação. Que caiam no esgoto e só terminem na vala comum a todos eles.

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